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a vida em azul cueca

03
Jan19

231 - Os filhos, as férias de Natal, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Nunca tenho pressa que as férias dos miúdos acabem, gosto imenso da nossa vida de férias e a verdade é que temos sempre muito o que fazer. Nestas férias de Natal além das voltas do costume no carrossel e na roda gigante que está na Baía de Cascais nesta altura do ano, fomos aos restaurantes que eles gostam - basicamente pizzarias e hamburguerias - ao parque, a museus, ao cinema e também ficámos em casa a emparvecer à frente da televisão e da consola, fiz-lhes bolachas e rebuçados, e deixei-os comer todos os chocolates que lhes apeteceram, esparguete e batatas fritas. Mas houve sempre sopa e fruta às refeições, não se deitaram muito tarde e lavaram sempre os dentes.

 

 

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Num dos dias fomos até Belém e passámos pelo Museu da Marinha. Não é a nossa primeira vez por ali, mas como os miúdos adoram ver os barcos, é sempre um passeio giríssimo.

 

 

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E como estava um dia lindo com uma óptima temperatura, acabámos por almoçar por ali na esplanada do Comptoir Parisien, onde se come muito bem e se está lindamente.

 

 

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27
Dez18

116 - Foi Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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passou-me mais um natal, tão depressa, como foi o ano entre o outro e este . preciso que isto demore mais, preciso que os anos sejam mais longos e os natais também . foi um fartote de doces, comidas, beijos, abraços, fitas, nós e laços . e para ser perfeito acabou numa tarde de guincho com uma temperatura tão boa e sem vento . 

 

 

 

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23
Dez18

115 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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Este ano em vez de deixar para o dia 24, adiantei-me e fiz o centro para a mesa da Consoada e o arranjo para a mesa de apoio um pouco mais cedo, e cheguei à conclusão que não vale a pena deixa-los para dia 24, porque são feitos com ramagens que quase não precisam de água, logo levam imenso tempo a secar e mantêm-se impecáveis durante bastante tempo.

 

 

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Não fugi à regra do que é normal em qualquer casa e na minha também, mantive os ramos de abeto, as bagas, as velas e as pinhas, só alterei a ordem dos factores e em vez de pinhas naturais usei as que pintei, em vez das bagas habituais usei também umas que parecem de algodão, porque já não havia bagas suficientes para o que queria.

 

 

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E este ano em vez de fazer o arranjo directamente em cima da mesa, usei uma travessa, assim é mais fácil de o tirar sempre que for preciso.

 

 

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Para a mesa de apoio, fiz um arranjo bem simples só com ramos de bagas e as tais que parecem algodão, mas que não sei o nome. Para esta mesa prefiro arranjos simples e nada de grandes confusões decorativas, afinal é ali que vão estar as comidas à espera de ser servidas e as loiças de reforço, além das bebidas.

 

 

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20
Dez18

229 - A dona de casa perfeita(mente desesperada)


Mac

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Estou muito forte nisto das compras de Natal organizadas, neste momento falta-me a couve portuguesa, porque a quero bem fresca para a consoada e tenho receio que me murche antes de ir parar à panela, e falta-me um presente que me esqueci, apesar de ter feito uma lista de todas as pessoas que quero presentear e dos presentes que quero atribuir. Faço listas para não falhar ninguém e para não fugir ao orçamento estabelecido, o que não quer dizer que não me esqueça de pessoas e/ou falhe o orçamento. Não interessa, faço listas. Não sei porquê não foi uma tarefa fácil e andei para instituir que este ano ninguém levava presentes, a não ser os meus filhos, mas tive receio que levassem a sério e depois eu também não recebia nada.

 

1º dia: Saí decidida a arrasar com a lista. Comprei uma écharpe e um conjunto de gorro e luvas, mas como achei tudo bem giro, comprei igual para mim. Pareceu-me que estava a fugir do orçamento que me estabeleci, mas também achei que era impressão minha. Segui para os brinquedos e comprei só para os mais novos. Quer dizer, também comprei um para o adolescente, mas como ele não o vai querer, fica para mim e para o meu marido. Fiquei enervadíssima com a perspectiva e se estivesse acompanhada de uma amiga aproveitava para ter uma crise e comprar qualquer coisa de impulso, mas como estava sozinha fui só beber um café.

 

2º dia: Comprei uma coisa para o amigo secreto do colégio do Pedro e outra para o outro amigo secreto e ainda uma outra para o amigo secreto das amigas. Comprei igual para mim, mas não vou usar no almoço com elas. Uso depois, se perceberem que era o meu presente, olha é porque a-do-ro o que dou. Para que estou eu com histórias? Logo que vejo quem recebeu o meu presente do amigo secreto digo que fui eu. Adoro o que ofereço, já disse? Passei na loja dos pijamas e camisas de dormir, pantufas e afins. Percebi que estava muito mal de roupa para dormir. Parei ali para verificar o meu orçamento. Continuo dentro do orçamento, porque os gastos comigo não estão contemplados na lista de Natal. Estou cansadíssima, o Natal arrasa-me com os nervos, ainda não percebi porque gosto dele. Fui para o supermercado tratar dos chocolates, chás, mantas, orquídeas e isso. As orquídeas não faziam parte da lista. As mantas também não. Não incluí livros e aqui os livros valem imenso a pena. Comprei livros.

 

3º Dia: Faltam-me todos os presentes. Parece que se multiplicam e isto não tem fim.  As pessoas, não os presentes. Tenho vontade de me atirar para o chão. As pessoas estão com um ar pouco simpático, como quem vai para uma batalha. Fui outra vez para o supermercado. Aqui as pessoas ainda são piores. Senti que ia privar alguém do último Bolo Rei da aldeia ou do bacalhau. Nunca se sabe. À cautela trouxe um Bolo Rei, mas ainda estamos longíssimo do Natal. Tivemos de comer o Bolo Rei. Não suporto o cheiro do bacalhau, tenho de o ir pôr lá fora. Maldita a hora em que mandei deitar abaixo o anexo do jardim. Agora tenho de pôr o bacalhau na varanda.

 

4º Dia: O bacalhau foi para casa da minha sogra. Fui comprar luzes e velas para a casa e aproveitei e comprei mais velas para oferecer. Qualquer dia sou conhecida pela tia das velas. É bem feita. Uma das minhas tias só nos dava meias e era conhecida como a tia das meias. 

 

Não conto mais, o Natal é uma angústia pegada, não me espanta nada que chegue a dia 24 e ache tudo o máximo, as luzinhas lindas, as pessoas maravilhosas, a casa espectacular, as comidas deliciosas, pudera é o corpo a estabilizar desta adrenalina toda.  

 

Não sei para que faço listas. Não é preciso falar de tristezas. No próximo Natal tenho de acrescentar ao orçamento uma verba para gastos de representação. Por nada, só porque acho que estas camadas de nervos não me podem trazer nada de bom.

 

 

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10
Dez18

114 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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Como digo todos os anos por esta altura, gosto imenso de personalizar os embrulhos dos presentes. Confesso que isto começou por não ter a menor paciência para esperar que me façam os embrulhos nas lojas,  depois a coisa piorou nas lojas em que nos mandam para uns balcões onde nos fazem os ditos, e ainda conseguiu piorar mais quando tiveram aquela ideia peregrina de nos pôr a fazer ali os embrulhos, cheias de sacos, papel para um lado, casacos para o outro, uma caloraça dos diabos, a mala a escorregar do ombro, os cabelos na cara, o resto das pessoas embrulhadeiras à espera, o coiso da fita-cola com uma lâmina que nem para ralar queijo serve, o papel que rasga por onde não queremos, a ausência de fitas bonitas, de paciência e o Natal transformado num circo de tristezas, ataques de nervos e papéis rasgados antes do tempo. Enfim, uma tragédia pegada. Então para evitar crises publicas, faltas de paciência e tudo, comecei a trazer os presentes para embrulhar na paz da minha casa. Depois desatar a fazer embrulhos quase temáticos, foi um pulinho.  E tudo espremido, é mais uma forma de dar afecto a quem vamos dar o presente.

 

 

 

 

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Este ano substituí o papel kraft de cor natural já habitual há vários Natais, por papel kraft branco, mantive as caixas que dão imenso jeito para embrulhar coisas mais difíceis, mas também em branco e optei maioritariamente por fitas encarnadas com qualquer coisa de dourado, ou seja regressei às fitas mais tradicionais com as cores típicas do Natal.

 

 

 

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E o resultado foi este,

 

 

 

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. mais ideias, aqui

 

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A lista das lojas onde podem encontrar todos os artigos para fazer embrulhos é a mesma dos outros anos,

. fio de pasteleiro . Staples, FNAC, Docinho de Açúcar

. caixas de cartão lisas e com desenhos . Antigo Vassoureiro

. papel kraft . Antigo Vassoureiro, Staples

. fitas em tecido . Park dos Tecidos, Antigo Vassoureiro, Tiger, Lidl

. carimbos . Amazon, Docinho de Açúcar, FNAC

. fita adesiva com desenhos . FNAC, Docinho de Açúcar

. cortadores de etiquetas e míni cartões . Antigo Vassoureiro, Docinho de Açúcar

. guizos . Zara Home, Park dos Tecidos

. mini pinheiros, tambores, bambis . Area, Docinho de Açúcar, Antigo Vassoureiro

. ramos de abeto, oliveira, azevinho, pinhas . num jardim perto de si

 

 

 

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06
Dez18

113 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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Como tinha prometido aqui, deixo também a forma de fazer rodelas de laranja desidratadas. Este método também é válido para todos os citrinos.

 

 

 

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Corte o citrino em rodelas com o máximo de 3 mm de espessura.

Faça pressão em cada rodela com papel absorvente de forma a retirar o máximo de sumo possível.

 

 

 

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Forre o tabuleiro do forno com papel de seda. Geralmente uso 3 folhas, porque se os citrinos libertarem muito líquido, uma folha não chega para absorver.

 

Disponha as rodelas numa rede ou grelha e leve ao forno pré-aquecido a 70º C durante 2 horas. A grelha é aconselhável, porque evita que as rodelas queimem, se as pusermos no tabuleiro queimam quase sempre.  De 20 em 20 minutos vire as rodelas. 

 

 

 

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05
Dez18

12 - A mãe perfeita(mente desesperada)


Mac

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O meu filho que já não acredita no Pai Natal vai para uma década, pediu para lhe darmos dinheiro em vez de presentes. Quando é que me tornei uma mãe do envelope, da transferência bancária e do não se vê nada, toma lá um beijinho? Não quero Natais assim, quero Natais de surpresas, de rasgar papéis, de guardar os laços que se aproveitam. Não quero ir ao multibanco e já está. Quero trabalheiras, reclamar da barafunda das compras, das filas intermináveis e da crise para estacionar o carro, encher-me de calor, constatar que mais uma vez devia ter vestido só uma t-shirt e uns calções, que não fui criada para isto, tenho mais o que fazer, mas não dispenso uma confusão, se calhar isso também é o sal da vida, ou a pimenta. Não quero sentar-me à frente do computador e já está, lá foi ela da Lapónia para o sapatinho, que é como quem diz nesta realidade: transferência conta a conta. Quero continuar a planear tudo e tudo, mas a deixar qualquer coisa para dia 24 e depois reclamar mais um bocado, voltar a encher-me de calor, puxar as golas altas e arrastar os casacos e os sacos. 

 

Dinheiro? O meu filho cresceu e já não quer brinquedos, jogos de consola, legos e o presente antecipado, aquele do dia em que a mãe ia falar como Pai Natal e o Pai Natal mandava sempre um agrado porque ele é um bom menino e tem boas notas e tudo. E eu já comprei o presente adiantado, o tal que o Pai Natal manda quando vou falar com ele e levo as listas dos meus amores, é que apesar de ele já não acreditar no Pai Natal, esta mãe de tanto fazer a pantomina, voltou a acreditar.

 

Os filhos levam-nos de novo para a infância e quando achamos que aquilo é para durar para sempre, um dia pregam-nos uma rasteira e é o que se sabe, o Pai Natal afinal não existe. 

 

  

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03
Dez18

111 - Já fui feliz aqui


Mac

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e chegámos ao mês mais bonito do ano. apesar de ser pelo verão, o natal é aquela ilha que salva o inverno . já disse muitas vezes, para mim existe o inverno antes do natal, aquele que é suportável e o inverno depois do natal, o da contagem dos dias para o verão, para o bom tempo, para o lombo ao sol e as pernas dentro de água lá fora . este ano passou-me a correr, ainda ontem andei a embrulhar presentes, a correr lojas, a decorar a casa com luzes e ramos, ainda ontem carreguei a árvore, as bolas brilhantes e as luzes, fui comprar as coisas para a consoada e arrumei a casa e o natal, e de repente cá estou outra vez a repetir tudo, a vila toda enfeitada e a roda gigante a girar  . eu gosto desta repetição . gosto de ir comprar os presentes, de fazer embrulhos especiais, pensar na ementa para o jantar, na decoração da mesa e da casa . cada ano que passa, passa-me mais depressa, parece-me que isto é proporcional à idade, dantes os anos levavam-me séculos e era bom, às vezes era bom, era uma miúda e tinha todo o tempo do mundo, achava eu . agora encho-me de saudades dos que já não estão cá . depois vou pondo pela casa o que me ficou de outros natais, já tantos, e de uma certa forma há vida e consolo nestes natais . pelos enfeites que me ficaram da árvore de casa dos meus pais, pelas formigos da minha avó, a roupa velha e o arroz, e as toalhas da minha outra avó . pelo menino jesus que sempre vi na casa da minha tia mais velha, que foi a minha avó de coração, muito mais avó do que as minhas avós . a minha tia estava sempre e estava nas férias grandes e íamos com ela para o alentejo . foi ela que nos contou histórias até adormecer, nos ensinou crochet, tricot e a bordar, teve uma paciência infinita para me deixar cortar bolachas e rapar todas as formas dos bolos e me chamava para eu ver como se faz caramelo, nos deixava comer melancia à dentada e usar muitas pulseiras . e nos finais daqueles dias de agosto no alentejo dava-nos um banho e dizia estes joelhos têm de ser esfregados

 

a certa altura o natal é bem capaz de também ser isto, um tempo para lembrar mais .

 

 

 

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27
Nov18

112 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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E agora fica uma ideia para aproveitar as laranjas com cravinho e as pinhas brancas para a decoração de uma mesa a pensar na época de Natal.

 

 

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No centro da mesa pus umas ramagens que trouxe do mercado e pus em dois copos para velas as flores e um raminho com laranjas miniatura que fui buscar ao meu jardim, depois distribuí as laranjas com cravinho, as pinhas brancas e umas rodelas de laranja secas, que fiz aqui em casa (depois conto).

 

 

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Para completar o conjunto e dar mais cor à mesa, pus em cima dos guardanapos um ramo de folhas, uma laranja miniatura e uma rodela de laranja seca.

 

 

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26
Nov18

111 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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Este trabalho não é novidade por aqui e como nesta altura do ano gosto muito de ter a cozinha a cheirar a laranjas com cravinho, fiz novamente.

 

 

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E com os anos e a repetição fui ganhando algumas manhas para não magoar as mãos, ser mais rápida e inovar qualquer coisa nos desenhos.

 

 

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Uma delas é fazer um furo com um pau de espetada antes de pôr os cravinhos, isto evita que seja necessário fazer tanta força, é que se fosse só uma laranja, era pacífico, mas ao fim de 4 ou 5  laranjas começa a custar. Outra é não usar laranjas acabadas de sair do frigorífico, porque a casca fica mole e é mais difícil de trabalhar.

 

 

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Depois é usar os instrumentos para gravar madeira (à venda nas grandes superfícies de bricolage) e fazer os desenhos que nos apetecer, e saem sempre laranjas giras para pôr na fruteira, fazer arranjos, decorar a mesa e a casa.

 

Depois mostro mais ideias.

 

 

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