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a vida em azul cueca

02
Mai11

46 - COISAS EM QUE NÃO SOU LÁ MUITO BOA PESSOA


Mac

 

 

 

 

 

E quando ouço um ser, que deve a Deus e ao Diabo, fazer a alegoria de desprendimento financeiro e que é preciso muito pouco para viver e o anti consumismo e o coiso? Pois, eu cá também seria extremamente desprendida, se fossem os outros a pagar-me as contas e a financiarem-me a vidinha. 

 

É que assim de repente, uma mentira não se torna verdade só por se repetir até à exaustão, só isso. Tanta teoria da treta e tantos telhados de vidro, ai, ai. Gosto muito de assistir a estes teatros, muito mesmo.

02
Mai11

19 - NÃO SEI, NÃO


Mac

 

 

 

 

 

Então, pronto, vamos fazer de conta que ele foi morto agora, passa pela cabeça de alguém que com a morte dele se extingue a Al-Qaeda?

 

Até se pode matar um símbolo, cabecilha, líder, o que lhe queiram chamar, mas a verdade é que lamentavelmente não se acaba com a ideia e isso sim, é preocupante.

 

02
Mai11

177 - A SÉRIO!!??


Mac

 

 

 

 

 

 

Não sei bem porquê, mas esta história da morte de Bin Laden cheira a esturro por todos os lados. Então a coisa já não tinha morrido? Voltou a morrer? E agora mostram-nos um boneco mutilado? E foi atirado ao mar? Oh pah e o Pai Natal foi com o coelhinho ao circo.

 

E o Obama, Prémio Nobel da Paz, com os índices de popularidade nas ruas da amargura, assina uma morte? Um Prémio Nobel da Paz? Ah é verdade, aquele Prémio foi antecipado e sem provas dadas, já me estava a esquecer. Pois. E o valor do barril de petróleo desceu e as Bolsas abriram em alta e a popularidade do outro disparou e o camandro.

02
Mai11

12 - IDEIAS DAS BOAS PARA COMBATER (ESSA CABRA SEM ROSTO) A CRISE


Mac

 

 

 

 

 

Diz que num país em crise as famílias retraem-se a despesas supérfluas. E por supérfluas entende-se refeições fora de casa, digo eu, porque nesta altura do campeonato, esta rubrica já deve fazer parte das essenciais.

 

Ontem, tentámos, o Mac Man e esta, marcar restaurante para almoço familiar e percorremos telefonicamente o Púcaro, D. Grelhas, Peixe na Linha e Furnas do Guincho, como estes já não aceitavam marcações para a uma hora, porque estavam completamente à cunha, passámos para os restaurantes da Marina, também eles à cunha. Restou-nos a Casa México, que é bom, pois é, mas como se poderá constatar não era a nossa primeira, nem segunda, nem terceira escolha.

 

E concluo que almoçar fora, ou jantar, não faz parte das despesas extra a abater, não senhora. Por despesas extra e que se podem perfeitamente abater, entenda-se mensalidades dos colégios, farmácia e saúde, e supermercado.  Ah também se pode falhar nos pagamentos do Cartão de Crédito, prestação da casa e carro.

 

Deve ser isso, afinal o crédito mal parado continua em alta e não há nada melhor que empurrar a vida com a barriga, hoje vai-se de fim de semana para ali, amanhã janta-se aqui, depois acolá, agora as férias acoli, mas vai-se ao Banco Alimentar, fica-se sem casa, as crianças saem dos colégios, o de menos, claro está e as dívidas, ah as dívidas, isso vê-se depois.

01
Mai11

06 - DIAS MUITO BONS


Mac

 

 

 

 

 

Dia da mãe. De todas as mães. Dia da minha mãe. E dia que o meu filho fez meu também. 

 

Da minha mãe vou sempre lembrar-me do insólito das histórias infantis que não nos contou para nos adormecer, mas das notícias de psiquiatria que nos leu, o que era importante era ouvir a voz da mãe, sim, é verdade, isso é que era importante e gargalhamos ao lembra-lo. Era importante, tê-la sob de que forma fosse e no tempo que ela tinha para ser mãe. Vou lembrar-me das minhas mãos pequeninas dentro das mãos dela, de unhas sempre impecáveis. Da beleza. De a ver dançar com o meu pai. De serem eternos namorados. Apaixonados. Da vida que soube muito bem aproveitar e que me ensinou que é aqui que se é feliz, que tudo é relativo e que nem tudo é realmente importante, excepto no amor. Da grande mulher. De nos ter mostrado que ser mãe é natural e não é a única tarefa de uma mulher, é só mais uma, calhando, a mais importante.

 

A minha mãe é única, é a minha. Não foi e nunca será o modelo tradicional de mãe e eu não saberia viver com outra, acho.  Eu, só para variar, resolvi ser outro tipo de mãe. Não é melhor e nem é pior, é só diferente. Não foi o que aprendi, foi apenas o que quis que o meu filho tivesse.

 

(02.05.2010)

 

 

E agora vou ali enche-la de beijos.

 

Tenham um dia muito feliz.

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