E como o tempo não esteve de feição para a praia (obrigadinha, S. Pedro), fui-me ao biquíni, a modos de estar muito prevenida, quando o clima resolver estar decente para praias, piscinas e coisas assim com grandes extensões de águas.

O céu está azul, não está? Está pois e com céu azul esta aqui pensa amiúde em biquínis, nem estou a ver bem porquê, mas está bem, e este biquíni em croché da Guess calha-me cá muito bem nos meus parâmetros estéticos. Bom, para já, gosto de tudo quanto meta crochés, seja em biquínis, vestidos e casacos, quer dizer, dispenso na boa a versão napperon e colcha da coisa, mais por aí.
Pois que ainda não se faz sentir o clima próprio para poucos panos, mas como eles já andam aí e se esperamos pelo calorzinho já não há nada de jeito, resolvi ir buscar às catacumbas deste blog a listinha dos destinos onde se encontram os biquínis mais giros de todo o nosso Portugal, com informações tão pertinentes como preços, qualidade e design, e a resistência dos materiais tendo a minha pessoa como vossa cobaia, numa utilização de cerca de sessenta dias por ano de praia, ou piscina, em que cada uma destas idas comporta cerca de cinco banhos e várias horas de exposição ao sol, pouco cuidado a pôr os protectores, portanto sujeitos a cremes, sal, cloro, etcectra.
E eu sei que as minhas meninas conhecem todos estes destinos, pois sei, mas já agora concentramos aqui a coisa tipo páginas amarelas do biquíni.
. Calzedonia: Para mim, a melhor de todas, tanto em qualidade, como design e cores. Já os preços têm que se lhe diga, é que não se faz a festa por menos de € 40.00, mas compensa muito. Delas tenho biquínis com três anos de utilização intensiva e que continuam impecáveis tanto nas cores, como no feitio. Têm muitas lojas, no Colombo, Campo Pequeno, Continente de Telheiras e sei lá mais onde.
. Poko Pano: Giros que até dói e se houvesse um top 10, esta estaria ali a par com a Calzedonia, tanto em qualidade, durabilidade e preços, com lojas em Cascais e na Costa de Caparica. (Cascais, Passeio carlos Andrade Teixeira, Loja 12, largo Camões; Tel: 21 486 20 18 e Costa da Caparica, Rua dos Pescadores, 35D, Tel: 21 291 90 23)
. La Senza: São giros que sei lá e têm números grandes para peitos igualmente grandes, o que não se encontra nas restantes lojas que só têm números até às copas C e com sorte. Quanto à resistência dos materiais, pois que não há ainda testes. Também não se faz a festa por menos de € 30.00 a € 40.00 o par. Há loja no C. C. Colombo.
. Oysho: Giros e baratos, mas não testados. Sem querer ser Velho do Restelo, cheira-me que duram uma época, mas comprovação não a tenho, se bem que pelo preço, é igual ao litro. Rondam os € 12.00 a € 20.00.
. Bum Bum Ipanema: Para quem gosta de micro biquínis. São caríssimos, cerca de € 70.00, mas lindos que sei lá. O problema é encontra-los, não é fácil, mas consegue-se com algum esforço (Cascais - Rua Visconde da Luz, 23; 214835001). Comprei-os numa loja na Comporta, mas não me lembro do nome, coisas da idade.
. Pepe Jeans: Entre 40.00 a 50.00 e com um grau de resistência para lá de bom. A grande chatice é que vamos só para comprar biquínis e vimos de lá com jeans e vestidos agarrados às nossas pessoas.
. Água Doce: Cerca de € 40.00 a € 60.00. Só os conheço das revistas, giros, giros, giros, mas não os acho em lado nenhum, mas pronto, fica o registo, sem testes de uso, tacto e tal e coiso.
. Women's Secret: Entre € 30.00 a € 50.00, depende dos modelos e em materiais muito bons. Lojas no Vasco da Gama, Dolce Vita, Av. Guerra Junqueiro, etc, vejam aqui.
. Accessorize: Cerca de € 35.00. Normalmente vou à da Praça de Londres, mas também as há no Colombo, Vasco da Gama e Sadanha Residence.
. Undercolors of Benetton: Por cerca de € 40.00 faz-se a festa. São giros e resistentes, mas é preciso catar tudo quanto se vê, pois que a maior parte das lojas não tem a colecção completa.
. Água de Coco: Estupidamente caros e igualmente estupidamente giros, cerca de € 180.00. Disponíveis no El Corte Inglés. Nem me alongo nas considerações para não me enervar.
E pronto, está feita a sumulazinha para as minhas pequeninas andarem todas giras à beira mar plantadas. Acho que não me esqueci de nenhuma, mas como corto as etiquetas, pois que os há, que já não tenho bem a certeza de onde são.

Hossana nas alturas. Estou possuida por dúvidas existenciais: levo um biquini para cada dia, ou um por cada manhã e tardes, portanto, trinta?
Vou ali pensar.

Passaram-se sete minutos a tentar arrancar as etiquetas a um biquíni, mas estão cosidas de tal maneira, que até já me ocorreu voltar lá amanhã à procura de um que não as tenha assim agarradas.
Detesto etiquetas em quase tudo, porque não gosto de exibir marcas e sou uma comichosa, logo, tiro-as, e ainda mais nos biquínis, porque surgem em todo o seu esplendor e eu cá acho aquilo muito feio.

A quinze dias das férias e acho que estão decididos os quinze biquínis que me vão acompanhar nos quinze dias à beira mar plantada. Não é importante? Eu cá acho. Até os poderia botar por aqui, mas estou com dificuldades, porque não tenho nenhum manequim para os exibir. Bem sei que os poderia vestir a uma almofada, assim comassim não tem cintura também, mas falta-lhe os peitos. Vou pensar.

Não percebo o topless, nunca percebi e já vi que nunca perceberei, mas está bem, devo ser eu que sou um bocado quadradinha. Qual é a real necessidade em bronzear as mamas? Eu cá não a vejo. Já ouvi que é porque as marcas dos biquínis e fatos de banho são feias e qualquer coisa de inestéticas aquando de intimidades, mas como nunca tal notei no que toca à minha pessoa, continuo a achar que são tretas. É que por esta lógica, então também fazem calcinhaless e pronto, tudo ao léu e nada de marcas.
Ah e tal é uma questão de liberdade e sabe bem e coiso. Pois, pois, sabe bem a quem, hein? Desconfio que só às próprias, porque é cada agressão visual que vai lá vai.
O mais engraçado é que as mulheres realmente bem feitas e com corpos impecáveis não o fazem e eu cá estou farta de ver trambolhos à mostra, credo, é cada par que mais valia enfiarem-se num escafandro, quais biquíni, quais quê.

Acho um piadão às marcas originárias de países sem hábitos de praia e que resolvem produzir biquínis e fatos de banho. Sai cada mastodonte e fico sempre a pensar, mas quem é que no seu perfeito juízo enfia aquilo, hein? Desconfio que só as bifas para rumar às Termas de Kangal, mas está bem.

A pedido de várias famílias, vamos lá então fazer a listinha dos destinos onde se encontram os biquínis mais giros de todo o nosso Portugal, com informações tão pertinentes como preços, qualidade e design, e a resistência dos materiais tendo a minha pessoa como vossa cobaia, numa utilização de cerca de sessenta dias por ano de praia, ou piscina, em que cada uma destas idas comporta cerca de cinco banhos e várias horas de exposição ao sol, pouco cuidado a pôr os protectores, portanto sujeitos a cremes, sal, cloro, etecectra.
. Calzedonia: Para mim, a melhor de todas, tanto em qualidade, como design e cores. Já os preços têm que se lhe diga, é que não se faz a festa por menos de € 40.00, mas compensa muito. Delas tenho biquínis com três anos de utilização intensiva e que continuam impecáveis tanto nas cores, como no feitio. Têm muitas lojas, no Colombo, Campo Pequeno, Continente de Telheiras e sei lá mais onde.
. Poko Pano: Giros que até dói e se houvesse um top 10, esta estaria ali a par com a Calzedonia, tanto em qualidade, durabilidade e preços, com lojas em Cascais e na Costa de Caparica. (Cascais, Passeio carlos Andrade Teixeira, Loja 12, largo Camões; Tel: 21 486 20 18 e Costa da Caparica, Rua dos Pescadores, 35D, Tel: 21 291 90 23)
. La Senza: Só comprei este ano, mas são giros que sei lá e têm números grandes para peitos igualmente grandes, o que não se encontra nas restantes lojas que só têm números até às copas C e com sorte. Quanto à resistência dos materiais, pois que não há ainda testes. Também não se faz a festa por menos de € 30.00 a € 40.00 o par. Há loja no C. C. Colombo.
. Oysho: Giros e baratos, mas não testados. Sem querer ser Velho do Restelo, cheira-me que duram uma época, mas comprovação não a tenho, se bem que pelo preço, é igual ao litro. Rondam os € 12.00 a € 20.00.
. Bum Bum Ipanema: Para quem gosta de micro biquínis. São caríssimos, cerca de € 70.00, mas lindos que sei lá. O problema é encontra-los, não é fácil, mas consegue-se com algum esforço (Cascais - Rua Visconde da Luz, 23; 214835001). Comprei-os numa loja na Comporta, mas não me lembro do nome, coisas da idade.
. Pepe Jeans: Entre 40.00 a 50.00 e com um grau de resistência para lá de bom. A grande chatice é que vamos só para comprar biquínis e vimos de lá com jeans e vestidos agarrados às nossas pessoas.
. Água Doce: Cerca de € 40.00 a € 60.00. Só os conheço das revistas, giros, giros, giros, mas não os acho em lado nenhum, mas pronto, fica o registo, sem testes de uso, tacto e tal e coiso.
. Women's Secret: Entre € 30.00 a € 50.00, depende dos modelos e em materiais muito bons. Lojas no Vasco da Gama, Dolce Vita, Av. Guerra Junqueiro, etc, vejam aqui.
. Accessorize: Cerca de € 35.00. Normalmente vou à da Praça de Londres, mas também as há no Colombo, Vasco da Gama e Sadanha Residence.
. Undercolors of Benetton: Por cerca de € 40.00 faz-se a festa. São giros e resistentes, mas é preciso catar tudo quanto se vê, pois que a maior parte das lojas não tem a colecção completa.
. Água de Coco: Estupidamente caros e igualmente estupidamente giros, cerca de € 180.00. Disponíveis no El Corte Inglés. Nem me alongo nas considerações para não me enervar.
E pronto, está feita a sumulazinha para as minhas pequeninas andarem todas giras à beira mar plantadas. Acho que não me esqueci de nenhuma, mas como corto as etiquetas, pois que os há, que já não tenho bem a certeza de onde são.

Ah e já que fui obrigada a comprar meias, que só por acaso estavam ao fundo da loja, obrigando-me a passar pelos biquínis todos, pronto, também se compraram uns e umas saídas de praia, não vá o tempo ficar assim de repente para o espectacular. Pois é, biquínis são outra das minhas manias, gosto de ter pazadas deles, é que se durante todo o ano mudo todos os dias de roupa, em locais praieiros, também mudo todos os dias de biquíni e se me alongar por quinze dias, quinze biquínis usarei. E aqueles ali da Calzedonia caíram-me cá muito no gosto e achei por bem dar-lhes abrigo, claro está.
Gosto tanto de estrear biquínis, mas tanto, é coisa para me por a modos que muito feliz. Há coisas piores.
Foi-se comprar mais uns biquínis. Pois não são os biquínis da minha vida, mas dão para consolar deste verão ranhoso. E repito o que já disse, repito, repito, repito!
Vê S. Pedro, de quem é a culpa, hein!!??
'Raisparta as hormonas!
Venho aqui escrevinhar à pressa, pois o assunto reveste-se de alguma gravidade e urgência, visto parecer que amanhã e domingo o solinho irá brilhar para todos, incluindo a minha pessoa.
Estreou-se um biquíni em ganga pejadinho de brilhantes, assim uma lycra a atirar para o lamé e passei uma tarde a ser picada. Já aqui a coisa não é agradável, mas após duche reparei que as costas estão todas arranhaduxas. E perguntam-me vocês “e então?”, e eu respondo “e então!!?? Pretendia-se botar um vestido para lá de decotado atrás e já não se pode!”
Portanto minhas amigas, esqueçam os brilhos girinhos nos biquínis, a coisa não é confortável e deixa danos.
Ah! e outro pormenorzinho para as pançudas como eu, o melhor modelo de cuequinhas para rumar a praias e piscinas, são aqueles que dão um laçarote ou nó de cada lado das ancas, o resto dos modelos fazem-nos parecer umas gestantes.
Agora tenho de ir desencantar um trapo que me tape as costas, à cause de uma saída com o mais recente divorciado do clã. Oh que maçada!



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