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a vida em azul cueca

15
Nov16

739 - LAI LAI LAI [OS TÍTULOS NÃO SÃO O MEU FORTE]


Mac

 

 

  

 

. por estes dias, nuns pés perto de si .

. estou completamente fã dos granny shoes . são confortáveis, não me imbicam com a calçada portuguesa, ou ela com eles, mais por aí, e são giros .

 

 

. por estes dias, numa casa-de-banho perto de si .

regressei à teint idole ultra, porque se calhar aquela máxima de que a pele se habituou e já não faz efeito, é verdade . deixei-a há uns largos meses . agora no início do outono andei nos pós da chanel, mas comecei a precisar de qualquer coisa que me desse uma boa cobertura à cara, como ainda tinha um resto de teint idole, deixa cá ver que tal nos damos, e demos bem novamente . mantém-se impecável todo o dia, não me põe a zona t em brilhos inestéticos e não deixa a zona para além do perímetro t, mega seca e a atirar com base para todo o lado . estamos amigas . e para finalizar, estou numa de j'adore da dior . 

 

. por estes dias, é o que me apraz comunicar, portanto .

15
Nov16

110 - OS FILHOS, A VIDA, O NIRVANA E EU


Mac

Os filhos crescem tão depressa. demasiado depressa, ao ponto de até chegar a ter saudades da Maternidade. Como é possível ter saudades de dores, bebés com sonos trocados, a mamar de duas em duas horas, fralda a cada hora e aquele cansaço. Só pode ser aquele lóbulo do cérebro que só existe nas mães, irrigado por células de esquecimento, só pode. Tenho saudades de os meter na cama e para ali ficarmos num sono bom. Saudades daquela minha coisa de não deixar que ninguém lhes pegue, só o pai e porque é o pai, vá, os médicos e enfermeiros. Os meus filhos não são Nenucos para experiências ternurentas das que planeiam ser mães e mata borrões para as que já foram. Os meus bebés recém-nascidos são só meus. Apesar de estranha, gosto daquela minha fase egoísta. Estivemos nove meses só os dois e entendíamo-nos muito bem, não precisamos de mais pessoas só porque já não estão protegidos pela minha barriga. Tenho até saudades daquela mãe que sou quando eles nascem, a que não gosta que lhe toquem nos pimpolhos. E a grávida que sou, a que não gosta que lhe atirem com as mãos contra a barriga grávida. A barriga é minha, tem lá o meu bebé e não é para afagar e acariciar. Nem tocar. Só pelo pai e porque é o pai. Sou sempre uma grávida territorial e se calhar uma mãe nojentinha. Mas não é por nojo. É só ressaca do corte do cordão. E depois. Depois eles crescem e obrigam-me a crescer com eles. Ficam-me memórias filtradas pelo lóbulo ervilha. E o cordão umbilical invisível, o que só as mães vêem. E saudades. A verdade é que se as mães tivessem boa memória, era o fim da espécie. 

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