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a vida em azul cueca

24
Abr14

57 - CROCHÉ, COLAGENS, TRICÔ, FILET, BRICOLAGE E COISAS ASSIM


Mac

 

 

 

Não se pintou a parede, pois não, até porque depois pensei que é melhor guardar a tarefa para quando o tempo estiver quentinho e as tintas sequem depressa, mas lá que ando com vontade de pegar no rolo e zás, zás, zás, e desatar a pintar, pois que ando, mas pronto. Olha, não pintei paredes, mas estou a fazer sardinhas giras para a decoração gira do quarto dos meus filhos giros.

 

Olháaaaa sardinha fresquinha. 

24
Abr14

07 - SODONA, O NIRVANA E EU


Mac

Sodona telefonou a comunicar que hoje não vem trabalhar. Justificação? Ficou aqui a trabalhar enquanto eu fui com a minha família de férias e agora está muito cansada. Ou seja, trabalhar numa casa praticamente vazia, cansa. Eu bem desconfio que ando a abusar da pessoa.

 

Entretanto fez-se-me luz. Isto aqui não é um trabalho, nem sequer um emprego, é o hobby de sodona.

 

 

[acho que hoje a pessoa me deixou bastante maldisposta, acho sim]

 

[claro que faltar em véspera de fim-de-semana prolongado, foi mera coincidência, cá coisas da minha mente doente]

 

[acho que vou pintar a parede do quarto dos meus filhos, que quero em azul. por acaso comprei ontem a tinta.  parece-me uma actividade bastante zen, calmante e o raio que a parta todos os dias]

24
Abr14

171 - COISINHA MAI LINDA, RIQUEZAS DE SUA MÃE


Mac

  

 

 

Já ninguém convence o filho pequenino a sentar-se nas cadeiras para bebé. Está um crescido. Mas para o ter sossegado enquanto esperamos pela refeição, quando almoçamos ou jantamos fora, convém dar-lhe uns lápis e papel. Porta-se mesmo bem, quer dizer, quando está para aí virado, mas sim, geralmente porta-se bem.

 

 

[e anda frequentemente aos pulinhos. adoro vê-los assim, o irmão também fazia isto. é que eu acho que as crianças que andam aos saltinhos, são crianças contentes com a vida]

 

[sim sou péssima para lhes tirar a chupeta, custa-me imenso, se calhar até mais do que a eles. um destes dias penso em tirar-lhe a chupeta]

23
Abr14

03 - EU É MAIS COZINHAS, TACHOS E PANELAS. RAPAR TAÇAS TAMBÉM


Mac

 

 

 

 

(receita da revista da Bimby ligeiramente alterada pela minha pessoa)

 

. 400 g de couscous

. 400 g de cubos de tamboril (usei os cubos de tamboril congelados da Pescanova)

. 400 g de miolo de camarão (usei miolo de camarão da Pescanova)

. 250 g de tomate cereja cortado em metades

. folhas de três pés de manjericão

. azeite

. raspa de um limão

. 1.5 c de chá de sal

. 1 pitada de pimenta

. 650 g de água

. 1 ramo de salsa cotada em bocados muito pequenos (usei salsa congelada da Iglo)

 

 

Pomos na varoma um rectângulo de papel vegetal e dispomos o tamboril, os camarões, o tomate e espalhamos o manjericão, o azeite, a raspa de meio limão e 1 c de chá de sal. Fechamos o papelote, tendo o cuidado de não tapar todos os orifícios da varoma. No copo colocamos a água, a raspa do resto do limão e metade de uma colher de chá de sal. Colocamos a varoma e programamos 25 mn/varoma/v2. Após este tempo, deitamos a água nos couscous e tapamos a taça com um prato. Esperamos 5 mn e passamos os couscous para a taça de servir, soltando-os com um garfo. (a partir daqui alterei a receita original, porque achei que estava muito sem sabor). Depois dos couscous bem soltos, regamos com um pouco de azeite, sumo de limão e salsa, rectificamos os temperos (sal e pimenta). Dispomos por cima o conteúdo do papelote e já está.

 

A família gostou e eu também, é fácil de fazer e resulta muito bem.

23
Abr14

05 - OS FILHOS, O GATO, O NIRVANA E EU


Mac

 

 

  

Há coisas na minha vida que são uns estropícios, não servem para nada, mas vieram parar-me às mãos, porque um dia alguém achou que sim, que a coisa servia muito bem para mim. Raramente o que os outros acham que me serve, me serve, porque sou uma esquisita e chata e niquenta e tudo. Neste caso, lá por gostar de jogos, não quer dizer que goste de tooooooooodos os jogos, mas as pessoas no geral acham que sim, então quando precisam de me dar uma prenda, tungas, toma lá um jogo. Ora há temas que são perigosos e lá por uma pessoa gostar deles, não quer dizer que goste de tudo neles. Olha, é como nos perfumes, eu gosto de perfumes, mas isso não quer dizer que goste de todos os perfumes, com os jogos é o mesmo. Adiante, que se não nunca mais chego onde quero. E pronto, deram-me este tabuleiro de solitaire que nunca passou de coisa decorativa, tive-o em cima de uma mesa com as bolas todas ali dispostas, o filho grande quando era mais pequeno achava por bem encher a boca com os berlindes ou lá o que era aquilo e eu ficava aflita da minha vida. Depois de educado para não o fazer, o gato achava por bem jogar uns golfes e atirava-me todas as bolas dali para fora. Depois as bolas, berlindes ou lá o que é, eram sugadas pelo aspirador, mas ficavam a bater no cano, portanto nem eram sugadas, nem deixavam de o ser, a aspiração era interrompida mil vezes para tirar os berlindes do cano e um dia eu fartei-me do tabuleiro de um jogo que aqui em casa ninguém jogava e arrumei-o. 

 

E já que não serve para jogar, nem é lá grande peça decorativa e só me dá trabalho, hoje encontrei-lhe a finalidade ideal, serve muito bem para dispor as contas dos colares à espera de serem enfiadas e até dá para ter uma ideia de como a coisa ficará, antes de ser presa por fios. Gosto disto.

23
Abr14

06 - A CHUVA DÁ CABO DA PSIQUE DAS PESSOAS


Mac

 

 

 

 

  

 

Tenho a Primavera dentro de casa e fui eu que fiz. Gosto muito dela.

 

 

[e já que o tema é flores e para quem perguntou, as chorinas de todas as cores possíveis e imaginárias chegam aos hortos agora em maio, é aproveitar, porque durante o resto do ano só há as mais vulgares, as roxas]

22
Abr14

01 - AS FLORINHAS, O NIRVANA E EU


Mac

 

 

 

Pessoas entendidas na coisa, disseram-me que os Jacintos apareciam em Dezembro e eu tomei a sentença como certa. Os meus bolbos deram o que tinham a dar em Dezembro e Janeiro, que nem foi grande coisa, diga-se, e depois enterrei-os no jardim e agora estão a rebentar como não o fizeram em Dezembro. Os mais antigos, aqueles de Dezembro de 2012, deram imensas flores, depois passei-os para o jardim e nunca mais deram nada de jeito.

 

Raça dos bolbos que me consomem a paciência, ainda há quem diga que esta cena da jardinagem é muito zen e calmante e isso, eu não acho, carradas de nervos é o que eu arranjo com isto, ele é a formiga que me come o manjericão, ele é a caracoleta, o caracol e infestações diversas, é o planta aqui, recolhe ali, corta acolá, olha, carradas de nervos.

 

E já não percebo nada disto, se calhar os bolbos gostam mais de estar ali fora ao pé das outras flores e aquilo muito decorativo dos bolbos em terrinas vinteige e latas de Suchard Express da avó e isso, que vejo nos blogs nórdicos é só para a fotografia, só pode, ou então o problema é meu que não os consigo ter em casa. Deve ser isso.

22
Abr14

27 - AI CORRORI, OS MEUS OLHOS, OS MEUS OLHOS!!! [EM ESTRANGEIRO, AI CORRORI, MAI AIES, MAI AIES] [EM MUITO ESTRANGEIRO, AI CORRORI, OS MEUZÓLHOS, OS MEUZÓLHOS]


Mac

Na esplanada estava uma mãe ao pé de mim a dar de comer ao seu bebé, aí de cinco meses. Até aqui tudo bem. O tudo mal começou quando reparei que a cada colher de papa que tirava do boião, antes de a enfiar na boca do filho, passava-a na boca dela. Sempre. Não houve colher nenhuma que entrasse na boca da criança, sem antes ser lambida pela mãe. E quando eu achava que a coisa não podia piorar, piorou. Ela tirou o biberão e antes de o pôr na boca do bebé, lambeu-lhe a tetina. 

 

Digam-me que isto não é normal. É que eu nunca tinha visto tal coisa, mas com a naturalidade com que ela fez aquilo tudo, desconfio que quem está fora de mão sou eu. É normal as mães lamberem tudo o que dão aos bebés? É uma nova onda, ou é uma antiga recuperada agora pelas naturalistas dos partos nas banheiras e cenas esquisitoides diversas? Digam-me, que eu não quero morrer na ignorância de saberes ancestrais e isso.

 

 

[sendo prática normal, estas mães não se preocupam em passar coisas aos filhos? sei lá, bactérias, vírus e afins, ou estão convencidas que a sua saliva é asséptica e desinfecta tudo? é que eu cá custa-me a crer que isto seja uma prática higiénica, mas pronto]

21
Abr14

83 - A MINHA BARRIGA, CAPRICHOS, DÚVIDAS BIPOLARES E COISAS ASSIM


Mac

 

 

 

 

 

Sou pessoa dada ao pulseirame, que é como quem diz, tudo ao molho, acho que já o disse, disse sim, claro que sim, e então cada vez que vejo pulseiras com berloques pendurados, pois que gosto muito, mas desde que os berloques não sejam barulhentos, o que é difícil, mas está bem, vai daí adquiri estas num bazar algures no nosso Portugal profundo, mas não tão profundo que não tivesse imensas coisas ipes chiques, que são basicamente trapos e coisas bastante escafiadas, assim sem bainhas e com um ar já usado, portanto roto, também se encontram coisas debotadas e descosidas, querendo, até com nódoas, mas tudo com etiquetas finas, ou pensam que não? Ah pois, e uma pessoa compra e acha que sim, não eu que sou espertíssima e se é para andar assim, vou à feira, dou uns estalos na roupa e a coisa fica feita, mas por valores ridículos. Adiante, que não era a isto que vinha. Então comprei as pulseiras e depois pus as pulseiras todas juntas, que tudo ao molho é que é bonito e eu gosto de ver, mais vai que as pulseiras me vêm com pequenos badalos, guizos, ou lá o que é. Oh pah, eu não gosto de me fazer anunciar através de badalos, cá coisas minhas. Isso e ouvir aquelas nails de gel, gesso ou lá o que é aquilo, a bater nos teclados. Unhas a raspar em quadros também me deixam coisa, mas nem precisam de ser de gel, madeira ou lá o que é aquilo, bastam-me mesmo as naturais para produzir um som que irriiiiita imenso a minha pessoa, até sinto que as orelhas me vão saltar e tudo. Isso e esferovite a guinchar. Pronto, são pequenos ruídos que interferem muito com estes nérfes demasiado fracos, já se sabe, vai daí que sim, manterei as pulseiras, mas vou tirar-lhes os badalinhos. Parece-me muito bem. Portanto isto para informar o mundo que vou tirar os badalos às pulseiras. Parece-me bem.

21
Abr14

655 - LAI LAI LAI


Mac

 

 

  

 

 

 

 

  

  

 

 

 

 

 

 

 

 

Mas que bem que se esteve, olha foi uma coisa assim ao nível do não se faz nada e nada e nadinha de nada. No Alentejo é tudo bom, eu acho. É o pão que é de chorar por mais, mesmo sabendo que a dieta não gosta, é o silêncio que é de ouro, mesmo sabendo que até gosto de uns ruídos, principalmente os dos meus filhos lindos, é o cheiro do ar que adoro, mesmo sabendo que adoro o mar, e é o tempo que tenho para tudo. Tão bom. Principalmente tempo para gastar no que realmente gosto e com quem gosto. Tempo para pequenos-almoços longos, para passear, ir aqui e ali, olhar e sentir. Tempo para os meus filhos, para os jogos e para conversar. E tempo para inventar na falta do que fazer, até ir lá para o meio do campo e colher uns trigos para fazer umas coisas pops, para depois ficar atacada das rinites e sair a correr à procura de Zyrtec. Gosto tanto deste Alentejo.

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