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a vida em azul cueca

01
Abr16

29 - ANDEI NA NET [E POR AÍ] E TROUXE COMIGO


Mac

  

. do sítio do costume, looks giros com parkas para tempo quente e para frio .

 

 

 

   

 . trouxe da zara, este fato-de-banho . é bastante parecido com um outro que tenho, mas como fiquei fã da lycra deles, resolvi que era uma boa aposta . não sei bem porquê, não tinha grande fé nos fatos-de-banho da zara, mas no passado verão, gostei imenso de um em branco com uns cordões (é parecido com o deste ano), mas naquela do 'se não se aguentar, também não se perde muito' . enganei-me, a lycra é fantástica, é super fresco, veste lindamente e não é daquelas que a pessoa pensa que se enfiou na cinta da avó e está a morrer de várias coisas, desde estrafegação, sudação, faltas de ar, náuseas, claustrofobia e idade . portanto agora trouxe este, que ainda por cima é sem ombros, os meus preferidos, porque podemos usar os tops que quisermos, sem exibir marcas de alças sem bronzeado .

 

 

 

 

 

 

. da capicua store, estas alpercatas .

 

  

 


  . da rituals trouxe o refreshing facial toner, que não é novidade aqui por estas bandas . é óptimo e uso-o para variar do da lancôme . da próxima, trago o calming, que ando para experimentar há que séculos . 

 

 

 

. daqui, como aplicar o iluminador . adoro iluminadores e primers, e cada um à sua maneira, fazem muito por uma boa maquilhagem, se não todos os dias, quando é necessário . 

 

 

 

 

. do supermercado, mais umas infusões da lipton, que adorei, a de mentol e especiarias e a de limão com gengibre . completamente fã .

 

 

 

 

 

. e a frase da semana .

01
Abr16

94 - JÁ FUI FELIZ AQUI [E SEREI SEMPRE]


Mac

 

 

 

 

 

tenho uma ligação uterina ao alentejo . nunca poderei viver longe do mar, isso sei agora . mas depois falta-me aquele cheiro da terra, o que me transporta sempre para as férias da minha infância . os banhos no tanque ao fim do dia, naqueles meses tão quentes . o dourado das minhas paisagens de verão e o verde nas de abril . sempre a páscoa e aqueles piqueniques no campo . como é que eu vou explicar a alguém estas saudades daquela terra preta, que se nos entranha na alma . dos dias em que a paisagem até ondula, as noites a ouvir as cigarras, as histórias que nos contavam e aquele céu de agosto tão estrelado, que não lhe cabe nem mais uma estrela . o cheiro do frio nos fins de tarde de novembro, as lareiras acesas e aquelas vozes . e aquele túnel do silêncio nas manhãs de domingo de janeiro . o cheiro dos lençóis e os biscoitos feitos em casa . e todos os cheiros . os livros da infância dos meus tios e da minha mãe, que também foram meus . aquele alentejo . com aquelas pessoas . as minhas pessoas . como é que eu vou explicar a alguém, aquele inspirar, quando se faz a última estrada e já se veem as casas brancas . não se explica . há muitos alentejos . e há o meu alentejo .

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