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a vida em azul cueca

26
Out15

171 - A DONA DE CASA PERFEITA(MENTE DESESPERADA)


Mac

  

 

 

 

  

 

 

 

 

 

E também houve uma festa com crianças e eu a testar o meu novo conceito de festa instantânea e descartável. Rápida de executar e rápida a arrumar. Correu bem e se não sempre, sempre que precisar de um plano de emergência, já sei que resulta.

 

O bolo de aniversário não podia ser mais rápido de executar, comprei dois bolos de iogurte, sobrepus e pelo meio pus um recheio de natas com fios de ovos, cobri tudo com natas, decorei e ainda foi gabado, ah e tal este está mais bem cozido e o coiso. Até parecia o primeiro jantar que dei como mulher adulta e dona de casa, todo ele encomendado à Casa da Comida. Fui muito gabada, é verdade. E não disse que não sabia sequer estrelar um ovo, também é verdade. Mas passou-me, já sei estrelar ovos.

 

Praticamente não usei loiças, só para o bolo de aniversário. De resto usei pratos de papel, taças de plástico descartáveis e forrei os caixotes com papel crepe, que depois de usados, foi só deitar fora. Bom, só não deitei fora os talheres, já se sabe, achei-os demasiado bons para serem assim descartados na base da leveza. Fiz uns arranjos de flores simples e decorei a garagem com balões.

 

Correu muito bem e a criança aniversariante adorou, que é o que mais interessa.

23
Out15

170 - A DONA DE CASA PERFEITA(MENTE DESESPERADA)


Mac

  

 

 

 

Ando cansada de acumular tantas funções. São fases, depois passa-me e acumulo mais algumas. Depois canso-me e por aí a fora. Não interessa. Agora estou na fase cansada e hoje tinha na perspectiva um daqueles dias multi tarefas com a preparação da festa do aniversário do Pedro, entre ir buscar miúdos à escola, actividades e isso, teria de ir ao supermercado comprar algumas coisas que não puderam ser compradas com maior antecedência, ir à praça buscar as flores, ir à loja das festas buscar os doze balões carregados de hélio, cozinhar o lanche todo, decorar a garagem, que entretanto já está limpa e arrumada, e mais não sei quantas coisas que não me estou a lembrar, mas que existem de certeza e terão de ser feitas.


 
Então estava eu no supermercado e fui epifanada por uma coisa do bem, ou então do mal, mas isso só saberei amanhã. Até lá viverei neste estado de contentamento que me assaltou a psique. Então foi assim, estava no supermercado e dirigi-me para a padaria deles, passei pela secção de pastelaria e a coisa deu-se. Dei por mim a pegar em dois bolos de iogurte, para fazer o bolo de aniversário (ponho um em cima do outro, faço um recheio com natas e coisas boas, cubro tudo e faço um bolo de anos lindo), depois desatei a pôr no cesto um bolo de brigadeiro, miniaturas e cenas e mais cenas. E de repente tinha o lanche quase todo feito, portanto só tenho de fazer as sanduíches, a gelatina e os sumos.


 
Isto sou eu ainda muito contente com a ideia, não sei se será coisa para confiar. Na segunda-feira, com uma hora mais de fim-de-semana, logo vos digo.

 

Isto também sou eu, que a esta hora ainda só pendurei os balões de papel no tecto. Na segunda-feira logo vos conto, mas posso adiantar que a coisa vai acontecer.

22
Out15

48 - AS FLORES, A VIDA, O NIRVANA E EU


Mac

 

 

 

 

 

 

 

Quanto a flores, tinha pensado em fazer os arranjos com hortênsias azuis e gipsofilas, mas nesta época do ano, já quase não há hortênsias, além de que duram pouco em água. Assim trouxe da praça lisiantos roxos e gipsofilas, e juntei-lhe flores de alfazema do meu jardim. Para suporte, optei pelos caixotes de fruta em miniatura (com frascos lá dentro). E gosto deste efeito para festa familiar, apesar de ser para o aniversário de um rapaz, mas para festa alargada aos amigos e restante família, vou usar flores encarnadas, porque já encomendei balões encarnados, brancos e azuis, e parece-me que tudo junto vai resultar muito bem.

 

Geralmente compro as flores na praça, porque são substancialmente mais baratas do que nas floristas e há muito mais variedade, no entanto é preciso arranja-las antes de as pôr em jarras, porque estão em estado bruto, ou seja, como foram colhidas. Opto quase sempre por flores que durem bastante, porque se há coisa que me faz alguma confusão é ter flores em jarras, que duram três ou quatro dias. Os lisiantos, por exemplo, são uma boa opção, assim como as gipsofilas, que seguindo alguns truques, chegam a durar quinze dias em água.

 

Para as flores durarem bastante em jarras, basta fazermos uma meia-dúzia de coisas que as conservam por algum tempo.

 

. Uma das coisas que dá saúde às flores que vamos conservar em jarras com água, é tirar-lhe todas as folhas da parte do caule, que vai ficar submerso, porque as folhas na água apodrecem, estragam a água e consequentemente estragam as flores. 

. Escolher um suporte que não deixe os caules muito juntos, de forma a que estes possam respirar.

. Escolher um local sem luz directa ou correntes de ar.

. Pôr uma aspirina por jarra. Há quem ponha carvão ou uma moeda de cobre.

. Mudar a água todos os dias e passar com água corrente nos caules das flores, para tirar aquela gelatina que se acumula e asfixia as flores.

. Não deixar na jarra as flores que já murcharam.

 

E pronto, flores em jarras sempre bonitas, ou enquanto for possível prolongar-lhes a vida.

___________________________________________

E tenho-me esquecido de deixar uma dica, que ajuda imenso a que os arranjos fiquem bem fixos e simplifica muito a tarefa, que é colocar uma esponja de florista dentro da jarra, onde depois vamos espetar as flores. As esponjas também são muito úteis, porque mesmo bem embebidas em água, dá para colocar em suportes diferentes, não necessariamente impermeáveis - e sem ter que recorrer a frascos, como cestos, por exemplo - bastando para isso, forrar o suporte com uma folha de alumínio para alimentos.

22
Out15

43 - OS FILHOS, AS FESTAS, O NIRVANA E EU


Mac

 

 

 

 

 

E ontem foi assim, só para nós. Sei que este é o último ano em que ainda me posso alargar nas decorações abebezadas, porque é só para os de casa, ele já tem as suas preferências e por isso mesmo a decoração para a festa de sábado já não será assim, mas como o Pedro adora aviões, foguetões e helicópteros, achei que esta decoração, que vi no Pinterest, tinha tudo a ver. 

 

Como já tinha dito na página do Facebook do blog, tanto para o dia do aniversário em casa, como no colégio, fiz dois bolos pequenos e quase sem açúcar, porque são para crianças muito pequenas. E se o que fiz para casa, ainda levou uma cobertura de natas batidas com uma colher de chá de açúcar, o que foi para a escola, nem isso. Também usei a vela dos quatro anos do irmão, porque acho que é uma coisa gira, passar as velas de um irmão para outro. E claro, volto a guarda-las, porque talvez um dia também sirvam para os filhos deles.

 

 

 

 

 

Já agora fica a receita para dois míni bolos, o que foi para a escola e o que ficou em casa, que é a receita habitual, mas dividida em duas formas (usei formas descartáveis, porque era mais prático para levar um dos bolos para o colégio),


. 6 ovos
. 100 g de açúcar
. 1 iogurte grego sem açúcar
. 110 g de óleo
. 150 g de farinha sem fermento, tipo 55
. 1 c sopa de fermento para bolos


Modo tradicional:
Pré-aqueça o forno a 170º. Pese a farinha, o açúcar, o óleo e a farinha. Deite os ovos, o açúcar, o iogurte e o óleo numa taça e bata até obter um creme macio. Junte a farinha e o fermento e misture. Unte as formas com margarina e polvilhe com farinha. Deite o preparado nas formas, cubra as formas com uma folha de alumínio e leve ao forno a 170º, durante 25 mn.

 

Na Bimby:
Pré-aqueça o forno a 170º. Deite os ovos no copo. Junte e pese o açúcar, o iogurte e o óleo e programe 5 mn/ v4. Junte a farinha e o fermento e programe 15 s /v 3. Unte as formas com margarina e polvilhe com farinha. Deite o preparado nas formas, cubra as formas com uma folha de alumínio e leve ao forno a 170º, durante 25 mn.

 

 

Quanto às decorações do bolo, são facílimas de fazer. Recortei o que queria, neste caso, nuvens, estrelas, um foguetão e um coração, numa placa k-line com 3 mm espessura, pintei com tintas acrílicas e pus em cada uma um pau de espetadas de fruta.

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