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a vida em azul cueca

21
Abr14

83 - A MINHA BARRIGA, CAPRICHOS, DÚVIDAS BIPOLARES E COISAS ASSIM


Mac

 

 

 

 

 

Sou pessoa dada ao pulseirame, que é como quem diz, tudo ao molho, acho que já o disse, disse sim, claro que sim, e então cada vez que vejo pulseiras com berloques pendurados, pois que gosto muito, mas desde que os berloques não sejam barulhentos, o que é difícil, mas está bem, vai daí adquiri estas num bazar algures no nosso Portugal profundo, mas não tão profundo que não tivesse imensas coisas ipes chiques, que são basicamente trapos e coisas bastante escafiadas, assim sem bainhas e com um ar já usado, portanto roto, também se encontram coisas debotadas e descosidas, querendo, até com nódoas, mas tudo com etiquetas finas, ou pensam que não? Ah pois, e uma pessoa compra e acha que sim, não eu que sou espertíssima e se é para andar assim, vou à feira, dou uns estalos na roupa e a coisa fica feita, mas por valores ridículos. Adiante, que não era a isto que vinha. Então comprei as pulseiras e depois pus as pulseiras todas juntas, que tudo ao molho é que é bonito e eu gosto de ver, mais vai que as pulseiras me vêm com pequenos badalos, guizos, ou lá o que é. Oh pah, eu não gosto de me fazer anunciar através de badalos, cá coisas minhas. Isso e ouvir aquelas nails de gel, gesso ou lá o que é aquilo, a bater nos teclados. Unhas a raspar em quadros também me deixam coisa, mas nem precisam de ser de gel, madeira ou lá o que é aquilo, bastam-me mesmo as naturais para produzir um som que irriiiiita imenso a minha pessoa, até sinto que as orelhas me vão saltar e tudo. Isso e esferovite a guinchar. Pronto, são pequenos ruídos que interferem muito com estes nérfes demasiado fracos, já se sabe, vai daí que sim, manterei as pulseiras, mas vou tirar-lhes os badalinhos. Parece-me muito bem. Portanto isto para informar o mundo que vou tirar os badalos às pulseiras. Parece-me bem.

21
Abr14

655 - LAI LAI LAI


Mac

 

 

  

 

 

 

 

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas que bem que se esteve, olha foi uma coisa assim ao nível do não se faz nada e nada e nadinha de nada. No Alentejo é tudo bom, eu acho. É o pão que é de chorar por mais, mesmo sabendo que a dieta não gosta, é o silêncio que é de ouro, mesmo sabendo que até gosto de uns ruídos, principalmente os dos meus filhos lindos, é o cheiro do ar que adoro, mesmo sabendo que adoro o mar, e é o tempo que tenho para tudo. Tão bom. Principalmente tempo para gastar no que realmente gosto e com quem gosto. Tempo para pequenos-almoços longos, para passear, ir aqui e ali, olhar e sentir. Tempo para os meus filhos, para os jogos e para conversar. E tempo para inventar na falta do que fazer, até ir lá para o meio do campo e colher uns trigos para fazer umas coisas pops, para depois ficar atacada das rinites e sair a correr à procura de Zyrtec. Gosto tanto deste Alentejo.

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