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a vida em azul cueca

05
Mai21

338 - As roupas , a Primavera, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Entretanto fiz novas misturas de roupas. Usei as calças de ganga largueironas num registo que quando as comprei nunca imaginei, foram pensadas para usar com chinelos e alpercatas, mas agora gosto de as usar com peças mais clássicas, desta vez foi com uma jaqueta e uns sapatos rosa com biqueira preta.

 

 

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Como este Maio está ventoso ao ponto de ficar frio e desagradável, tenho usado muito os casacos de malha compridos com vestidos leves de Verão, aquecem q.b. e quando o vento pára não me fazem calor.

 

 

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Neste dia estava sem ideias e vesti o mais básico, t-shirt, sabrinas e uma malha com estas calças, gosto imenso deste tipo de calças, mas estas como são em ganga escura fazem conjuntos mais giros com blazers.

 

 

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E novamente o mesmo esquema do casco comprido com vestido leve.

 

 

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Tem sido basicamente isto.

 

14
Abr21

337 - As camisas brancas, a Primavera, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Entretanto chegaram umas camisas brancas largueironas e grandalhonas (Stradivarius), que também dão para levar para a praia como túnica ou usar noutro registo a dar um nó à frente, e testei-as. Primeiro com uma saia preta e depois com umas calças brancas. Também experimentei a dar o tal nó à frente com uma saia de Verão e fica bem gira.

 

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Com as calças usei a segunda roupa com ténis e resulta bem para um dia normal com idas à rua para ir buscar o Pedro, supermercado e mais um pouco daquilo que é possível fazer agora, tipo tomar um café na esplanada.

 

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Num outro dia usei umas calças mais compridas com uma camisola de linha e uns sapatos abertos atrás. Experimentei sem cinto, com um cinto a imitar tartaruga e com um em pele entrançado e usei com o último, a versão da direita.

 

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Depois queria muito estrear esta saia com palmeiras e experimentei-a com a camisola de linha, mas desatou a chover e achei que andar de alpercatas à chuva era capaz de ser blhaca, portanto fica mesmo para o bom tempo com um top e sem chuva. Também usei novamente o blazer branco, mas com estas calças de ganga bem largas com bolsos chapados à frente, e uma camisa de ganga. 

 

 

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E ontem usei este vestido de algodão azul escuro assim.

 

Foi isto, portanto.

 

 

08
Abr21

336 - O blazer branco, a Primavera, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Entretanto chegou a Primavera, o tempo está bonzinho, o confinamento está menos apertado, e já não quero ouvir falar de agasalhos, camisolas de gola alta e botas, muito menos de roupas de andar por casa, pantufas e afins.

 

 

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E é na Primavera que os meus blazers (ditos) de Verão saem à rua, porque no Verão propriamente dito já não os aguento.

 

 

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Também é nesta altura do ano que as minhas camisolas de riscas saem à rua, se não todos os anos, em quase todos, porque tenho uma predilecção, desde que me lembro de mim, por camisolas de riscas azuis e brancas. Há sempre uma novidade, ou a risca branca mais larga do que a azul, ou a azul mais larga do que a branca, ou iguais mas largas, ou iguais mas fininhas, é um mundo e eu tenho quase todo esse mundo nas quinhentas camisolas de riscas que tenho (às vezes tenho vergonha, mas é raro).

 

 

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E foi assim, o mesmo blazer em dois conjuntos diferentes.

 

 

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19
Mar21

333 - As roupas do confinamento, as do desconfinamento aos pinguinhos, o meu saco de crochet, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Roupas que experimentei e ainda não levei à rua, mas tenciono levar um destes dias, roupas que usei para ir buscar o Pedro à escola, porque sair de pijama não é a minha onda, nem da maior parte das mulheres, para meu grande alívio, que já estava a ver que ou entrava na onda, ou ia ser sempre a ave rara deslocada, como aquelas pessoas que aparecem no jantar de Natal da empresa com vestido até aos pés e tiara na cabeça (inventei, acho que nunca aconteceu).

 

Comecei com ganga dos pés à cabeça, coisa que até há uns dois anos atrás seria impensável, do mais foleiro que há, um tiro no pé e isso, mas que de há uns tempos para cá, é possível e gostamos imenso (eu e eu). Tenho esta camisa desde os meus 17 anos, portanto há 38 anos, deve ser a peça mais antiga do meu roupeiro e que apesar de não ter sido usada 38 anos consecutivos, por ali ficou sempre e continua a resistir. 

 

 

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Depois substituí a camisa por uma camisola de riscas e um casaco branco.

 

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A seguir achei que com a saia de polipele castanha, a camisa também funciona bem. Com e sem um agasalho, porque entrámos naquela época do ano em que ora está um frio de rachar, como de repente fica um calor que não se aguenta.

 

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Também é aquela época do ano em que dá para misturar peças frescas com mais quentes, vai daí experimentei uma saia de Verão com botins e um camisolão. Como entretanto acabei um saco em crochet, que começou por ser pensado para guardar os trabalhos de tricot e crochet, mas afinal fica para levar para a praia, quis testar como ficaria com roupa sem ser de praia.

 

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Mais um dia qualquer, ora com tempo de Verão, ora a fazer um frio de rachar.

 

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Para terminar, ontem fui buscar o Pedro à escola assim, estava de leggings em casa e não tive paciência de mudar, só disfarcei a coisa com um casaco e um cinto.

 

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E foi isto.

 

08
Mar21

04 - o tricot, as minhas camisolas e eu


Mac

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E como o prometido é devido, aqui fica o esquema do casaco creme que pus na página do Facebook.

 

 

Tamanho: Visto 38 dos pés à cabeça, mas estas camisolas e casacos dão para imensos tamanhos, porque são grandes e a ideia é que fiquem largas.

Fio: 11 novelos de Lena creme (merino e alpaca), que comprei no Park dos Tecidos (cada novelo tem 80 metros de fio). Se optarem por outra lã, é sempre boa ideia fazer uma amostra para adaptar as medidas, porque estas diferem muito consoante os fios, mesmo com a mesma grossura mas de qualidade diferente. O número das agulhas também altera bastante as medidas.

Agulhas nº 8

Fiz todo o trabalho em ponto liga, incluindo os punhos das mangas.

 

 

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Costas: 58 malhas. Fazem-se 114 voltas em ponto liga. Para fazer os ombros reduz-se na 115º volta 6 malhas de cada lado e na volta seguinte mais 13 de cada lado. Ficam 20 malhas onde se vai pegar o capuz e tecem-se mais 3 voltas.

Frente (lado direito): Montam-se 29 malhas. Na 115º volta reduz-se 6 malhas para o ombro e na volta seguinte, reduz-se mais 13. Agora começa metade do capuz. Na 119º volta, do mesmo lado do ombro,  aumentam-se 13 malhas. Fazem-se 50 voltas. Agora reduz-se ligeiramente para que o bico do capuz fique redondo (também do lado do ombro): Na 51ª reduz-se uma. Na 52ª nada. Na 53ª reduz-se 1 malha. Na 54ª nada. Na 55ª reduz-se uma malha, na 66ª nada. Na 57ª reduz-se 1 malha, na 58ª nada. Remata-se o capuz (metade).

Frente (lado esquerdo): Montam-se 29 malhas. Fazem-se 114 voltas em liga até aos ombros. Para fazer o ombros reduz-se do lado esquerdo do trabalho 6 malhas na 115ª volta. Continua igual ao outro, mas as reduções são todas feitas do lado esquerdo, assim como a metade do capuz.

Mangas: Montam-se 25 malhas. Fazem-se 14 volta sem liga. Na 15º volta aumenta-se uma malha de 2 em 2 e fazem-se 75 voltas também em ponto de liga.

 

 

25
Fev21

330 - Uma espécie de claustrofobia existencial, um ódio visceral aos parentes ricos dos pijamas, as roupas para o desconfinamento, a vida, o nirvana e eu


Mac

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- 41º dia de confinamento, 2ª temporada -

 

Farta, fartinha até às raízes por pintar dos meus cabelos, juro que já não aguento roupas confortáveis sinónimo de dias a fio em casa, sabrinas e sapatinhos fofinhos de casa, já não aguento as roupas de andar por casa, tenho-lhes um ódio que só uma tesoura resolve, quero as minhas roupas de andar ao ar, saltos altos, lantejoulas, sedas, linhos, quero roupas de sair e sei lá mais o quê, sinto uma claustrofobia existencial que só se resolve com ar, esplanadas e bater perna por aí, para começar.

 

Para mim chegou a hora de começar a pensar no que vou usar quando desconfinar, já esgotei as ideias para fazer conjuntos com coisas disfarçadas de parente rico de pijama. Foi o que fiz, pus-me ali à frente do espelho a experimentar roupa. Logo para começar tinha de ter a certeza que as coisas ainda me serviam, que ainda sei andar de saltos e que tudo está bem. Está. Podia estar melhor, mas perante certos comportamentos alimentares e de vida, não posso esperar milagres. Tudo se resolve a seu tempo.

 

Comecei por experimentar aquele vestido de cavas em lã com uma camisa e gostei do resultado, 

 

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depois esta saia em polipele com um camisolão branco que comprei antes do confinamento e ainda só conhece as paredes desta casa, coitado, e também o casaco que faz conjunto com o vestido, mas com umas calças de bombazina e o hoodie branco.

 

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A seguir vesti as baggy pretas em polipele com a mesma camisola que ainda não conhece o ar puro, mas com umas botas rasas e um cinto de lantejoulas.

 

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Mantive as baggy pretas, o cinto e as botas rasas, e pus uma camisola preta com um casacão de lã bordeaux.

 

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Ainda com as baggy, voltei a vestir o hoodie branco, mas calcei os botins de zebra.

 

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Por fim mudei tudo, vesti novamente as baggy de bombazine branca com um hoodie azulão e uns botins castanhos.

 

Foi isto. Continuo uma pessoa bastante produtiva. E prevenida.

 

 

23
Fev21

03 - A moda durante o confinamento 2021 e mais não sei quê


Mac

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Não sei como é convosco, mas quando tenho uma peça nova, experimento-a em mil conjuntos até à inconsciência. Foi o caso do hoodie branco, experimentei-o com tudo e tudo. Bem, em situação normal não experimento tanto, porque tenho mais o que fazer, mas o confinamento dá-me algum tempo extra, também não é nenhuma loucura, mas dá-me algum e eu uso-o das formas mais úteis que consigo, uma delas é experimentar roupa, fazer um conjunto e testa-lo com várias opções de calçado, usar uma peça comum em cinto conjuntos diferentes, imaginar roupas para quando tiver de sair e isso. Eu sei, quando quero, sou bastante produtiva. É isso, ou encharcar-me em café e fazer limpezas.

 

 

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Estou cada vez mais adepta deste tipo de conjuntos em malha de lã para andar por casa.

 

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Também experimentei este tipo de vestidos e achei-os bem práticos, depois resolvi experimentar se seriam coisa para levar para a rua e com um casaco de malha comprido parece-me que sim. Por acaso para aqueles dias de Verão em que não está assim tão famoso como isso na praia, também devem ser práticos e confortáveis.

  

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E foi isto, conjuntos de lã confortáveis e só isso.

 

03
Fev21

02 - A moda durante o confinamento 2021 e mais não sei quê


Mac

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E por casa continuam as roupas em malha, as sabrinas e o conforto acima de tudo, que não é sinónimo de pijama todo o dia. Já disse, não consigo andar de qualquer maneira, ou andar de pijama, deixar de arranjar o cabelo, de tomar banho e de pôr um perfume, não é uma questão de vaidade, é uma questão de sobrevivência e de manter a minha sanidade mental em níveis bastante aceitáveis. 

 

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Não me maquilho, mas há dias em que até passo um batom, ou faço o risco nos olhos, às vezes é o suficiente para me animar, mais do que um café até. E já que não ponho base, pós e maquilhagem na cara, aproveito para usar e abusar dos seruns e cremes que tantas vezes esqueço.

 

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Quando tenho saudades de usar saias, uso vestidos de lã, que além de confortáveis, são quentes e não andam muito fora do conceito destas roupas de usar em casa.

 

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E tem sido isto.

 

25
Jan21

01 - A moda durante o confinamento 2021 e mais não sei quê


Mac

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Por casa gosto de andar confortável, sem maquilhagem, ou só com um risco nos olhos e/ou batom, mas não consigo andar de pijama o dia todo, nem com roupas escafiadas, isso é meio caminho andado para me sentir deprimida e em baixo. Também não consigo andar de pantufas, arrasto os pés, sinto-me presa, quase doente, e não é prático. E por fim, não consigo ter os cabelos de qualquer maneira, podem até andar amarrados, mas não pode ser só porque estão péssimos.

 

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Mas como prezo acima de tudo o conforto, neste confinamento tenho optado por peças em lã, ou outras malhas, e para completar umas sabrinas, ou babuchas, que são confortáveis e sempre dão um ar mais arranjado às roupas de estar em casa.

 

 

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E tem sido isto neste confinamento, acima de tudo conforto.

 

 

15
Jan21

328 - A confinada perfeita(mente desesperada)


Mac

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Estas roupas foram de duas saídas na semana passada, uma foi para um almoço com o meu marido ali no Hotel Baía, a outra, quando fomos tomar café logo de manhã.

A partir de agora isto vai ser de pijama para baixo, quero lá saber das roupas popis, o máximo que vou fazer é enfiar um casaco em cima da roupa de casa, quando for buscar o Pedro, só para não ser demasiado mau. Ainda bem que estamos no Inverno. Vou aproveitar para desintoxicar a minha pele das maquilhagens , mas mantenho o rímel e o risco preto nos olhos, não vá alguém pensar que fui vacinada e me transmutei em osga, há mínimos. Estou uma pessoa muito diferente daquela que era no primeiro confinamento, logo para começar porque já não tenho fé na humanidade, estou farta disto tudo e é provável que esteja deprimida, não com uma verdadeira depressão, mas uma tristeza intermitente entre falta de vontade de comprar online, badalhoquice doméstica e até falta de cuidados próprios, e uma euforia associada a uma vontade louca de mudar coisas, como o meu cabelo e a cor dos guardanapos . Desta vez isto vai ser uma coisa deprimente, se vierem cá, estão avisados, não me responsabilizo por excesso de cafeína e vontade de andar o dia todo de pijama. 

 

Fica a recordação de outros dias. Adeus.

 

 

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