
Suri Cruise
Tão bem amestrada educada que está a Soraia Cruzeiro, sempre a brincar aos adultos em Reboleira City. Ela é sapatinho de salto. Ela é unha pintada. Ela escolhe maquilhagem. Bom, a culpa não é dela. Eu também quis andar com sapatos de sevilhana [e de sevilhana] todo o ano e não me deixaram. Também quis pintar as unhas, mas limparam-mas. Também quis beber café e serviram-me água com açúcar numa chávena de café. Mas eu tive pais como deve ser e que me ensinaram que entre o querer e o ter há uma distância considerável, pelo menos a suficiente que não dá largas a caprichos.
Eu Mac, sou má e de certezinha que a criança leva ali só um leitinho. Ah e também não tenho a exímia cultura Starbucks e do pior café do mundo.
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E não me venham para aqui com pérolas que os pais podem e tal e coiso, porque isso eu sei e também sei que a probabilidade de fazer dela um adulto infeliz é alta e que se calhar até não é esta a educação que lhe estão a dar, mas é a que os jornais e revistas nos mostram. Quanto aos pormenores educativos, não os sei, falo apenas do que vejo, que aos meus olhos é deplorável.

(Rita Ferro, no Blog Acto Falhado)

E foi promulgada a lei do casamento homossexual. Gosto disto. Gosto do projecto de viver num país mais justo. Vamos ver o que fazem os Homens e a sociedade, mil anos de história e as mentalidades.

Realmente é escandaloso descobrir que a professora Bruna de Mirandela não é um ser assexuado, vá um anjinho, e que afinal tem pipi e maminhas. Muito grave, até porque leccionando aulas ao primeiro ciclo, compreendidos entre os seis e os dez anos, despoletará uma avalanche de hormonas aos saltinhos entre os alunos machos, um perigo. Há que travar rapidamente a pouca vergonha, não vão as alunas de seis anos fazer seguir petições, grupos de apoio e assins, a circular pelo Facebook, a exigirem que o professor de ginástica se dispa para a Men's Health.
Tudo espremido, não sou lá muito a favor que as mulheres se dispam para revistas, ou lá o que seja, porque para mim anda ali nas questões da exposição desnecessária, como também não sou a favor dos que publicam fotos dos filhos, das casas e dos que expõem a vida privada nas revistas del corazón, mas cada um é que sabe de si e muito honestamente é para o lado que durmo melhor, se o querem fazer, pois façam-no, afinal em nada acrescentam ou diminuem a minha vida, quero lá eu saber. Como também me estaria nas tintas se a professora do Mac Kid posasse para a Playboy, ou outra qualquer. Só não lhe vejo grande mais valia, nem em termos sociais, ou profissionais e muito menos financeiros. Todos sabemos que os professores ganham mal, dizem, eu não lhes vi a declaração de IRS, e não é uma sessão na Playboy que lhes tira o pé da lama, ao que sei é coisa para uns € 500.00, portanto a coisa por questões financeiras não colhe, mas se ela o quis fazer, é lá com ela.
Mas afastar uma professora porque apareceu pelada só cabe na cabeça de um país cheio de brandos costumes e muito hipocritazinho. Afinal qual é o problema? Quanto a mim, não existe, mas está bem. Ah sim, claro que existe para as mamãs trambolhos, é que a boazona da professora Bruna, vai-lhes atentar o imaginário dos recatados maridinhos que nem vão às put@s, claro está.
Cambada de gente desocupada. Ides salvar a alheira de Mirandela, sim?
Grace Kelly

Decididamente não percebo as tatuagens, o pessoal que se tatua e os desenhos escaganifobéticos, que escolhem. Se ainda fossem umas coisinhas com bués de classe, como a da C. - que tatuou uma mini assinatura do pai na nuca e ficou com uma pinta desgraçada e que só se vê, se ela apanhar o cabelo - ainda lá ia, mas assim não mesmo.
Agora aqueles graffitis gigantescos, cheios de labaredas, remoinhos, olhos, garras e quejandos, não me convencem. É tão mau. E não bastando os desenhos que escolhem, ainda os locais corporais, são do piorio. Elas e sempre no final das costas, tipo, sou muita sexy, a seguir só o meu rabiosque, evoluindo para uma no tornozelo também. Eles, braço até ao cotovelo e ainda os que também a perna oponente – isto não me soa lá muito bem – ou seja, braço esquerdo tatuado, perna direita; braço direito, perna esquerda.
Mas não é só as injecções de tinta na derme que não entendo, também não percebo quem se fura como se não houvesse amanhã, para enfiar objectos metálicos na língua, umbigo e o que calhar pelos caminhos, os comummente chamados piercings.
O povo precisa de orientação, O povo precisa de dinheiro. O povo precisa de educação. O povo precisa de ópio seja de que forma for. O que o povo não precisa é de se tatuar.
Grandes pirosinhas, gastem mas é o ordenado em boas colorações capilares, cortes de cabelo decentes, lipos nessas celulites gigantescas e calhando livros, informação, etecectra.
Grandes pirosinhos – agora é convosco, ou pensavam que lá por serem homens, saíam de finino? Wishful thinking! – Vá, não vão só ao ginásio para as musculações, esses braços e pernas, são um exagero; arranquem das peitaças esses fios munidos de crucifixos, cornos e que tais; esqueçam o bocado de vidro, tipo diamante, como brinquinho à Ronaldo e façam uns cortes de cabelo à homem.
Vão dar uns velhos jeitosos, vão.
Disclaimer: E não me venham para aqui os iluminados, ah e tal, as tatuagens são uma forma de ópio. NÃO SÃO! Pronto, então vão lá ouvir a Romana, Ana Malhoa e o que mais houver por aí (que nesta icónica época anual, é muito). Quando acabar o Verão, falamos melhor sobre isto. E nós pimba.
If you want my body and you think I'm sexy
Come on, honey, tell me so
If you really need me just reach out and touch me
Come on, sugar, let me know
His heart's beating like a drum
'Cause at last he's got his girl home
Relax, baby, now we are alone
Dia inteirinho passado a lagartar ao sol, numa praia perto do burgo. Nove banhocas, intercaladas com protector solar, acelerador, dois gelados, sumos, saladas e café. Estive tentada em atirar-me ao terceiro geladinho, mas temi repor o quilo que consegui abater. Ah! E não se atrevam a sugerir coisas no género "ai e tal, estavas era com mais roupa numa das pesagens", porque isto é uma vitória e, quase sempre, só ouço o que me convém.
Espreguiçadeiras à minha direita:
Possidónia de trazer por casa: Fazemos agora quinze dias aqui e depois vamos ‘pó Monchique.
Fui ali à minha costureira, buscar umas coisinhas fundamentais à minha sobrevivência exterior e interior. Parei no sinal vermelho, ao fundo da rua e plantaram-se dois jovens de sexo indefinido, à frente do popó, com as caras pintadas à palhaço do circo - nariz em bola encarnada e tudo - rasta nos cabelos compridos e nojentos, bermudas e sandálias. Enfim, tudo muito ao meu gosto, que já em criança detestava palhaços e nunca lhes achei gracinha nenhuma. Fizeram uma dança escaganifobética, pararam, deram as mãos, seguiu-se uma vénia e distribuíram-se a pedir dinheirinho, aos condutores dos carros parados.
A todos estes que têm muito bom corpinho para trabalhar, haja paciência, não dou. Ainda por cima com um cheiro a lixo nauseabundo, eu a querer despachar o diálogo, através de 3 cm de janela aberta, para voltar a respirar – nestas alturas sustenho a respiração o mais que posso - ele(a) a insistir que era só 1 €. Oras, 1 € são 200$00. Sim, ainda faço a conversão, aliás passo a vida a fazê-lo. Eu a não querer respirar pelo nariz. Passou à insistênciazinha – e o sinal a demorar a passar a verde – que só lhe faltava um euro para almoçar e tal e coiso, que estava quase nos 5 € de que precisava para comer. Abriu o verde e eu pirei-me. Não dei.
Francamente, esta gente vai almoçar onde? Ao Gabrinus, Eleven, XL, onde se servem?
Começou ontem época de exames nacionais, com teste de Português, considerado por todos muito fácil. Professores dizem que notas vão subir e, com elas, resultados escolares vão-se aproximar das médias europeias. Estratégia que, dizem, tem vindo a ser seguida pelo Ministério. Em ano eleitoral, alunos salientam necessidade de melhorar as estatísticas.
(Diário de Notícias)
Pois está claro, baixa-se a dificuldade dos testes e temos dezoitos, tirados por impreparados. Está muito bem.
E vai ser esta a nossa massa de médicos, advogados, economistas, engenheiros, arquitectos e quejandos. Depois não se queixem, quando caírem pontes, morrerem pessoas à entrada dos hospitais e os Tribunais continuarem entupidos.
Outra gira, é os nossos Tribunais estarem muito mais céleres, não porque a máquina finalmente começou a funcionar, mas porque os portugueses não têm dinheiro para pagar as custas.

Tenho uma dificuldade assustadora em dizer um não redondo, quando é conveniente e oportuno que o faça. Fui educada assim, sei lá eu porquê. Só que à custa desta minha incapacidade, vejo-me em situações pouco cómodas e perfeitamente evitáveis.
A situação não teria o seu quê de grave, se as pessoas percebessem, ou quisessem perceber, as minhas respostas.
Há uns meses, um conhecido, meteu na cabeça, que ia fazer de mim comercial para um daqueles produtos, que são vendidos através de contactos e sem loja. Comecei por lhe dizer, que não sou nada comercial, depois que não tinha saco para andar a chatear os meus amigos e família, a seguir que não era nada a minha área, ainda um não preciso de trabalhar, não quero este género de hobbie, já tenho uma vida muito cheia. Sempre retorquidos com mais e mais insistências, até que fui parar a uma reunião da tal empresa.
Foi o descalabro! Sucederam-se uma série de depoimentos de supostos bem na vida, até que entre aplausos e expressões de felicidade – e muito ao estilo americano – entra a correr um master, o de grande sucesso, que tinha passado a estar mais tempo com os filhos, que as crianças estavam em excelentes colégios, o casal fazia duas viagens por ano para destinos exóticos, tinha comprado dois carros xpto, uma casa, outra de férias… que canseira! Só que, eu olhei para ele, e o fato estava-lhe dois números acima, os sapatos eram creme e muito maus e a gravata já tinha conhecido diazinhos melhores.
Agora expliquem-me lá, dá para acreditar que era tal o sucesso e rios de dinheiro a correr? Se era, podia começar por dar uma arejada ao roupeiro e adquirir ali para a Av. da Liberdade, porque a mim, tudo me soou a encenação.
Desconfio, que contratam uns tantos desesperados, para fazerem o papelão, mas já agora podiam arranjar-lhes uns trapinhos condizentes com o empresário de sucesso. Não sei, digo eu na minha.
E pronto, lá expliquei ao tal conhecido, que não mesmo. Só que tudo teria sido mais simples, se à partida tivesse soltado um “nem penses!”.
Vou treinar, é melhor, a bem da nação.
Um casal neozelandês está a ser procurado pela Interpol, depois de ter recebido mais de quatro milhões de euros, por engano e fugido do país. O Banco Westpac tenta agora perceber qual o erro, na origem da transferência milionária. (In Sol)
Era uma promessa eleitoral a escolaridade obrigatória vai passar de 9 para 12 anos. Os alunos com mais dificuldades económicas têm direito a uma bolsa de estudo, desde que mostrem aproveitamento escolar.
A minha erva é como um animal de estimação
No quarto, na varanda ou numa estufa caseira. Portugueses que cultivam marijuana às escondidas…
E foi preciso o i para desbundar e dar à linguinha about Maria Joana? Ides ver o Weeds, sim!?
Ontem, mais uma aula a abarrotar de brutidades musculares. Hoje, só quase mexo a língua e os dedos das mãos e pés, o que perante o cenário não é famoso. Espertíssima, fiz um elaboradíssimo raciocínio… É que se me doesse a língua, não comia. Se não comesse, não estava gorda, que nem um texugo. Se não estivesse um texugo, poderia dedicar-me a ginásticas mais giras… Mais! Se me doesse a língua também não falava tanto…
Fui tomar café com o Pedro, à Castilho. Tínhamos combinado almoçar, mas tive a demonstração da Bimby (o Nostradamus ao meu lado era um menino! Eu avisei, que mais dia menos dia divagaria about, mas ainda não é hoje) e depois tive uma vontade louca do bacalhau com natas, que a demonstradora fez e da limonada e do gelado de morango, portanto atrasei-me e já só fui tomar café. Ele, que me conhece há pavores de anos, que sabe muito bem o meu funcionamento externo e até interno, vai de observar e verbalizar, que eu meto conversa com toda a gente, que se cruza comigo e que de certeza, que me atrasei, porque fiquei na converseta com a demonstradora e tal e coiso.
Pois meto! Qual é o problema?
Converso com as operadoras das caixas do supermercado, com os taxistas, com os empregados dos restaurantes, com o meu porteiro, com o segurança, com as empregadas das lojas, etecetraetecetra.
Pois não há profissões com uma rotina muito chatinha? Qual é o problema em dar um lero lero?
É que os meus interlocutores não me parecem nada desagradados com a minha compulsão verbal e mesmo em grandes superfícies, pois os há que me conhecem e eu gosto de conhecer as pessoas e saber da vida delas e das suas opiniões sobre temas, que eu lanço… tanto me pode dar para a graçola fácil, como para temas mais profundos, como o tempo, crianças ou algum acontecimento político. Por exemplo, à custa disto, fiquei a saber, o que a população em geral, pensa sobre a gripe suína e agora até já posso contar.
No geral todos pensam que isto é um grande circo, para desviar a atenção da crise e desemprego. Que temos tuberculose, pneumonias e outras coisas escaganifobéticas e que a gripe suína é uma menina, comparada com estas (vide Hora do Recreio). Da empregada, que me serve o café, após deixar a criança na escola, até extraí a seguinte pérola “Eles o que querem é vender máscaras, diz que as farmácias estão por detrás disto tudo, para ganharem mais dinheiro”. Mas não se pense que esta mulher, não esconde uma grande economista e não sabe o que está a dizer, é que, por acaso, as acções das farmacêuticas até dispararam em flecha!
MAS, se calho a embater com uma criatura que não me passa cartuxo, pois a amizade morre logo ali e aparece a antipática intragável, que um dia bani.
De resto, vou conversando muito e tenho aprendido imenso, olaré!
As mamocas de Maya ameaçaram posar para a FHM.
Decididamente, estou rodeada de incompetentes e vou-me divorciar da minha cabeleireira!
Há cerca de 3 semanas, fui aparar o cabelo. Aparar, pedi eu, mas a minha cabeleireira, às vezes, parece um Eduardo Mãos de Tesoura motorizada e cortou-me 10 cm de cabelo. Ou seja todo o esforço para o ter, para lá de comprido, ficou ali no chão, em escassos minutos.
Ai que está a precisar e as nuances secam o cabelo e tal e coiso… 10 cm!?
Desta vez não lhe perdoo.
E pela segunda vez, nesta minha pacata vidinha, pensei seriamente em pôr-lhe umas extensões. Se da primeira, arrepiei caminho, porque me fez uma confusão dos diabos, ter bocados de cabelo de outra pessoa, colados aos meus. Desta vez, já mais convencida em colar o cabelo alheio ao meu, pesei outros contras.
Também teria de adquirir toda uma indumentária, própria ao tipo de mulher da extensão. Assim, qualquer coisa no género, mulher de futebolista. Que não tenho nada contra elas, mas não fazem bem o meu género.
Uma canseira e sei lá eu onde se compram aquelas coisas. E teria de pôr unhas de gel à francesa, tatuar uma frase no tornozelo, comprar malas cheias de penduricalhos, calças de ganga rotas e com coroas no rabo, tops reduzidos em croché, botas de salto agulha em leopardo e ainda mascar chiclet de boca aberta… achei que não era boa ideia… até porque a idade já me pesa.
Vivemos num mundo dominado por valores positivos. Devemos ter uma alimentação saudável, praticar desporto, não fumar, dormir bem, passear ao ar livre…
Tenho amigos que são isto tudo, mas acabo por achar que são uns grandessíssimos chatos. Sei que o que vou dizer é do mais politicamente incorrecto, mas como por aqui é o meu canto de liberdade e quem manda sou eu, vou dizer à mesma. São uns chatos!
Nos jantares chateiam toda a gente que fuma, porque ficam com o cabelo e roupas a cheirar e não respiram e ai Jesus!
Se vêm alguém a comer alarvemente todas as porcarias a que tem direito, lá aparecem os chatos, ai o colesterol, e que vais morrer e tal e coiso.
Se alguém está a beber para lá da conta do que acham normal, e o normal deles é sempre um dedal, ai que é alcoólico!
Não é por nada, mas eu também não fumo, que saiba não sou de matéria diferente e o fumo dos outros não me incomoda. Ok, às vezes em jantares dou as minhas passas, mas qual é o problema? E se me der na bolha também bebo. E como o que gosto, que não se resume a uma folha de alface regada a vinagre balsâmico. E então? Sou uma perdida? É que por acaso faço desporto, como carne, bebo leite, adoro queijos, vinho… e parece-me, sem qualquer modéstia, que tenho um ar bem saudável!
Depois ainda há os doidos que abriram guerra aos lácteos e carne. Olha a treta! Eu cá não sou de comer erva, isso faz de mim um ser aberrante?
Olhem lá e café, podemos beber? Ou também lhe vão abrir uma cruzada?
Cá para mim esta gente deve ser impagável em matéria sexual. Já os estou a imaginar… não, assim não, que me sobe o sangue à cabeça… ai, assim também não, que não respiro e fico com o cérebro desoxigenado… já vamos em 3 mn, já chega, pára! Mais pode fazer mal ao coração… pagava para os ver!
E estou farta desta cambada de chatos hiper saudáveis, que me incomodam verdadeiramente e ainda não corri à paulada, mas começo a ter vontade! É que, com o mesmo direito com que se acham de nos torcer o nariz e impor as suas vontades enjoativas, eu também posso impor as minhas!
Temos de ser todos formatados e perfeitos?


≈ Também ando por lá
≈ A.
≈ Afonso, o cão de loiça e Julieta, a pessoa
≈ As Maravilhas da Maternidade
≈ Aventar
≈ B.
≈ C.
≈ D.
≈ E.
≈ F.
≈ G.
≈ J.
≈ L.
≈ Leite Condensado às Colheradas
≈ M.
≈ O.
≈ Os Anjos Voam Porque se Fazem Leves
≈ P.
≈ Paracuca
≈ R.
≈ Rititi
≈ S.
≈ T.
≈ V.
≈ ... e aqui
≈ Addicted to Style [Maria Barros]
≈ ... e por aqui
≈ AdR
≈ M&A
≈ Rio Etc.
≈ Stylista
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