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a vida em azul cueca

13
Mar17

16 - Here comes the sun, lailailai


Mac

Apesar do frio ter regressado, acompanhado deste vento, aqueles dias de bom tempo da semana passada, deram-me vontade de fatos-de-banho.

 

Tenho andado a ver coisas e mais uma vez as minhas escolhas recaem mais nos fatos-de-banho do que nos biquínis. Gosto mais de fatos de banho, porque são mais elegantes, mais versáteis (ficam lindamente conjugados com calções ou um lenço) e são óptimos porque protegem mais dos raios UV. Mas também continuo a usar biquínis, porque por incrível que pareça, nos dias de praia mais quentes, são muito mais frescos do que os maillots, basta-me pôr ao fresco a barriga para achar logo tudo muito mais agradável.

 

Por aqui a ver coisas (esta altura é óptima para comprar restos de colecções do ano anterior) e à espera das novas colecções.

 

 

 

 

 

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12
Jun12

44 - COISINHA MAI LINDA, RIQUEZAS DE SUA MÃE


Mac

 

Foto: Petit Patapon

 

 

 

 

Ah é verdade, substituí os elásticos dos chapéus infantis por fitas, é que os bebés são pessoinhas que gostam de tirar o chapéu, porque sim e também gostam muito de lhes puxar o elástico que o mantém agarrado à moleirinha, porque sim, mas que acaba em desastre, é que de tanto o puxarem, para depois largar, acabam a magoar-se no pescoço, para depois gritar e chorar. O Mac Kid fazia-o. O bebé ainda não faz, mas como a genética é uma coisa potente, à cautela, fitas nos chapéus.

 

Outra coisa importante é o uso de panamás em vez de bonés, porque as crianças quando se perdem na praia, e não é nada que não seja frequente, mesmo debaixo de sete olhos, a tendência é para não caminharem com o sol pela frente, que os encandeia, mas sim pelas costas, se tiverem boné, como a pala faz sombra na cara, caminham em qualquer direcção e é mais difícil encontra-los. Conclusão, com panamá, se os deixarmos de ver, é procurar sempre com o sol pelas costas.

30
Jun11

14 - COISAS QUE JÁ ESCREVI E NÃO ME ARREPENDO


Mac

 

 

 

 

 

Ainda sobre a praia, os maus hábitos a que se continua a assistir e quejandos, e como já o disse, o que me faz mesmo confusão é assistir a humanos a torrar ali entre o meio-dia e as quatro, ainda mais grave é ver crianças sem qualquer protecção, uma t-shirt, ou chapéu. E, sim, eu por vezes estava lá, mas à sombra, ou a chegar. Num dos dias vi um bebé com cerca de um ano a chorar e eu tenho para mim que estava era incomodado com o escaldão que tinha em cima. A sério, deveriam existir multas para pais que deixam uma criança chegar aquele estado. Com tanta informação a circular, não consigo perceber como ainda há gente que não liga a mínima aos perigos da exposição solar durante os tais horários e se não for por mais nada, que seja porque um ar escaldado é bimbo, assim como um bronzeado excessivo já não fica bem a ninguém.

 

Custa pôr um protector quarenta, ou cinquenta, às crianças? um chapéu e uma t-shirt? custa assim tanto? ou compromete a jorna dos papás? e quando eles são muito pequenos, não valerá a vida e o bem-estar de um filho a que abdiquemos de umas horas de praia? Eu cá acho que sim, mas isto sou eu que sou uma simplória e encaro a praia como um investimento em saúde e não como moda e fonte de problemas, se não para já, futuros.

17
Mai11

36 - JÁ FUI FELIZ AQUI


Mac

 

 

 

 

 

Ah e tal só vai para o Guincho quem gosta e aquilo não é praia não é nada e o vento e o coiso. Também acho, sim senhora.

 

A verdade é que a minha história com o Guincho é recente, comparada com a da Costa de Caparica. Afinal desde que me lembro de mim, praia é sinónimo de Costa durante dois meses seguidos, por cada ano de vida. Tínhamos casa lá, na zona das moradias, junto ao pinhal. Aquela casa na praia, com cheiro de madeiras misturadas com mar. A praia ao fundo da rua, com a primeira fila de barracas em lona branca, alugadas à época às mesmas famílias e pela mesma ordem e mais à frente os toldos rectangulares. Todos os anos os mesmos amigos. O banheiro, que às segundas-feiras, nos contava quantos tinham ficado no mar. Os avisos “menina, ponha o chapéu”, “menina não entre no mar, ele está zangado”. A fila de carrinhos dos bebés e bicicletas, que ficavam no paredão e ninguém levava. Os baldes, pás e ancinhos que o banheiro guardava. Não havia nadador salvador musculado em ginásio, aborrecido e escondido atrás de uns óculos de sol, diferente todos os anos. Só havia o Sr. Marcelino, o mesmo, todos os anos e pescador. A mulher dos bolos, que os transportava numa caixa de madeira pintada de branco, com prateleiras. O homem que vendia batatas fritas em pacotes de papel de seda branco. O outro que vendia língua da sogra e do Vítor dos bolos, que se anunciava numa enorme algazarra.

 

Na infância, praia só de manhã, os amigos de sempre, tardes a andar de bicicleta, ou a pé, em romarias à geladaria da vila, depois das sestas a que nos obrigavam aos cuidados das avós, tias mais velhas e empregadas. Um mar batido que nunca deu largas a muitas braçadas, um sol quente e muitos escaldões nas teimosias da adolescência. Mais tarde os namoros com os amigos de sempre e já não a praia ao fundo da rua, claro, essa estava sempre cheia de família. E incluíram-se as da direita, de S. João, e mais para a esquerda, o Dragão, já com motas e carros, a Morena.

 

Do Guincho tenho poucas memórias, uma ou outra ida enquanto ainda não estavamos instalados na Costa e já muito adulta, só pelos amigos daquelas bandas, e agora, só por questões de logística, mas as minhas praias estarão sempre lá do outro lado, apesar de já só serem uma sombra daquilo que lhes guardo.

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