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a vida em azul cueca

09
Out18

09 - A mãe perfeita(mente desesperada)


Mac

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Aos cinco anos o meu filho mais novo começou a ir todas as noites para a nossa cama. Já não vai, mas já não vai há uns dias, não sei se já posso cantar vitória.

 

Isto começou devagarinho há cerca de um ano, assim como quem não quer a coisa, não foi por medos, pesadelos ou qualquer outro factor negativo, antes pelo contrário. Começou nas manhãs de sábado e domingo, porque era giro para ali ficarmos todos na nossa cama, a conversar e preguiçar. Depois veio o Inverno e estava frio e tão querido, meu rico filho quer quentinho e anda cá para o meio do pai e da mãe. Depois já ele estava instalado e a dormir profundamente quando dava por isso e porque estávamos cansados e sem forças para o devolver à sua cama. Depois começámos a sentir falta de espaço e veio o Verão e três pessoas numa cama é desconfortável e lá o devolvíamos à sua cama e ele voltava a aparecer uma e duas e três vezes e depois negociámos e ele disse que sim, mas às cinco da manhã lá estava ele entre nós e depois o pai começou a ir dormir parte da noite para a cama do filho e o filho ficava na nossa cama. Parou! Não sou adepta do co-sleeping ad nauseam.

 

As primeiras noites não foram fáceis, afinal tínhamos deixado instalar o hábito durante um ano e dividimos a tarefa de o levar para a cama, uma noite o meu marido, a outra eu. E assim foi, não o deixámos ficar mais na nossa cama e fizemos com que regressasse sempre à sua, sempre sem perder a paciência, sem frases que incluíssem um não, sem levantar a voz, sem o despertar muito e isso dar azo a choros, ali sempre com calma a fazê-lo voltar para a cama. Tivemos duas noites em que quase desistimos, o Pedro apareceu-nos doze vezes numa delas e na outra dezanove, mas era desistir e continuar a tê-lo na nossa cama, ou aguentar estoicamente e voltar à normalidade de uma família correctamente distribuída pelos quartos que planeou.

 

E resultou. Agora só me arrependo de não ter feito isto mais cedo. Quero tanto cantar vitória.

 

 

 

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26
Set18

217 - Os sapatos, a vida, o nirvana, eu e meu umbigo, e outras divagações


Mac

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 | os sapatos |

 um dia jurei que nunca vestiria tareco, sou pessoa de juras . juro muito e cumpro, excepto no reino da roupa, um reino onde não sou de confiança e até dada a outras larguezas de carácter, o que juro não vestir hoje, amanhã visto, por exemplo . não interessa . um dia jurei que não vestiria leopardo, tigre, zebra, unicórnio ou pombo . calçar talvez, mas nunca com saltos, só sabrinas, loafers, mocassins e tudo quanto fosse raso . pois foi . mas não tenho culpa, tenho uma coisa por sapatos, não posso ser levada a sério . 

 

 

| a vida |

não sei o que tem setembro para gostar tanto dele . já não tem tanto verão e eu sou uma mulher do verão . e tem uma luz diferente do verão, já não é tão branca, é mais doce e os fins de tarde são mais laranja, os dias já são mais curtos e os dias bons a esplanar, as jantaradas lá fora e os dias de praia até à náusea já não são uma constante, os miúdos começam as aulas e eu gosto é de os ter comigo, o fim da tarde na praia é deprimente e começa o outono . eu gosto do outono, acho . mas gosto mais do verão . e adoro setembro . não sei porquê .

 

 

 | o nirvana |

o meu filho mais novo não gosta de dar beijinhos às pessoas para as cumprimentar . as pessoas insistem então e o meu beijinho?! e a criança não dá e a mãe da criança não o obriga . a criança diz boa tarde, ou bom dia, mas não dá beijinho e quando as pessoas esperam que a mãe da criança o mande dar beijinhos, a mãe da criança não manda . se as minhas crianças não gostam de dar beijinhos, não dão beijinhos . quando as minhas crianças querem dar beijinhos, dão beijinhos . aqui pratica-se a democracia do beijinho, em que a criança é que manda nos beijinhos que quer dar . e vivemos bem com isso .  

 

 

 

| eu e meu umbigo, e outras divagações |

este ano não fiz jantar de despedida do verão propriamente dito, aquela coisa de juntar uma data de gente no último dia do calendário e adeus verão, ai jasus, vamos ter saudades e isso, não fiz, este clima quente no outono não me inspira, só me inspira a continuar no registo de jantares lá fora como se ainda fosse verão . e ninguém lhe sentiu a falta, prometi que este ano fazia um jantar de boas vindas à chuva, parece-me uma coisa com mais nexo . espero que no final de outrubro, no dia dos meus anos, já não esteja calor, como esteve no ano passado . gostar do verão é uma coisa, gostar de calor fora de época é outra completamente diferente . não consigo achar piada ao outono com calor, praia e mangas curtas . cada coisa a seu tempo, no seu tempo .

 

 

 

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07
Set18

08 - A mãe perfeita(mente desesperada)


Mac

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Todas as mães são exímias na arte de forrar cadernos e livros com película aderente, plástico autocolante ou lá como se chama. Eu ando nisto há 18 anos e continuo a rainha da bolha. Quer dizer, não são 18 anos disto, a verdade é que só forrei os cadernos e livros do mais velho até ao 7º ano, depois instituí o amor aos livros, a cuidar do que é seu e a não atirar a mochila como se fosse uma pedra. Os miúdos precisam de asas e liberdade de pensamento, tomar decisões e isso. Fiz a minha parte, o resto não interessa.

 

Entre um e outro tentei várias estratégias, repeti algumas por incredulidade no falhanço, e voltei a falhar, a saber:

1. não cortar a folha autocolante, tirar a folha de papel e atirar com o livro à maluca : bolhas mil e veios estranhos para rebentar com um alfinete, que depois de rebentados fizeram uns altos

2. cortar a folha um pouco maior que o livro, descolar metade, pousar a contracapa do livro e depois puxar o resto: bolhas e mais bolhas

3. deixar o livro fixo e descolar só um bocadinho de folha e ir colando com a ajuda de uma régua com o livro aberto: sem muitas bolhas, mas o livro não fecha

4. igual à anterior mas com o livro fechado contornando a lombada: resulta qualquer coisa

5. comprar capas de plástico transparente pensadas para os manuais escolares mas que saltam da capa do livro: sem comentários

6. não forrar livros nem cadernos: resulta muito bem

 

Forrei 4 cadernos. 

Falta-me colar as etiquetas em todos os lápis, canetas de feltro, régua, tesoura, equipamento de ginástica, sapatos e no miúdo. Já tratei das meias do uniforme, mas não vi o que ainda serve. Se calhar nada e o meu rico filho não tem o que vestir, mas encomendei as camisolas de inverno porque me lembro que as do ano passado já não lhe serviam e comprei as sapatilhas de ginástica, a mochila e o estojo.

 

Estou exaurida dos nervos. Com este mais novo vou instituir o amor aos livros mais cedo, o 7º ano parece-me demasiado longínquo.

 

 

 

 

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06
Set18

215 - Os filhos, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Esta noite esta mãe que vos escreve leu até às 6, hora a que o adolescente entrou neste lar que o acolhe com tanto amor e carinho, porque era despedida das noitadas e lá o sítio onde eles vão, que até era onde nós também íamos, mas um bocadinho mais velhos do que ele, agora fecha no Outono (aleluia) e era o último dia e portanto havia que abusar do horário até o sol raiar. Dormi até às 8, hora a que o mais novo achou que era boa ideia tomar o pequeno-almoço, ligar a televisão, ir buscar os bonecos e a caderneta, ver o filme do não sei quantos, reclamar que a box foi abaixo e onde está o Ben 10 e os não sei quês (e são 6 canais infantis para a mãe enlouquecer devagarinho e aquela hora sei lá eu onde dá o quê, mas ele sabe). Ontem o adolescente teve cá amigos e eu ainda dormi até começarem os assaltos ao frigorífico. Ouço bem demais eu. Então resolvi que era melhor ler. Li até às 5 da manhã e às 7 tinha o mais novo com fome e a querer não sei o quê.  Sei que lhe liguei a televisão e ele afinal queria silêncio, ficou bastante aborrecido e disse-me que já não era um bebé. Dormi até às oito no sofá porque já não consegui lembrar-me da minha cama. Antes de ontem já não sei o que aconteceu cá em casa, mas eu li, depois o meu marido tirou-me o livro e os óculos algures durante a noite e dormi até às 6, hora a que o mais novo resolveu acampar na nossa cama e empurrar-me até onde é aceitável que um corpo adulto de 55 quilos (ipiurra para mim) fique em repouso sem cair.

 

 

 

[hoje instituí o horário de tempo de aulas, não me apetece ler tanto]

 

 

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03
Set18

07 - A Mãe Perfeita(mente desesperada)


Mac

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tivemos um dia de praia cheio de sol e outro com nevoeiro, mas ambos espectaculares . comi a primeira bola de berlim do ano, estou muita forte, e a última . entretanto chegou setembro com ares de setembro, eu acho . acho os finais dos dias mais frescos, as noites mais longas e uma luz diferente . não tenho pressa que o verão acabe, nem sequer é suposto que acabe em setembro, mas também não desejo que dure até outubro com um calor despropositado para outubro como foi no ano passado . quero que dure aquilo que tem de durar no tempo normal . para a semana começam as aulas do mais novo . não tenho pressa no regresso às aulas, não tenho pressa que as férias dos miúdos acabem, não acho as férias grandes, grandes de mais . por mim duravam mais um bocadinho, não era altura de comprar cadernos, rever roupas e calçado, ver de mochilas e estojos . por mim os filhos ficavam mais um bocadinho no meu colo 

(por mim os filhos ficavam sempre no meu colo) . os meus filhos têm muita pressa em crescer . eu não .

 

 

 

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28
Ago18

213 - Os filhos, as férias grandes, o nirvana e eu


Mac

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we're caught in a trap, I can't walk out, because I love you too much, babyyyyyyyyyyyyyyyyyy, ó mãe não se diz trap, é trep . why can't you see, what you're doing to meeeeeeeeeeee . o que é que tu sabes? . pois sei . a mãe sabe falar inglês! . não sabe nada, achas? diz trap em vez de trep . when you don't believe a word I say? . cheiras mal . tu é que cheiras . ó mãe é mesmo preciso cantar? essa música é tãaaaaaaaaaaaaaaaaao velha, já ninguém ouve isso . eu gosto da mãe a cantar . mas tu cheiras mal . ó mãe ele disse que eu cheiro mal . pois cheiras . e tu cheiras mal . calem-se os dois . mas foi ele que começou . não me interessa, os dois calados . só se a mãe não cantar . eu continuo a cantar . de quem eu gosto, nem às paredes confessoooooooooooooooo . blagh, fado? . não, isto é pop rock das mães . não teve piada . eu não tenho piada . a mãe tem piada! . deixo de ter quando vocês crescem . vá já chegámos, saiam . este puto é insuportável . eu fico no carro . está bem . eu quero sair, deixa-me sair, estúpidooooooooooooooo . ó mãe ele não me deixa saiiiiiiiiiiir, socorrooooooooooooo! ó mãe ele mordeu-me . não mordas o teu irmão . vou-te matar . não mates o teu irmão . ó mãiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii . 

 

 

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25
Jul18

212 - Os filhos, as férias grandes, o nirvana e eu


Mac

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 enquanto não chegam as férias a quatro e com o pai desta família ainda a trabalhar, faço uma espécie de férias com os miúdos por aqui . a verdade é que há sempre o que fazer, se não dá para ir à praia (a sério, chove em julho?), há museus, esplanadas, restaurantes giros, feiras, parques e ideias mil . quanto a restaurantes, com os meus filhos só há três universos: onde se come bifes, pizzas ou hambúrgueres, o resto não existe, ou existe mas sob protestos . ora como durante todo o ano há regras para tudo e tudo, nas férias grandes não há . este é um tempo em que me dou ao direito de fazer todas as vontades aos meus filhos, podem dormir até mais tarde, comer pizzas até à inconsciência, batatas fritas também, passar um dia de pijama em casa, ou todo na praia com direito a todos os banhos de mar, bolas de berlim e gelados, podem saltar um ou outro banho, não se pentearem e vestirem o que quiserem . andar descalços todo o dia também . são as minhas férias de imposições, regras e chamadas de atenção, e são as férias deles que trabalharam todo o ano, fartaram-se de ter sono de manhã, de ir para a cama sem sono, de comer peixe e legumes e frutas, de ter horários para tudo e actividades mil . são as nossas férias grandes, são o nosso tempo de criar memórias boas que me sabem pela vida . 

 

[nas férias grandes deles consigo imaginar a avó que vou ser um dia]

 

 

[finalmente a obra no jardim está pronta]

 

 

 

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20
Jul18

06 - A Mãe Perfeita(mente desesperada)


Mac

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Um dia ainda pequenino ele quis um triciclo, andou no triciclo, esfolou os joelhos e a mãe não querendo ser daquelas mães piegas, não ligou, quer dizer liguei, mas não mostrei, aguentei o choro dele, o ardor e tudo, tratei as feridas, disse que fazia parte e que ia acontecer muitas vezes. Ele esfolou as pernas e já não chorou, à mãe dele continuou a doer tudo por dentro. Fez-se homem, ou pré-homem e foi o skate, os joelhos esfolados, as descidas a pique pela rua aos pares encavalitados num só skate, as curvas que não fizeram e os joelhos esfolados, os cotovelos também e as cabeças partidas. Depois, ou ao mesmo tempo, ou antes, já não sei, foi a bicicleta e mais não sei quê nos tornozelos a que ele não ligou e a mãe dele fingiu que não se ralou, é homem, faça-se homem, todos nos esfolamos, faz parte. Consegui fintar a mota com a promessa da carta aos dezoito anos. Consegui que não andasse na mota deste e daquele. Agora disse-me que ia com os amigos até ali porque iam comemorar a carta do coiso. O coiso tirou a carta há 2 dias. Dois dias. Dois di-as. Quando ele era pequenino nunca o deixei andar com a mãe deste e daquele, sabia lá eu como é que a mãe deste e daquele conduzia. 

 

Ontem disse-me que tinha muita vontade de ir para a Marinha. Qualquer dia diz-me que quer ir para a Força Aérea. Tem uns dentes espectaculares, por aí não vai ser impedido. Não lhe pago mais idas ao dentista. O dinheiro faz-me falta para o cardiologista.

 

 

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11
Jul18

211 - Os filhos, as férias grandes, o nirvana e eu


Mac

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Este ano já não houve colónia de férias para o adolescente aqui de casa, mas a verdade é que as férias de Verão são enormes, os miúdos vão à praia, estão com os amigos, saem, mas apesar de eu achar que não é um tempo de estudo, nem de os sobrecarregar com actividades, uma ou outra não fazem mal absolutamente nenhum, antes pelo contrário. Por isso propusemos-lhe fazer uma semana nas actividades de Verão na ULisboa e ele optou pela Faculdade de Direito.

 

 

 

O Verão na ULisboa é uma iniciativa da Universidade de Lisboa que proporciona a oportunidade única de conheceres e experimentares o ritmo e o espírito da vida académica.

Durante uma semana, podes ser um verdadeiro veterinário, dentista, artista plástico, arquiteto, advogado, escritor, designer, cientista, treinador, geógrafo, historiador, farmacêutico, biólogo, investigador, agrónomo, geólogo, físico, economista, gestor, engenheiro e... muito mais.

Esta iniciativa é para todos os que vão frequentar o 7.º, 8.º, 9.º, 10.º, 11.º ou 12.º anos. Ao todo são vários programas, distribuídos pelas duas primeiras semanas do mês de julho com muitas atividades de caráter científico, lúdico e desportivo.

Os alunos que vão frequentar o 10.º, 11.º ou 12.º anos participam na 1.ª semana. Aqueles que vão frequentar o 7.º, 8.º ou 9.º anos vivem o Verão na ULisboa na 2.ª semana. Em cada Escola, está um conjunto de professores que preparou um plano completo de atividades (jogos, experiências, visitas e workshops) para mostrar os conhecimentos básicos, os métodos de trabalho e as tarefas práticas, relativos aos cursos lecionados na ULisboa.

Diariamente, os participantes são acompanhados por monitores, que também são alunos da Universidade, que ajudarão a resolver os desafios colocados, responderão a dúvidas e darão a conhecer as instalações, mostrando como é a vida universitária.
Todos os participantes no Verão na ULisboa podem conhecer e interagir, de forma dinâmica, nos laboratórios, salas de aulas, centros de investigação, entre outros espaços, que fazem parte da ULisboa.

 

 

 

 

 

Por aqui foi esta a escolha, mas há mais universidades com este tipo de actividades, basta fazer uma pesquisa por Actividades de Verão nas Universidades e encontramos tudo sobre o assunto.

 

Foi uma óptima experiência, o adolescente adorou, ficou entusiasmadíssimo e só temos pena de não ter começado mais cedo. As actividades deste Verão já terminaram, mas para quem tem miúdos, fica a ideia para o próximo ano. 

 

 

 

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27
Jun18

04 - A Mãe Perfeita(mente desesperada)


Mac

 

 

 

 

Fiz uma lista do que queria comprar nos saldos. Só reforçar o stock de camisas de linho e fatos-de-banho, o meu forte para o Verão. Era tão óbvia que nem a levei, de certeza que não me ia esquecer de nada. E fui. Vi uns calções de banho bem giros para o mais pequeno e agarrei-os como se fossem a última Coca-Cola do deserto, e eram, porque eram os últimos 2 pares, depois lembrei-me que o mais velho já não cresce assim tanto, mas precisa de variedade, então agarrei-me a uns calções de banho para homem adulto, depois lembrei-me que ele não está lá muito bem de t-shirts e trouxe umas. A seguir raciocinei que o mais pequeno só tem t-shirts do ano passado e agora começou as actividades de praia e isso, então agarrei-me às t-shirts que havia, sweatshirts também, e ténis também.

 

Amanhã vejo das camisas e isso para mim. Continuo muito boa em planeamento, a cumprir também.

 

Já agora, por acaso este ano acho os saldos muito bons.

 

 

 

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