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a vida em azul cueca

28
Mar19

89 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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E ultimamente não tenho saído desta fórmula: pumps + camisola + jeans largos, que já não sei que nome lhes dar, ora estão incluídos nas culottes, ora nos regular feet, depois nos straight cropped, também como high-rise straight, ou como high-rise wide leg, ou high-rise straight relaxed, porque ora tem a ver com altura da cintura, ora com o tipo de pernas, em misturas infindáveis das diferentes constantes, que afinal são variáveis. Não interessa, para mim são calças largas, ponto final parágrafo.

 

 

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Também não tenho variado muito para além do preto e branco, desta vez cometi uma loucura e usei branco pérola com preto.

 

 

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Neste momento é o que está a resultar para mim, enquanto os dias estiverem quentes, mas ainda não muito, mas com as manhãs e os fins de tarde frescos.

 

 

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27
Mar19

88 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Uma das melhores invenções dos últimos tempos foi esta maneira de usar as camisolas só entaladas à frente e soltas a partir das ancas, ou até antes. É o tudo em bom, na maior parte das vezes só porque é giro, noutras porque disfarça o volume real das ancas, ou que algumas calças e saias realçam, e é tudo o que menos se quer, e ainda, se as camisolas forem mais compridas, tapam também atrás, ou porque achamos que não nos ficam bem umas calças ou saias, principalmente quando temos uns quilos a mais, ou no caso destas calças, porque são de um tecido que se nota a roupa interior,  até aquela que supostamente é feita para nunca se notar.

 

 

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A verdade é que à conta de se notar as linhas da roupa interior ainda só tinha conseguido usar estas calças com um blazer e estava com dificuldade em fazer um conjunto de que gostasse e com que me sentisse à vontade. Agora lembrei-me de as usar com esta camisola bem fininha e comprida, e finalmente consegui disfarçar a coisa.

 

 

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Resolvido o handicap,  foi só acrescentar-lhe uns sapatos clássicos, porque há dias em que quanto mais simples e sem complicações, melhor.

 

 

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|| brincos e fio .. Tous || relógio .. CK || calças (antigas) .. Lanidor ||

 

 

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27
Mar19

244 - O problema és tu, não sou eu, os peões, as passadeiras, a birra de sono, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Juro que se não tivesse a mania de ir ao supermercado comprar mantimentos para esta família, às superfícies do bricolage e jardim comprar coisas para a casa, transportar miúdos para e da escola, para o cinema, para a praia e centros diversos de divertimentos infantis onde se fazem imensas festas de aniversário e os miúdos enlouquecem, se eu não tivesse de ir à farmácia, levar miúdos e ir ao médico, transportar-me para a ginástica, para o paredão para as caminhadas onde me acalmo dos nervos por razões diversas, para o cabeleireiro para o cabelo e para a depilação já não porque fiz definitiva, se não fosse isso tudo, deixava de conduzir. Conduzir tornou-se uma chatice, um sobressalto constante, um desassossego permanente.

 

Já me habituei aos peões que vão no passeio de costas para os carros e que de repente passam para a passadeira sem olhar de lá vem um carro sequer, os condutores que se amanhem , até ao dia em que não se amanham, porque não têm poderes adivinhatórios, habituei-me aos ciclistas que ora alternam o seu percurso entre o passeio e a estrada, entrando na estrada de qualquer maneira, conduzindo em sentido proibido de frente para os carros, passando passadeiras com seus rabiosques dentados nos selins, etecetera. Tenho-me habituado a tudo, mas tenho de me habituar a mais, ou não, se calhar não mesmo. Como se já não bastasse, agora temos os skaters, geralmente miúdos que vão ali na estrada curtindo a sua vidinha no sentido dos carros, a empatar a vida ao automobilista na boa, muita naice e depois resolvem artistar a coisa e é vê-los a fazer palhaçadas à frente dos carros e os automobilistas que adivinhem o que vai fazer o artista e que se amanhem para não o atropelar. Também temos uma nova vaga de peões, são os que atravessam a meio da via, sem passadeira e obrigam os carros a parar, pois então. Além dos zombies dos telemóveis, que vão sempre com a ganacha aberta alheados do mundo a olhar para o aparelho. Não temos trotinetes como na cidade, porque somos provincianos, mas lá chegaremos, deixa só os betos descobrirem que é do melhorio tio bernardo, cá beijinho à tia, ai que girooo, salvadooor nadador salva a tia, e vão ver a trotinetada a invadir isto tudo.

 

Neste momento é uma chatice conduzir, um sobressalto contínuo a ver se não nos cai ninguém em cima do carro porque vai distraído, ou feito palhaço ou maluco por atravessar fora das passadeiras. Agora os condutores têm de adivinhar as vontades dos diversos peões, ciclistas, skaters e afins. A sério, ninguém faz uma campanha de prevenção para educação dos peões, ciclistas, skaters, trotineteiros, drones, zombies, trolls, patetas e tontos, como aquela que foi feita há uns anos para educar os condutores a parar nas passadeiras, para deixar passar as pessoas? Mas agora era ao contrário, para educar as pessoas a não chocar contra os carros, em última análise, para evitar que as pessoas morram debaixo de um carro. 

 

Fica a ideia.

 

#birradesono

 

 

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26
Mar19

66 - Segredos que partilho porque sim, ou coisas úteis, que se são boas para mim, se calhar também são para vocês, nunca se sabe


Mac

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Não sou uma especialista em maquilhagem, nem sequer uma grande entendida, percebo dos produtos que resultam comigo, muitas vezes depois de muitas tentativas e erros, mas nesta altura já tenho uma série de produtos que são os meus ideais, que uso há uma série de anos e não tenciono mudar, porque são fantásticos, dão-me os resultados esperados e mesmo quando experimento similares por curiosidade ou porque alguém diz que é muito bom, acabo por verificar que não, que bom é o que já estou a usar.

 

E depois vou juntando alguns truques, a maior parte por um mero acaso, outros porque precisava de conseguir um determinado efeito e com o que tinha fiz a tentativa que resultou. Quanto aos truques, se são bons para mim, talvez também sejam para vocês, não necessariamente com os mesmos produtos, mas até com produtos idênticos.

 

 

 

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Alterno muito entre duas máscaras de pestanas, a da Sisley e a Hypnôse da Lancôme, mas muito honestamente dou preferência à Hypnôse. Numa manhã, aqui há uns tempos pus a Sisley, mas apetecia-me a Hypnôse, mas com preguiça de tirar uma para pôr a outra, pus a Hypnôse por cima da Sisley e notei que fiquei com muito mais volume e comprimento de pestanas. Achei que era um acaso, mas no dia seguinte voltei a fazer o mesmo, primeiro pus a Sisley e depois a Hypnôse e fiquei outra vez com umas boas pestanas e ao terceiro dia o mesmo, e pronto, não há dúvidas, a mistura destas duas máscaras, ou o efeito de duas escovas diferentes, deve ser mais por aí - a da Sisley é parecida com uma escova de dentes e a da Hypnôse é mais comum, em espiral -  resulta em boas pestanas, não diria ao nível de postiças ou isso, mas sim, umas boas pestanas. 

 

 

 

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Tentei fotografar o efeito, mas confesso a minha total incapacidade em fotografar em condições as minhas próprias pestanas, o melhor que consegui foi isto, acho que dá uma ideia, mas não se compara com a realidade, ficam mesmo grandes e volumosas.

 

 

 

 

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A segunda descoberta aconteceu porque sou muito fã de terracotas, que apesar de não serem consideradas iluminadores, aos meus olhos são dos melhores produtos que nos dão aquele efeito bonne mine instantâneo. Também as uso muito porque a minha base é muito clara, porque a minha pele é muito branca e um tom mais escuro deixa-me com um efeito muito feio, por causa da diferença entre o tom da cara e do pescoço. Então para não ficar com um ar fantasmagórico, dou uns tons nas maçãs do rosto, queixo, testa e nariz, quebro a alvura e não fico com uma cara escura em relação ao pescoço. Mas ando numa fase em que não me apetece usar pós na cara, então resolvi dar os tais toques de cor com o Infinite Bronze da Lancaster, que é um produto que só comecei a usar no Verão passado, apesar de no Verão raramente me maquilhar, mas que usei sempre que precisei de ficar com um bronzeado mais uniforme.

 

E o resultado foi fantástico, este produto tem um tom de bronzeado lindíssimo e dá-nos um bom ar. Ponho pouquíssimo para não ficar com um ar estranhamente bronzeado só na cara, e aplico-o por cima da base, só com uns toques nas maçãs do rosto, nariz e testa, não é na cara toda.

 

E é isto.

 

 

 

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26
Mar19

87 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Cada vez mais gosto deste tipo de calças, são mega confortáveis e conjugadas de diferentes formas dão para uma série de situações.

 

 

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Comecei a usa-las no ano passado e quase sempre em branco a variar de vez em quando com umas de ganga. Agora vieram as pretas e usei-as com azul escuro, uma das combinações de cores de que mais gosto e o resultado foi este.

 

 

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|| calças .. Zara || lenço .. Hermès || mala . Longchamp ||

 

 

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25
Mar19

240 - A dona de casa perfeita(mente desesperada) e as 50 sombras de branco


Mac

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Nesta altura da minha vida, ainda não percebi porque é que a ciência não está interessada em estudar-me, com contrapartidas claro, borlas é para as almofadas. Acredito que sou uma mais-valia em diversos fenómenos ligeiros da psique, que inclusivamente bem identificados, podem prevenir surtos agudos e graves noutras pessoas. Em mim não, porque me considero bastante saudável.

 

Tenho um problema com branco. Gosto imenso de branco, adoro vestir-me de branco e só branco, não é com umas calças brancas e uma camisa marfim, com uma saia cru e uma t-shirt branca, também não é com uma camisola cru e uns calções brancos. Se me visto de branco, é branco, se quero vestir-me de marfim, então visto-me de marfim.

 

Mas as lojas vendem marfim como branco e ah vai ver que nem se nota, e vendem cru como branco, ah vai ver que vai gostar. Como não nota? Sois daltónicos, ninguém vos educou as córneas, estamos a brincar com as obsessões dos outros na base da ligeireza, ou quê? Quê. E depois a pessoa manienta, que sou eu, a detentora de todas as manias e fenómenos obsessivos, chega a casa compara a camisa desgarrada com as calças que já tem e não, aquilo não tem nada a ver, então a camisola é pérola para vestir com branco? Brincalhões, não tem nada a ver, nunca terá, nunca gostarei de ver o conjunto, nunca vestirei, terei de procurar umas calças para aquela camisa e uma outra camisa para aquelas calças, ou ir trocar, depois aperceber-me do ar que os outros fazem, de quem encarou com a doida dos tons e ainda ter de viver com aquelas caras na memória.

 

E no online? No online é a pouca vergonha descritiva, para aquela gente tudo quanto é abaixo de cinzento, é branco. E a pessoa confia, a foto parece que mostra branco e depois vai-se a ver e é rosa flamingo desmaiado. Já me aconteceu, dizia casaco branco e a pessoa acreditou, veio-lhe parar às mãos um sobretudo rosa flamingo morto. Ora com o que se combina um sobretudo rosa flamingo em decomposição? Com nada. Foi o que fiz.

 

Branco não é pérola, nem cru, nem marfim, areia também não. Branco é branco, é cor de nuvem branca, daquelas que a gente pensa que são fofas, é cor da espuma do mar, é cor da neve, da farinha, é a cor do corrector e do papel higiénico, das compressas e do algodão, das batas dos senhores doutores, dos sapatos das enfermeiras e dos frigoríficos. Isso é branco. 

 

Eu já nem peço compreensão, já nem peço que parem de misturar e vender como branco, tons que nada têm de branco, mas do respeito para com as pessoas que não conseguem misturar entre si o marfim, o branco, o cru e o areia, não abdico. É um fenómeno tão sério e enxuto como outro qualquer. Respeito.

 

 

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25
Mar19

86 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Tive umas calças parecidas com estas nos anos 80 e adorava-as, fartei-me de as usar com amarelo, branco e preto, e quase sempre com ténis. Na época andava quase sempre de ténis e botas no Inverno, no Verão com  espadrilles. Depois este tipo de calças deixou de se usar, ou eu deixei de as usar, mais por aí, deixaram de fazer o meu género ou qualquer coisa parecida, para agora voltarem a fazer.

 

 

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Têm qualquer coisa de versátil e aos meus olhos ficam giras com camisas de linho, ou t-shirts conjugadas com ténis, botins ou chinelos rasos em pele. Pelo menos é como tenciono usa-las.

 

 

 

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|| calças e camisola de linha .. Zara || botins .. Mango || casaco .. Licci ||

mala .  Longchamp ||

 

 

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21
Mar19

243 - Os filhos, a primavera, a naftalina, a vida, o nirvana e eu


Mac

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comecei a primavera metida no cabeleireiro a disfarçar as raízes de idosa . isto tem qualquer coisa de poético, mas não estou bem a ver o que é, porque me esqueci dos óculos . esqueço-me imenso deles e estou sempre à procura dos meus óculos . tenho 4 pares espalhados pela casa para me facilitar a vida, uns bons daqueles feitos como deve ser e mais 3 daqueles já feitos com graduações pré- calculadas . e perdendo também . se calhar com o que já despendi em óculos baratos, já tinha um segundo par como deve ser, mas também não tinha experenciado diversos modelos e cores . tem sido uma experiência bonita . tenho o jardim cheio de bolas de naftalina porque ao que parece é a única coisa que resulta para afastar o gato que me corrói o relvado . acho que o gato malvado já não anda por ali e eu também não, porque aquele cheiro é insuportável . no outro dia estive a apanhar sol para quebrar esta alvura do inverno e parece-me que fiquei drogada . depois fui jantar fora com o meu marido e não me maquilhei porque achei que estava muito bronzeada . parece-me que estava drogada . ando cheia de vontade de roupas novas para a primavera, mas chego às lojas e nada me convence, não há nada que me arrebate o coração, nada . o meu filho mais velho quase ex adolescente, vai viajar para o estrangeiro e eu tenho vontade de espetar garfos nos olhos . não sei quem diz que os filhos não são nossos, são do mundo, esta pessoa engraçada não me conhece, os filhos são meus, fui eu que os gerei, carreguei nove meses na barriga e carrego o resto da vida ao colo, o visível e o invisível . não são meus, diz o unicórnio, era só o que faltava . tenho de tomar algum cuidado com as coisas que faço sob o efeito de naftalina

 

 

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19
Mar19

242 - O Dia do Pai, a vida, o nirvana e eu


Mac

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Todos os anos faço um bolo para o pai aqui de casa, mas este ano os miúdos quiseram participar na sobremesa do jantar do Dia do Pai. A ideia deles era fazer o bolo, mas a mãe deles não foi uma boa mãe daquelas que os prepara para o futuro e teve preguiça de ter a cozinha mais ou menos desarrumada, por isso propôs que fizessem uma salada de frutas. A cozinha ficou desarrumada, mas depois eles arrumaram à maneira deles e ficou muito bem.

 

Amanhã, ou um dia destes, preparo-os para serem bons cozinheiros, daqueles que não precisam que lhes façam uma refeição. O mais velho já faz umas coisas, o mais novo ainda está na fase em que cozinhar é misturar os cereais com leite. Os meus filhos nunca escolherão uma mulher em função dos dotes culinários, ou ausência deles. É verdade, aquele programa das mães dos maduros à procura de par teve o mérito de me traumatizar em muito, uma das coisas foram os critérios que aquelas cabeças acham determinantes.

 

 

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Daqui a bocado o pai chega e um vai dar o presente que fez na escola e o outro o que foi comprar sem a minha supervisão, opinião ou ideia, uma daquelas coisas de jogos que só eles é que entendem, vão falar naquela linguagem estranha e só hoje eu vou fingir que aquilo não me cansa, só hoje. 

 

 

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19
Mar19

85 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Hoje acaba o longo e afinal terminável Inverno e com ele os agasalhos, abafos e os cachecóis que quase não usei porque dever ter sido o Inverno mais quente de que tenho memória. Parece-me que foi o primeiro Inverno da minha vida em que não usei luvas e conto pelos dedos das mãos os dias em que usei sobretudos. Quase sempre me bastou um casaco de malha por cima de uma camisola e aqui não foi a excepção.

 

 

 

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Venham então as roupas de Primavera (espero), pode ser com gabardines e trench coats porque precisamos de chuva, venha então uma Primavera molhada para depois termos o Verão que merecemos, sem sustos e falta de água.

 

 

Adeus Inferno, até para o ano.

 

 

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