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a vida em azul cueca

30
Nov18

122 - Andei na net [e por aí] e trouxe comigo


Mac

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mudei de cor de cabelo e ainda me estou a adaptar à nova realidade . já fazia nuances há muitos anos sobre o meu cabelo natural, agora pintei-o e fiz nuances por cima, o que eu estranho ainda é a cor de base não ser a minha. logo se vê, se calhar faço outra cor ou regresso a mim .

já era fã dos pijamas, pantufas e robes da primark, das velas perfumadas também, agora fiquei amiga dos cabides . são tudo quanto quero num cabide, fininhos para me caber mais roupa naqueles varões, mas forrados para não me estragarem os trapinhos amados . não, os das lavandarias não me servem, há uns anos usei-os e por azar dois ou três enferrujaram e arruinaram-me as peças que lá estavam, além de marcar de uma maneira péssima algumas peças de roupa . e pronto, mudei a maior parte dos cabides e estou muito feliz com isso .

 

e para o fim-de-semana quero os camisolões tricotados da ondatex (a meca dos camisolões, garanto), bolo rei, flores e ler o livro do cirurgião eduardo barroso, sobreviver (matéria-prima edições) e também o grande livro das perguntas e respostas da II guerra mundial  (matéria-prima edições)

 

 

 

 

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[na contra-capa: médico dedicado e combativo, eduardo barroso encontrou "na batalha ao sofrimento e à morte" uma das suas missões. neste livro, fala sobre o lado menos conhecido da vida dos que, como ele, têm a nossa vida nas mãos. histórias com e sem bisturi, de pacientes, de colegas e de um caminho feito de dedicação, paixão e empatia]

 

 

entretanto

 

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gostei muito do casaco de peluche com os botins de cobra, do look todo em preto com pormenores coloridos, e também das calças de lantejoulas e dos camisolões e casacos de malha bem grandes com tudo e tudo

 

 

 

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venha então dezembro, o mês mais querido

 

 

 

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29
Nov18

227 - A dona de casa perfeita(mente desesperada)


Mac

Vamos lá a ver uma coisa. 

 

A dona de casa modernizou-se e faz as listas das compras no telemóvel. Aquilo do papel era um bocado do paleolítico, nada a ver com o facto meramente irrelevante de a dona de casa se esquecer da dita lista em papel na porta do frigorífico. Não interessa. A dona de casa passou a fazer a lista das faltas no telemóvel. Vive, obviamente, no pânico de ficar sem bateria a meio do supermercado, claro que se consola por ir de manhã e a bateria ainda estar cheiinha. Depois de passar a fazer a lista no aparelho, a dona de casa foi um bocadinho mais além e passou a agrupar as faltas por proximidade física no supermercado, porque a dona de casa conhece o supermercado como a palma das suas mãos. Sabe que o arroz está no corredor das massas e que no quarteirão em frente estão as batatas fritas e ao fundo as pipocas, seguem-se os vinhos e de um lado os óleos e azeites, do outro os refrigerantes. Ainda perto os ovos e leite. Enfim, não vou descrever todo o supermercado, apesar de poder, porque sou barra neste sector da cultura avançada, mas é chato para vós darem-se conta da vossa ignorância. Ora a dona de casa sabe aquilo tudo há que anos, por isso faz as listas que lhe poupam os globos oculares e cada produto da lista está ao pé de outro produto que ocupa uma proximidade geográfica no dito supermercado, por isso também a dona de casa não ousa ir a outro supermercado, pode lá ser, ver-se num sítio que desconhece a procurar produtos em corredores e a olhar para uma lista desordenada. Até porque nos intervalos da consulta da lista, a dona de casa também tem que estar no WhatsApp, ir dando conta do Facebook e saber das modas. Outra coisa que  a dona de casa gosta de fazer é fotografar coisas importantes, como preços, capas de revistas e pessoas. Ora a dona de casa precisa de um ambiente amigo, carinhoso e conhecido. E ordenado igual a si mesmo para sempre.

 

E vão eles e mudam-me a ordem dos corredores. 

 

 

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29
Nov18

40 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Tenho um fraquinho por este verde, por isso combino verde com verde com verde. 

 

 

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Mas pronto. só para quebrar um bocadinho, lá vesti umas calças brancas 

 

 

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 e no ombro a minha primeira mala “a sério”, que é bem capaz de já ter 40 anos. Era da minha mãe e depois de andar anos a pedir-lha emprestada, um dia deu-ma. E eu senti-me uma crescida. Agora quando a ponho sinto-me outra vez a miúda que pediu a mala emprestada à mãe, e isso sabe-me pela vida.

 

 

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|| blusão (do Inverno passado) .. Zara || calças ..  Stradivarius || camisola ..  H&M || botins (colecção do ano passado) .. Massimo Dutti ||

 

 

 

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28
Nov18

110 - Já fui feliz aqui, Lisboa meu amor


Mac

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Vou pouco a Lisboa, menos do que gostaria e mais do que realmente preciso. Mantenho em Lisboa o meu cabeleireiro, o que me faz as coisas mesmo sérias como cortar e pintar, mantenho a pediatra dos miúdos, porque só confio nela e em mais ninguém, mantenho os amigos e a mana.  Lisboa ficou-me com coisas importantes. Foi a minha cidade. Foi ali que nasci e vivi durante décadas, até ao dia em que achei que precisava de viver (quase) em cima do mar. Cheguei até a achar que já não gostava de Lisboa, eu que era uma apaixonada pela cidade. Achei até também que nunca teria saudades dela. Fui muito feliz em Lisboa, fui quase sempre feliz em Lisboa, é lá que está grande parte da minha vida. É lá que está o colégio onde andei, a faculdade,  o café que frequentava, os cinemas preferidos, as lojas, os parques, os trajectos corridos e percorridos centenas e milhares de vezes. Vivi em todos os cafés emblemáticos e desaparecidos, assisti às mudanças de direcção das avenidas, vi nascer o primeiro McDonald's, o segundo e o terceiro, e vi o que lá estava desaparecer, a Colombo e a pastelaria Roma onde ia desde pequena e que ficava ao lado da casa do meu avô. Vi surgir a primeira Zara em Lisboa que tomou o lugar do Star, a minha sala de cinema preferida. Vi o apogeu do Apolo 70, do Castil e do Alvalade, e a decadência. Aquelas ruas têm a minha infância, a minha adolescência e a minha vida. E  foi lá que quis ter os meus filhos.

 

Quando saí de Lisboa há oito anos, deixei uma cidade velha, triste e abandonada. A Baixa estava fantasmagórica, tirando o Chiado, claro, os cafés ao fim-de-semana eram tristonhos, muitas das lojas arrastavam-se numa quase falência e os museus estavam vazios. A luz, essa, foi sempre a mesma, aquela luz de Lisboa que não há em mais lado nenhum do mundo. E os condutores também, extremamente mal educados. Isto será sempre igual.

 

Por isso agora quando vou lá tenho um misto de saudades do tempo bom de Lisboa que já não existe, aquele antes dos anos tristes, e uma felicidade enorme por ver tudo quanto deixei há oito anos renascido e renovado. Eu sei o que estava lá antes, o que esteve depois e sei o que está agora. 

 

E o agora é muito bom, por isso não me digam que o turismo não faz bem a Lisboa

 

 

 

 

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28
Nov18

281 - A Sério??!! Menos, por favor


Mac

Aqueles fantásticos 400 metros na A5, mesmo antes de chegar às portagens, em que o apressado se cola à traseira do meu carro, porque vou na faixa da esquerda. Como ouso? Maluca. Aqueles fantásticos 300 metros em que já reduzi para 100, porque é o que está no sinal,  ali, ali, sou só eu que o vejo? Depois os outros 200 metros em que já vou a 80 e a seguir 60, mas o apressado quer passar a Via Verde a 200 e de repente com tanta pressa, sai das duas faixas da Via Verde e fica parado na portagem e eu lá sigo caminho pela Via Verde. A sério? A pressa era para ser o primeiro a ficar parado na portagem? E eu que acredito sempre que é para passar a Via Verde à doida. Não me apanhas, não me apanhas.  É algum tipo de jogo que desconheço? É uma espécie de Roleta Russa Rural? É gente que faz apostas a feijões? É o quê?

 

 

[juro que isto me acontece em 90% das vezes que vou na A5 no sentido para Cascais, a abrandar para a Via Verde]

 

#TenhoÍmanParaDoidos
#JáNãoSeFazemDoidosComoAntigamente

 

 

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28
Nov18

39 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Quando comprei estes sapatos foi a pensar numa outra roupa, mas gostei tanto deles que entretanto já arranjei cinquenta opções só para os ter uma desculpa para os ter sempre calçados.

 

 

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Desta vez usei-os com umas calças de tecido de lã, mega confortáveis e com uma camisola num tom aproximado.

 

 

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E é isto, engatei neste tom de rosa e já não quero outra coisa.

 

 

 

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|| camisola .. Benetton || calças .. Lanidor || sapatos e cinto .. Zara ||

 

 

 

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27
Nov18

38 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Esta saia foi amor à primeira vista a pensar na época que se aproxima e nos jantares com amigos. 

 

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Andava à procura de uma saia em cetim, mas não tinha uma ideia de cor bem definida, sabia que não queria preto, porque já tenho e tinha pensado num cinzento ou azul petróleo, que são cores mais seguras para mim. Por outro lado começo a estar cansada das cores seguras, portanto quando vi esta saia numa cor que não tem nada a ver com o habitual em mim, trouxe-a.

 

E foi uma boa aposta, é muito mais versátil do que me pareceu inicialmente. 

 

 

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|| saia e camisola .. Zara || sapatos .. Mango ||

 

 

 

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27
Nov18

112 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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E agora fica uma ideia para aproveitar as laranjas com cravinho e as pinhas brancas para a decoração de uma mesa a pensar na época de Natal.

 

 

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No centro da mesa pus umas ramagens que trouxe do mercado e pus em dois copos para velas as flores e um raminho com laranjas miniatura que fui buscar ao meu jardim, depois distribuí as laranjas com cravinho, as pinhas brancas e umas rodelas de laranja secas, que fiz aqui em casa (depois conto).

 

 

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Para completar o conjunto e dar mais cor à mesa, pus em cima dos guardanapos um ramo de folhas, uma laranja miniatura e uma rodela de laranja seca.

 

 

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26
Nov18

111 - É Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai, é Natal, é Natal, lai lai lai, larailailai


Mac

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Este trabalho não é novidade por aqui e como nesta altura do ano gosto muito de ter a cozinha a cheirar a laranjas com cravinho, fiz novamente.

 

 

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E com os anos e a repetição fui ganhando algumas manhas para não magoar as mãos, ser mais rápida e inovar qualquer coisa nos desenhos.

 

 

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Uma delas é fazer um furo com um pau de espetada antes de pôr os cravinhos, isto evita que seja necessário fazer tanta força, é que se fosse só uma laranja, era pacífico, mas ao fim de 4 ou 5  laranjas começa a custar. Outra é não usar laranjas acabadas de sair do frigorífico, porque a casca fica mole e é mais difícil de trabalhar.

 

 

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Depois é usar os instrumentos para gravar madeira (à venda nas grandes superfícies de bricolage) e fazer os desenhos que nos apetecer, e saem sempre laranjas giras para pôr na fruteira, fazer arranjos, decorar a mesa e a casa.

 

Depois mostro mais ideias.

 

 

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26
Nov18

37 - Vesti, gostei e sou bem capaz de repetir


Mac

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Sempre fui fã de camisolões e casacos de malha em lã bem grossa, mas usava-os só em casa. Adoro o conforto que dão, gosto imenso deles para os dias bem frios,  porque quase sempre me bastam e  quase nunca precisam de agasalhos extra, e agora acho que podem fazer conjuntos giríssimos. 

 

 

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Há cerca de dois anos comecei a usar os camisolões também fora de casa e no ano passado foi a vez dos casacões de malha. Agora não quero outra coisa e acho que resultam muito bem com peças mais clássicas, como saias de pregas, ou calças de corte direito e não necessariamente com jeans.

 

 

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|| camisola .. Benetton || calças .. Lanidor || sapatos (colecção Inverno 2017) .. Uterque || casaco .. Zara ||

 

 

 

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