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a vida em azul cueca

24
Jul20

296 - as férias na era covid, a vida, o nirvana e eu


Mac

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vamos com o toldo na praia marcado, as horas dos pequenos-almoços, os restaurantes para almoços e jantares também . só não decidi o que vou comer, ninguém me exigiu isso, ao menos isso . vamos com as férias todas compassadas, calculadas e sem surpresas . este ano não há hoje apetece-me jantar ali, não há nada ao sabor dos ventos nem das vontades . não há imprevistos, surpresas - esperamos nós - nem descobertas, não vamos explorar nada, conhecer de novo, ou experimentar . há bem pouco tempo se me dissessem que ia fazer umas férias calculadas ao milímetro, não ia . hoje estou a contar as horas para ir . 

 

até já

 

21
Jul20

295 - A maquilhagem com máscara, o batom encarnado, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Desde que começou esta coisa toda da pandemia que não me maquilho, excepto os olhos, esses maquilho sempre para se notar que existem. Ainda houve um dia que me maquilhei, já nem sei para quê, acho que foi só porque sim, mas a verdade é que me faltou a vontade e para as poucas saídas sempre com máscara que fiz durante o confinamento, maquilhar os olhos chegou-me.

 

Depois do confinamento também não ajudou ter visto a minha vida social reduzida, as saídas sempre com máscara e ainda a acrescentar, agora com o bom tempo e qualquer coisa bronzeada, também  não me apetece maquilhar, acima de tudo faz-me um bocado de confusão ter uma máscara em cima da maquilhagem.

 

Mas no outro dia fomos jantar fora e apeteceu-me, ia só usar a máscara no trajecto do carro para a esplanada, portanto era pacífico.

 

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Então comecei a pôr o iluminador, nada de iluminador nas olheiras, isso eu ainda me lembrava, não as queremos iluminadas, é ali ao lado nos ossos dos malares, depois entre os olhos, e apercebi-me que bastam dois pares de meses para me esquecer da ordem e forma de aplicar as coisas todas que aprendi nos últimos anos a duras penas, efeitos perversos e quilómetros de Youtubas. Tanto tutorial de Youtube para o lixo em dois pares de meses. Ainda pus corrector nas olheiras, mas já não fui ao pó translucido, não usei sombras nos olhos e borrifei para o lápis das sobrancelhas, mas não devia, porque no outro dia quis apanhar com a pinça um pêlo branco que me apareceu na sobrancelha esquerda, fui tirando pelos e parece-me que estou com as sobrancelhas desequilibradas. Não interessa, o que interessa é que  basicamente passei a terracota para uniformizar o bronzeado e soube-me pela vida, acima de tudo, senti-me maquilhada, e não me fez confusão pôr a máscara por cima. Se calhar agora o segredo para me maquilhar e usar máscara, é só não abusar e fazer uma coisa leve e simples. parece-me que é esse o caminho.

 

Fica para resolver a questão do uso da máscara e do batom encarnado. A seu tempo.

 

A maquilhagem faz-me bem aos nervos. 

 

 

20
Jul20

310 - A dona de casa perfeita(mente desesperada)


Mac

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Entretanto a lavandaria ficou pronta, a divisão desta casa que já passou por mais sítios e já levou mais voltas. Começou por estar no sítio construído de raiz para isso, mas cheguei à conclusão que era um desperdício, porque era um espaço demasiado grande para o efeito, que resolvi converter e passar para ali o escritório. Taparam-se canalizações, arrancou-se revestimento de paredes, instalou-se outro tipo de iluminação, estantes e tal, e de lavandaria nada ficou.

Então foi para o anexo do jardim, tinha toda a lógica. Deixou de ter lógica, quando resolvi que o anexo tinha de desaparecer do jardim para termos mais espaço ao ar livre. Coincidiu com a época em que deixei de ter empregada interna e podia passar a lavandaria para a casa de banho dela. É um espaço pequeno, mas suficiente para instalar o que é preciso, mas como já tinha mudado de ideias duas vezes, achei que era melhor não tornar logo a coisa definitiva, só se fez o básico, que foi tirar o duche e a sanita e adaptar a canalização para a máquina da roupa.

 

 

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E assim focou durante dois anos, com a secadora em cima da máquina da roupa, uma estante para ter a tralha toda e pouco mais. Ao fim de dois anos confirmei que aquela casa de banho já não era necessária, portanto aquele espaço seria o sítio ideal para o que queria. A única desvantagem em relação aos sítios anteriores, é que como eram maiores e tinham janelas, dava para passar a ferro e neste não dá, mas não é crítico.

 

 

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Com a certeza que é este o espaço definitivo, foi só mandar fazer duas prateleiras à medida e uma bancada, onde ficaram instaladas as máquinas e o tanque. Escolhi um tanque em loiça porque os de acrílico não me convencem. Nesta casa de banho existiu um lavatório em acrílico que foi a pior compra da minha vida, rapidamente ficou feio e cheio de manchas.

 

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Para aproveitar o espaço debaixo do tanque, foi feito um armário com duas gavetas, uma para os frascos mais pequenos e uma outra bem grande para caberem os detergentes maiores. Preferi gavetas em vez de armário simples, porque fica sempre tudo bem visível e acessível, os frascos que ficam ao fundo não ficam esquecidos e é mais fácil tirar as embalagens mais pesadas, mesmo as que estão no fundo do armário.

 

 

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E pronto, uma lavandaria definitiva (espero).

 

 

Acho alguma piada às ideias de disposição e decoração que tinha quando mudámos para esta casa, não mudaram diametralmente, mas mudaram muito. É muito diferente olhar para uma casa e calcular como se vai viver nela e depois habita-la. Afinal há coisas que não estão com nada, outras têm de ser adaptadas e claro, surgem quinhentas ideias novas que só quando se vive numa casa é que fazem sentido. 

Parece-me que não há nenhuma divisão nesta casa que não tenha levado uma volta ao longo destes anos. Tenho a certeza.

 

___________________________________________

[já agora, uma coisa que dá muito jeito é um desumidificador com função para secar roupa (comprei este). na época das chuvas é óptimo para as roupas que não podem ir à secadora, ou para peças que na secadora ficam demasiado amachucadas e difíceis de passar a ferro, como por exemplo as peças em linho]

 

 

14
Jul20

290 - A Sério??!! Menos, por favor


Mac

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Vi, ninguém me contou, uma pessoa que dirigia uma carrinha onde estava escrito "lailailai Organic Food", atirar a máscara janela fora, assim de janela aberta ali mesmo em frente ao Atlântico e eu a ver a máscara a voar, ali na Marginal às 10.05 da manhã de dia 13, entre Cascais e o Estoril. Depois parámos ambos no mesmo sinal para virar para o Estoril e eu fotografei a pessoa organic food. Ainda parados no semáforo, a pessoa organic food atirou a beata para o chão da rua. Podia ter sido para o chão do carro que conduzia da empresa onde trabalha, na loucura no cinzeiro, mas não, foi para o da rua. Compreendo, o trabalho que dá limpar cinzeiros, e o cheiro? Que nojo. Ontem, no tal dia 13, estiveram quase 40º C.  Foi então que percebi, a pessoa do organic food atirou a máscara porque não podia fumar com ela posta e qual o melhor sítio para se livrar da máscara, que na certa vai derreter e fundir-se na natureza, onde o organic food vai buscar as coisas mais organic para fazer food bastante organic, do que na própria natureza? A beata, ora, toda a gente sabe que as beatas também são organic e são absorvidas num abrir e fechar de olhos pela natureza. 

 

(mas tem tudo de vir ter comigo? tenho de assistir a todos os actos de porcos incivilizados, ou as outras pessoas também levam com eles? chego a achar que sou protegida por uma deusa velhaca, traiçoeira e má . ou então pela deusa dos assuntos insólitos para escrever no blog)

 

#tenhoímanparadoidos

#feiosporcosemaus

 

14
Jul20

309 - A dona de casa perfeita(mente desesperada)


Mac

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no sábado fui retocar as raízes da idade e das ralações, não saí de lá mais nova, mas saí mais compostinha . vesti branco em todas - ou quase todas - as suas possibilidades, vi o mar que me está debaixo do nariz e comi um gelado à hora que numa época normal estaria na praia a desbundar entre a areia e o mar . o guincho tem estado óptimo, disseram-me, e eu continuo sem ir à praia . cá coisas . tivemos umas noites quentes como tudo e jantámos lá fora .

 

 

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ontem fui ao ginásio e constatei que a minha aula passou para 15 pessoas, claro, onde cabem 12, cabem 15 e qualquer dia passamos a 18 e a seguir é um tirinho para sermos 21 . sei muito bem a tabuada dos 3 . já fui avisando de umas cenas, não vá depois cair o carmo e a trindade . a mim é-me igual, tanto vou para ali, como para acolá, só preciso de espaço, uns quaisquer 2 metros chegam-me .

 

 

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hoje tenho uma pequena obra em casa . achei que a lavandaria precisava de uma volta, vai daí, vai levar a volta e ficar mais funcional e mais agradável . não sei se tenho mais pena dos homens que andam para aqui a carregar coisas com máscaras na cara com esta caloraça, se de mim, que estou a ter pequenos curto-circuitos porque não os posso obrigar a raspar o calçado em lixívia de cada vez que entram . ou posso?

 

10
Jul20

308 - A dona de casa perfeita(mente desesperada)


Mac

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Há um flagelo que atinge a humanidade e que só eu é que vi. Se calhar outras pessoas também se aperceberam, mas não tiveram a coragem que eu tenho para abordar o assunto. Não falei nisto mais cedo, porque achei que era coiso da minha parte, mas agora que o mundo está tão mal, sinto-me à vontade para vocês poderem até minimizar a minha constatação e sugerir-me soluções que não vão resultar. 

Posto isto, vou falar: as etiquetas que vêm agarradas aos produtos têm cola a mais. É isto.

São as etiquetas que se rasgam e a pessoa fica ali agarrada a mil papelinhos que tem de arrancar ao milímetro. São as etiquetas que deixam a cola no objecto, que não sai nem com álcool, nem detergente, nem nada, evoluindo para uma gosma preta ao sabor dos tempos, são as etiquetas que saem bem, bem, tão fáceis, que a cola fica toooooooooooda no objecto e nada no papel e não menos importante, a primeira folha dos rolos de papel higiénico que vem tão colada, que ao arrancar aquilo ficamos com metade do rolo nas mãos, porque depois têm a folha dupla desencontrada e aquilo desenrola-se de uma maneira muito estranha. Há mais variantes do uso abusivo de cola, mas já deu para ver a ideia.

 

Agora comprei um cabo para a esfregona e para arrancar a etiqueta estive cerca de 34 minutos da minha vida naquele serviço. Não ficou bem e parece-me que ficou inutilizada, porque a cola não sai e a etiqueta estava precisamente no sítio onde se pega, ou dá jeito pegar. Também lhe podemos pegar mais abaixo o mais acima, mas já agora gostava de ter a liberdade de pegar onde bem me apetece.

 

E é isto, já nem sequer vou falar na quantidade de caixas e frascos que não aproveito, porque não estou para passar três horas a arrancar as minhas unhas contra a etiqueta.

 

08
Jul20

307 - A dona de casa perfeita(mente desesperada)


Mac

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o meu marido está em teletrabalho intermitente, esta semana não fica em casa, para a semana volta a ficar . esta semana ainda não houve uma única entrega de compras online . devia fazer apostas a dinheiro . o mais velho acabou os exames e foi ao barbeiro, não cortou quase nada o cabelo e continua cabeludo, portanto . entrou em férias, mas ao contrário do que eu esperava, não achou que o vírus se tinha finado e, para já, continua com juízo . ainda não quero dar vivas, mas parece-me que lavei bem o cérebro dos meus rapazes com as medidas de higiene contra o vírus porco . baldei-me à ginástica, acordei com o entusiasmo de uma lagarta  . as lagartas não me parecem bichos entusiasmados com a vida . sinto-me com cerca de 109 anos, mais coisa, menos coisa . arranjei as alças de dois vestidos que nunca usei porque eram tão grandes que ficava com um decote gigante, mas na altura em que decidi que os trazia, assumi o compromisso de os arranjar e foi assim que me deixei comprá-los . passaram-se 3 anos e agora posso estrear os vestidos . tenho arranjado imensas coisas nesta casa, que se arrastavam em adiamentos sucessivos e esquecimentos também . até arranjei uma pêra em loiça que o pedro partiu há 7 anos, portanto com um ano, colei os cacos todos, enchi as fissuras com massa e pintei . vou acabar esta coisa do covid numa perfeição de meter nojo . alguma ironia haverá nesta porcaria toda . 

 

 

08
Jul20

294 - As férias na era Covid, a vida, o nirvana e eu


Mac

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quando isto tudo ainda ia no início e nós confinados há 30 dias, mais coisa menos coisa, falámos sobre as férias . desmarcar, não ir, passar aqui o período de férias, também não vinha mal ao mundo, vivemos ao pé da praia, se não der para ir à praia, há piscina . desmarcámos mentalmente . eu amuei um bocado, mas convenci-me que não haveria férias, pelo menos no nosso conceito de férias, talvez ir até ao alentejo, onde está tudo controlado, pelo menos ali, mas sem certezas, nada é uma certeza agora . só que agora o alentejo acaba por ser só mudar de casa, mas continuar na mesma vida e também implica aquela logística de pensar em refeições, passar no supermercado e mais não sei quê e neste momento, e há muitos momentos atrás, eu encontro-me uma pessoa saturada de pensar em refeições, pena que também não esteja saturada de comer, isso não, benzádeus, que nunca lhe falte nada . não, pensar em refeições não se encaixa no conceito de férias . há já alguns anos que o conceito de férias de verão por aqui, passa só por uma cama confortável com pequeno-almoço incluído, almoço e jantar a marcar por perto, piscina e acesso a pé à praia, e condição importantíssima,  nunca mais pegar no carro . basicamente uma coisa entre não fazer nada até ao aborrecimento que nunca conseguimos atingir, sem qualquer pena ou remorso, e não fazer nada sem nenhuma pena e imenso gozo .

há uns anos para cá, que nas férias nos confinamos algures, por fé no descanso, e mantemos o distanciamento social, por convicção na humanidade . este ano repetimos com ajustes que nunca imaginámos, mas com o mesmo fim . 

 

(e eu estou a contar os dias para as férias)

 

 

07
Jul20

83 - Eu gosto é do Verão, de mesas com flores e pratos trocados


Mac

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E para um dos jantares dos últimos dias, pus a mesa assim. Nada de novo, voltei a misturar serviços e usei uns guardanapos e uma toalha com padrões idênticos, mas cores diferentes, só para não ficar tudo em azul e branco.

 

 

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Também regressei às águas aromatizadas (*), que são excelentes para dias muito quentes e feitas em garrafas resultam num elemento decorativo muito bonito. 

 

(*) alguns exemplos aqui

 

 

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As águas aromatizadas  além de uma boa solução para dias muito quentes, são a solução ideal para pessoas que não são chegadas a beber a quantidade necessária de água por dia, infelizmente sou uma delas, mas se a coisa tiver um cheirinho a frutas, lá se cumprem os quinhentos copos de água diários.

 

 

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E foi isto, azul e águas numa noite de calor.

 

 

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06
Jul20

141 - Vesti, gostei e sou capaz de repetir


Mac

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Com a chegada do calor a sério, este tão bom de Julho, só me apetece vestir de branco. Verdade se diga que me apetece sempre, mesmo no Inverno, mas nestes dias ainda me apetece mais um bocado.

 

 

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E como não me apetecia andar só com um top de alças, pus-lhe uma camisa em cima, daquelas que se usa para a praia, mas que é fresca. 

 

 

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Esta coisa da camisa sobre uma roupa é uma das estratégias que uso muito para me sentir mais à vontade com algumas roupas, disfarçar aquilo que não quero que se veja, ou parecer mais magra do que sou na realidade. Só depende do que quero disfarçar. Usar camisas sobre um conjunto, ou fazer algumas sobreposições com tops resulta bem. Outra coisa que faço é quando estou mais gorda, não uso tops justos ao corpo, porque tudo quanto é justo mostra aquilo que não quero que se veja, ora se o top for ligeiramente largo não deixa que se percebam algumas rosquinhas, digamos assim de uma forma carinhosa, mas também não pode ser demasiado largo para não dar a ilusão de uma largura que não tenho.

 

Estas são algumas das minhas estratégias, acredito que cada uma de vocês terá umas tantas que funcionam bem.

 

 

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E foi isto e foram as fotos possíveis, desta vez o Pedro quis ficar nas fotografias.

 

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