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a vida em azul cueca

27
Abr12

11 - CHATOS DO NOSSO PORTUGAL E ARREDORES


Mac

 

 

 

 

 

As pessoas demasiado opinativas, chateiam-me. Eles opinam sobre os filhos dos outros, tendo ou não filhos. Opinam sobre as vidas alheias, como se as deles fossem modelos a adoptar. Opinam sobre matérias que desconhecem. Opinam sobre uma actualidade, na ignorância da história deste país. E se ficassem só pelas opiniões, vai que não vai, quer dizer, não vai, mas está bem, só que normalmente após a opinião lá vem o conselho. E como diz o povo, eu, se os conselhos fossem bons, não se davam, vendiam-se. Pois. 

26
Abr12

127 - A DONA DE CASA PERFEITA


Mac

 

 

 

 

 

E tão boa que já estou na Bimby Art que até fiz um Pão de Ló. Só acho que ficou um bocado queimado seco, mas a culpa não foi minha, foi do forno que não tem um alarme para eu não me esquecer de ligar o temporizador. Mais uma falha que tenho para enfiar no nariz desta gente dos electrodomésticos. 

 

 

[não é por nada, mas desconfio que os senhores Bimby têm um consórcio com as açucareiras, aquilo vai com cada dose de açúcar nos bolos e doces, vai lá vai. esta também vou enfiar naqueles narizes aduncos dos Bimby]

26
Abr12

07 - A BIMBY, O NIRVANA E EU


Mac

 

 

 

 

 

Hoje, ao cagagésimo dia do ano de Sua graça, rendo-me à máquina. Tem sido muito útil para as sopas do bebé, sim senhora. Gosto disto de lhe atirar com os legumes lá para dentro, vá, cenoura, cebola, abóbora e o legume variante, ora couve flor, ora agrião, ora brócolos, ou alface, ou nabo e ainda não o alho francês, que me deixa coisa, as alergias e tal, e água, trinta minutos, que vou à minha vida, ali na velocidade 1, a 100º, no fim e agora, aos seis meses, junta-se uma carne, galinha, peru, ou borrego, tritura-se, indo da velocidade 1 à 7, mais um fio de azeite, uma pitada de sal e já está. E o melhor de tudo é que até já decorei a coisa. Gosto disto.

 

Por acaso a pediatra disse isto de agora juntar as carnes, mas não falou nos peixes e eu esqueci-me de lhe perguntar. Já não me lembro como foi com o Mac Kid. Será que os tamboris, pescadas e quejandos, são lá para os oito meses? Se eu registasse naqueles livros amorosos dos bebés, tudo quanto os meus filhos fazem, não era esta patareca, mas enfim. A verdade é que tenho problemas oculares e neurológicos com aqueles livros com imagens da Anne Gueddes, em que bebés são devorados por legumes e abóboras. Também tenho coisas dos nervos com os outros das cegonhas, fábulas e conchas. Depois é o que se sabe, não sei quando os meus filhos fizeram isto ou aquilo. Lamentável da minha parte de mãe. Muito lamentável.

26
Abr12

21 - MAC E A CALÇADA PORTUGUESA


Mac

 

 

 

 

 

Há coisas que compro, sem saber bem porquê. Acho que é porque as acho giras na loja. Ou nas outras. E se umas se vêm a mostrar perfeitas inutilidades, más compras e castigos cerebrais de onde é que eu estava com a cabeça? Outras, que até me deixavam céptica, foram excelentes aquisições. Estas sabrinas leopardas, adoro. Aliás, adoro sabrinas com tudo. Saias. Skinnys. Leggings. Vestidos. Calções. E com manteiga.

26
Abr12

12 - A FECHIONE BONITA E HOSPITALEIRA QUE HABITA O MEU CRÂNIO


Mac

 

 

 

 

Ainda não percebi como se caminha com isto calçado, não é que me interesse muito, mas está bem. Mas como é que se anda normalmente com estas andas, sem ficar com um andar picadinho de cabra? Estava convencida que uma coisa importante para as fechiones seria saber andar, só que com estas plataformas, acho que essa coisa da elegância no caminhar não é possível, ou então não estou a ver bem o cerne da coisa.

25
Abr12

05 - O MARAVILHOSO MUNDO DAS TIAS


Mac

 

 

 

 

Sobre o 25 de Abril, adoro aquelas pseudo tias de origens fabricadas, enlutadas pelo dia ai que a minha família perdeu tudo e o coiso. Perdeu o quê, ó sua patareca, se perdeu, já ganhou, ou não sabia que foi tudo devolvido a seu dono, vai para uns anos? Ah e tal, a vida que eu tinha e assim. Sim, sim, na ceifa e na monda, mas podem voltar para lá, há sempre trabalho, garanto. Credo, até para mentir, precisavam de ir à escola. Até a liberdade para ser tiazinhas, o 25 de Abril lhes deu.

 

 

Olha, eu cá, comemoro a liberdade, apesar de em 1974 ser demasiado pequena para perceber o que era o regime. Não o vivi, bastou-me ouvi-lo para saber que não o quero, nem para mim, nem para os meus filhos.

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