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a vida em azul cueca

27
Mai20

68 - segredos que partilho porque sim, ou coisas que não são assim bem um segredo, ou coisas úteis, ou sei lá


Mac

chinelos_02.jpg

 

Há coisas no meu armário que passam por algumas vidas, vá, duas, mas não interessa. A vida original e depois a que lhe dou, ou porque gosto muito da peça e não estou preparada para a deitar fora, ou porque afinal aquilo precisa de uma transformação para ficar ao meu gosto.

 

Estes chinelos, por exemplo, já têm uma data de anos, mas não me apetecia deita-los já fora, mas como eram brancos e estavam muito feios, resolvi que se passassem a outra cor, ainda podiam dar umas voltas.

 

E foi o que fiz, pintei-os de prateado.

 

Uso quase sempre tinta em spray, porque concluí que esta tinta resulta melhor em algum tipo de calçado do que a tinta em frasco para peles, fica mais uniforme e basta proteger as partes que não queremos pintadas, para termos um bom resultado. Não é preciso uma tinta especial, os sprays para pintar carros também resultam bem e há uma enorme variedade de cores. Já usei esta tinta para pintar cestas, fazer desenhos em t-shirts com stencil e até vasos. É resistente e tem um óptimo acabamento.

 

 

chinelos_01.jpg

 

 

Quando usamos este tipo de tintas, convém tomar alguns cuidados, porque não dá para controlar exactamente onde a tinta poderá chegar, assim é melhor proteger a área à volta da zona de pintura e usar máscara e luvas, além de uma bata para proteger a roupa. Geralmente faço isto lá fora, desde que não esteja muito vento e uso um caixote para não pintar nada à volta por acidente . Também convém proteger todas as zonas que não queremos pintar. No caso dos chinelos protegi com fita cola larga as solas e interior e retirei-lhe as palmilhas, depois apliquei o spray de tinta e quando a tinta secou, removi a fita cola. Finalmente colei as palmilhas e os chinelos ficaram prontos.

 

20
Mar20

150 - Croché, colagens, tricô, filet, bricolage e coisas assim


Mac

 

 

 

 

E entretanto, como já disse, acabei de pintar a mesa de cabeceira do Pedro.

Esta, agora mesa de cabeceira, era uma mini estante em madeira escura e que não tinha grande fim, nem utilidade, nem sequer lhe conseguia arranjar um destino ou um espaço aqui em casa, mas como lhe acho piada, resolvi dar-lhe uma nova vida e torna-la útil como mesa de cabeceira.

 

Mas para isso precisava de a pintar de branco, porque aquele tom escuro não tem nada a ver com o quarto do miúdo.

 

Ultimamente uso tintas que não precisam de primário, nem decapante, ou seja que são de uso directo sem preparação das superfícies, seja madeira, metal, ou acrílico. Mas a experiência diz-me que podemos saltar o primário, mas não lixar a peça, principalmente se estava envernizada, não é boa ideia, passado algum tempo a tinta começa a estalar e faz um efeito de craquelado, o que não é mau de todo, se a ideia for essa, mas é péssimo, se a ideia não for essa.

 

Então comecei por lixar a estante toda com a lixadora eléctrica, porque é muito mais rápido, até tirar o verniz escuro, depois limpei-a muito bem e dei-lhe duas camadas de tinta, com intervalo para a primeira secar bem, a seguir lixei-a ligeiramente e dei a última camada de tinta. Uso sempre o mini rolo e os pincéis só para cantos difíceis onde o rolo não chega, além da pintura ficar mais uniforme e com melhor acabamento, leva muito menos tempo a pintar. Não usei cera branca para acabamento, nem verniz, porque gostei deste efeito final desta tinta  (id)

 

 

 

 

[sobre todos os materiais necessários, ao alcance de qualquer amador, escrevi aqui]

 

 

27
Jun19

151 - Tie-dye, modas, crochet, colagens, tricot, bricolage e coisas assim


Mac

 

tie-dye (1).jpg

 

 

Entretanto o kit de tie-dye chegou e eu experimentei quatro técnicas com diferentes combinações de cores. 

 

 

 

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Segui os passos deste tutorial que já tinha referido no outro post e apliquei as tintas em 3 t-shirts e numa camisa de linho. Acho que este efeito fica giríssimo em roupa e acessórios de praia.

 

 

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É facílimo de fazer, o kit traz tudo quanto é necessário e as tintas são excelentes. 

Ainda quero fazer umas experiências, por exemplo num saco para a praia, mas para já estou satisfeita com o que fiz e não tenciono vestir-me com tie-dye dos pés à cabeça, muito menos todos os dias, por isso as peças que  tenho chegam-me perfeitamente para o consumo que lhes quero dar.

 

 

IMG_3469-001.JPG

 

 

 • Instagram @maria.antonia.velez

 

17
Jun19

150 - Tie-dye, modas, crochet, colagens, tricot, bricolage e coisas assim


Mac

IMG_20190616_173453.jpg

 

 

 

 

Diz que o tie-dye está (de novo) na moda. Por acaso como já tinha peças de uma outra leva de tie-dye que foi moda e que não cheguei a dar, fiquei bastante contente. Agora instalou-se na minha cabeça a curiosidade sobre a coisa e desatei a ver vídeos no youtubas para saber como se faz.

 

Depois de ver meia-dúzia de vídeos, entusiasmei-me com a coisa, para logo a seguir encontrar cinquenta dificuldades. O nosso mercado de belas artes, pintura e trabalhos manuais é pobre, mas isso eu já estava careca de saber. No entanto corri várias lojas de belas artes à procura de tintas para tie-dye e nada, a maior parte nem sabia o que eu queria, depois passei às grandes superfícies e zero, acabei na Amazon e encomendei um kit para tie-dye.  Mas como estava na doideira de experimentar, lembrei-me de usar umas tintas para tingir tecidos, que adaptei a esta técnica, num vestido sem graça nenhuma que se ficasse estragado também não se perdia nada.  

 

 

[já agora uma dica, uso quase sempre a Amazon francesa para não pagar os portes obscenos da britânica]

 

 

 

tie-dye_01.jpg

 

 

 

Para iniciante parece-me que correu bem com as tintas para tingir tecidos, mas fica muito caro. Cada boião custa cerca de €15.00 (há em algumas drogarias e no Park dos Tecidos), portanto a partir de duas cores não compensa, além de que sobra imensa tinta.

 

Para fazer este trabalho usei dois boiões de champô que lavei bem, depois deitei em cada boião 2 colheres de chá de pó de tinta, enchi com água bem quente e agitei. Deixei arrefecer, agitei novamente e apliquei no vestido, seguindo uma das técnicas deste tutorial, que foi o que achei mais acessível e explica quatro técnicas diferentes.

 

 

 

IMG_3144-001.JPG

 

 

 

E para já, isto é tudo quanto sei sobre tie-dye, mas prometo que dou notícias quando experimentar o kit que está a caminho. Acredito que com mais cores e tintas próprias o resultado será melhor.

 

 

 

• Instagram @maria.antonia.velez

 

 

30
Mai17

142 - Croché, colagens, tricô, filet, bricolage e coisas assim


Mac

 

 

 

Ora aqui está a forma de pintar as ramas dos ananases, que não tem segredo nenhum, é facílima e super rápida de executar. 

 

Materiais:

. 3 cores de tintas acrílicas à base de água (não são tóxicas) . Loja da Pintura e todas as boas lojas de materiais de pintura e belas artes.

. 1 pincel plano e largo

. 3 ananases verdes e com ramas bonitas, sem pontas viradas ou quebradas (se estiverem muito maduros, comprometemos a qualidade da fruta, porque entre o tempo de pintura e secagem da rama, poderão estragar-se. Estes ananases ficam comestíveis, basta depois cortar-lhes as ramas)

 

 

 

 

 

 

 

 

Depois de decidirmos que cores queremos para pintar as ramas dos ananases, é só começar a pintar. Primeiro o lado de fora das folhas, depois de secas, o lado de dentro. Basta uma camada.

Neste caso, não tinha o roxo que queria, nem o laranja, por isso misturei tintas.

Roxo = encarnado + azul

Laranja = encarnado + amarelo

 

Para a escolha destas cores inspirei-me nas decorações mexicanas, que associo ao Verão, bom tempo e a vida lá fora. 

 

 

 

 

 

 

 

Quando a tinta estiver seca, podemos voltar a pôr os ananases no frigorífico. Estes pintei na 5ª feira e só usei no sábado. Não foram cortados, porque ainda estão verdes.

 

 

 

 

 

 

 

Já agora, uma dica. Se usarmos boas tintas, os resultados são seguramente melhores e por boas tintas entenda-se marcas como a FolkArt, Pébeo e outras nas lojas da especialidade. Muito honestamente, as que estão à venda em grandes superfícies e lojas do chinês (já as usei) não são grande coisa, servem para alguns trabalhos, mas não dão bons resultados, precisam de mais camadas, não são uniformes, algumas até são gelatinosas, o que dá péssimas coberturas. Por isso, mais vale largar mais uns euros (poucos) e ter metade do trabalho, gastar metade do tempo e obter bons resultados. 

04
Nov16

136 - CROCHÉ, COLAGENS, TRICÔ, FILET, BRICOLAGE E COISAS ASSIM


Mac

 

 

 

 

Acho que nunca falei por aqui no uso das patines na pintura decorativa. Existe uma enorme variedade de cores, texturas e tipos de patines, nem todas para envelhecer peças, ou dar-lhes um ar de usado. Há patines que servem apenas para dar relevo a alguns aspectos. Gosto especialmente destas últimas, que economizam esforço de pintura e dão um ar muito natural aos objectos. As minhas preferidas são as que têm textura e em tons claros, que apenas vão dar ênfase aos relevos e pouco alteram as cores originais, mas suavizam-nas.  

 

 

E foi as que usei nas abóboras.

 

 

Materiais:

. Tinta acrílica branca Reeves . Continente

. Tinta verde FolkArt . Loja da Pintura

. Patine texturizada, gold . Loja da Pintura

. Pincéis . Loja da Pintura

. Pano de algodão

 

 

  

. damos duas camadas de tinta branca em cada abóbora, deixando secar bem entre camadas .

. pintamos o ramo das abóboras com a tinta verde e deixamos secar bem.

 

 

 

 

. com um pincel, passamos a patine em toda a abóbora, fazendo com que entre bem nas ranhuras .

 

 

 

 

 . com um pano de algodão, retiramos os excesso de patine, de forma a deixar apenas nas ranhuras .

 

 

 

  

. deixamos secar bem e já está .

 

 

20
Set16

133 - CROCHÉ, COLAGENS, TRICÔ, FILET, BRICOLAGE E COISAS ASSIM


Mac

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Como já ali tinha partilhado no Facebook, achei por bem mudar a cor de uns sapatos e dar-lhes uma última oportunidade. Comprei-os grávida de 7 meses do Pedro, agora acho que foi uma coisa de grávida, daquelas da negação do estado enorme, e claro que nunca aguentei a minha pessoa 4 X 4 em cima daqueles saltos. Depois veio o pós parto e a coisa também não se deu. Depois veio mais não sei o quê. E depois o "onde é que eu tinha a cabeça para comprar isto nesta cor de fugir?". Adiante.

 

 

 

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 Então ocorreu-me que se lhes mudasse a cor, se calhar ficavam bastante potáveis. Passei no sapateiro que me quis levar a reforma só para os passar de azulão para preto e foi assim que resolvi comprar a tinta.

 

É facílimo, a caixa traz umas esponjas, pincel e dois frascos, um com um líquido para limparmos os sapatos e outro com a tinta. Comecei por limpar os sapatos com o tal produto, dei duas camadas de tinta com a esponja, deixando secar bem a primeira camada, antes de dar a segunda, e já está, sapatos pintados.

 

 

 

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Acho que sim, que os vou usar com esta cara renovada.

 

E é isto, acabou-se a era dos sapatos que ponho de lado, porque mudei de ideias em relação à cor.

25
Mai16

129 - CROCHÉ, COLAGENS, TRICÔ, FILET, BRICOLAGE E COISAS ASSIM


Mac

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Depois do desbaste das árvores, achei uma pena que aqueles ramos não fossem aproveitados de alguma forma, então resolvi fazer um escadote rústico, que servirá de toalheiro lá para fora, ou para a casa de banho dos miúdos. Ainda não decidi.

 

 

Materiais:

. 2 ramos de árvores com cerca de 2.5 cm de diâmetro e 1.50 m de comprimento, ou maiores e que dê para cortar

. 1 ramo para cortar em 4 e fazer os degraus com cerca de 40 cm de largura

. pregos com 7 cm

. martelo

. tinta branco mate

. trincha

. serra eléctrica ou manual

. berbequim e broca de  2 mm 

 

Toalheiro Escadote.jpg

 

 

- 1 - Depois de escolhidos os ramos, com a serra tiramos ao ramo principal, os ramos mais pequenos. Cortamos o ramos com as medidas que pretendemos. Neste caso, cortei dois com 1.50 m e quatro com cerca de 40 cm.

 

- 2 - Atenção que não sendo os dois ramos laterais exactamente a direito, temos de ir calculando a medida de cada degrau.

 

- 3 - Pregamos os degraus, primeiro a um dos ramos laterais, depois ao outro. A ideia é que fiquem bem presos para sustentar toalhas, mas que não fiquem com acabamentos perfeitos. Como estava com dificuldade em pregar os pregos, fiz com o berbequim um furo muito estreito nos ramos laterais, para o prego entrar com facilidade, mas sem ficar solto.   

 

- 4 - Depois do escadote pronto, damos duas demãos de tinta, deixando secar bem a primeira, antes de dar a segunda. Optei por não deixar a pintura muito perfeita, porque a ideia é imitar os escadotes rústicos. Opcionalmente para um efeito de desgaste pelo tempo, com uma lixa fina, lixamos os nós da madeira e damos uns toques para que pareça gasto. 

 

 

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Estive indecisa se o deixava em madeira por pintar, ou se pintava, mas acabei por pintar, porque sobressai mais e fica mais aquilo que quero.

 

  

DSC06374.JPG

 

 

Como a ideia é aproveitar os ramos, que não são naturalmente direitos, acho que fica giríssimo assim bem torto.

 

 

E aqui está uma maneira de aproveitar aquilo que temos em qualquer jardim.

14
Abr16

127 - CROCHÉ, COLAGENS, TRICÔ, FILET, BRICOLAGE E COISAS ASSIM


Mac

 

 

 

 

Como prometido, aqui fica a forma fácil, rápida e sem grande esforço de pintar paredes. Não há qualquer segredo ou fórmula, apenas organização e planeamento do trabalho de pintura e com organização e planeamento, poupa-se tempo e dinheiro, só isso.

 

Já agora, algumas considerações:

Nesta última parede que pintei, usei um rolo de tamanho médio (na foto, o segundo da esquerda), mas com um diâmetro um pouco maior do que habitualmente se vê nos rolos de pintura comuns (o primeiro da esquerda). Como é mais leve, evita dores nos pulsos, após pinturas e com um diâmetro um pouco maior, rende mais em área pintada.

 

Só pintei uma parede, porque só queria um efeito decorativo na zona das refeições da cozinha, mas uso o mesmo método de pintura, quando é uma divisão inteira.

 

Demorei cerca de três horas, entre preparação da parede a pintar e três camadas de pintura numa parede com 15 m2.

 

Vale muito a pena investir tempo e paciência na preparação da área a pintar, para obtermos um melhor resultado final e pouparmos tempo em limpezas e desastres perfeitamente evitáveis.

 

 

 

 

 

Material,

. Rolo médio

. Rolo pequeno para finalizações, cantos, pormenores

. Tabuleiro para rolo

. Pincéis para retoques

. Tinta (escolho sempre acrílica, que seca depressa e não tem cheiro desagradável)

. Fita de papel

. Massa para tapar eventuais buracos na parede, furos de pregos ou parafusos

. Lixa de papel (grão fino)

. Plástico grande para cobrir o chão

. Película transparente para tapar aparelhos

. Toalhinhas de bebé para limpar eventuais pingos indesejáveis (foi a minha melhor descoberta nesta coisa das pinturas, o que também me leva a pensar cá noutras coisas)

. Escadote

. Bata para proteger roupa, ou roupa velha e sapatos velhos (mesmo que na embalagem da tinta esteja escrito que não salpica, não é verdade) 

 

[todos os materiais do Leroy Merlin, excepto as toalhinhas, a bata e a roupa velha]

 

 

 

Começo por limitar com fita de papel própria para pintura, a área que quero pintar, e proteger aquilo que não quero pintar, como ombreiras de portas e rodapés. Também tiro os espelhos das tomadas e interruptores, tapo eventuais aparelhos e desvio a mobília que está perto. Finalmente tapo o chão com um plástico, que cubra bem toda a área e prendo-o com fita ao rodapé. Evito usar folhas de jornal, porque com o arrastar do escadote e tabuleiro de pintura, acabam por destapar o chão. 

 

 

 Tiro todos os pregos, mesmo que volte a pendurar os quadros nos mesmos sítios, a verdade é que após pinturas, geralmente mudo de ideias. Depois tapo os buracos com massa, deixo secar e lixo.

 

Após ter tudo protegido e a parede preparada, inicio a pintura. Começo por pintar com o rolo pequeno, as zonas mais difíceis e que requerem mais jeitinho, como à volta dos interruptores, tomadas, aparelhos, tecto e rodapé. Dou duas camadas. Depois, com o rolo médio dou uma camada de tinta na horizontal, em toda a parede. Quando está seca, dou a segunda camada na vertical. Raramente dou uma terceira camada, mas desta vez dei, porque pintei a parede de cinzento claro e a cor anterior era bordeaux. No final da segunda camada já estava bem uniforme e sem qualquer aparição de bordeaux, mas à cautela, dei-lhe a terceira camada.

 

Depois da tinta seca, retiro a fita de papel, e monto os espelhos dos interruptores e tomadas. E pronto, assim se pinta paredes numa pernada.

 

 

 

  

[gosto imenso do efeito decorativo que se consegue, com apenas uma parede de um quarto, ou sala, pintada de uma cor diferente do resto, ou forrada com papel]

 

______________________________________________________

Já me esquecia, nunca esvazio uma divisão, não estou para isso. Neste caso e como era só uma parede, empurrei a mesa e o louceiro, de maneira a ter espaço para o escadote. Se quero pintar uma divisão inteira, arrasto os móveis para o centro da divisão, mas só o necessário para ter espaço de manobra.

16
Fev16

124 - CROCHÉ, COLAGENS, TRICÔ, FILET, BRICOLAGE E COISAS ASSIM


Mac

 

 

 

 

Queria umas caixas em tons de cinzento, branco e preto, mas não encontrei nada a que achasse piada, muito menos que combinasse entre si da forma que idealizei. Então resolvi que o melhor seria comprar umas caixas em pinho e pintar como queria. Fica a sugestão, quando não encontramos este ou aquele objecto que imaginámos, muitas vezes é preferível sermos nós a executar. O melhor de tudo é que as coisas ficam exactamente como projectámos. 

 

 

 

 

 

Materiais:

. caixas . antigo Vassoureiro (é agora uma mega loja do chinês)

. lixa fina, ou lixadora com lixa fina . Aki, Leroy Merlin

. tintas acrílicas Folk Art . Loja da Pintura

. tintas acrílicas Acrylic . Continente

. pincéis Pebeo . Loja da Pintura

. verniz acrílico Folk Art . Loja da Pintura

 

 

  

. começamos por tirar das caixas todas as ferragens, incluindo as dobradiças

. depois lixamos as caixas, para lhes tirar eventuais falhas e imperfeições

. damos a primeira camada de tinta, deixamos secar e lixamos. com um pano seco, retiramos todo o pó

. repetimos o passo anterior mais duas vezes

. envernizamos

. deixamos secar

. voltamos a colocar as ferragens

 

 

 

 

Materiais para forrar as caixas:

. papel de veludo autocolante . Staples

. x-acto . Staples

. régua para x-acto . Staples

. base de corte . Staples

  

 

  

. cortamos uma tira com a dimensão total dos quatro lados da caixa, pela altura

. colocamos a tira

. cortamos um outro bocado com as dimensões do fundo da caixa e colocamos

 

 

 

 

 

e já está, caixas pintadas e forradas

 

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