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a vida em azul cueca

31
Jan11

510 - A VIDA EM AZUL CUECA


Mac

Neste fim-de-semana, viu-se o Andy Warhol,

 

 

 

 

lindo, lindo, lindo

 

 

 

 

e como se não bastasse, os grandes queridos da Galeria Cordeiros ainda ofertaram livros muito bons para lavar as vistas, sobre o que de melhor há no reino da pintura contemporânea,

 

 

 

 

 

 

calcorreou-se muita loja de mobiliário, artigos para a casa e decoração e concluiu-se que o que já era mau, continua muito mau, o bom por vezes continua bom, mas também lhe deu para piorar e o muito bom, assim se mantém. É como a situação financeira dos portugueses, nesta época dada a crises, os muito ricos continuam ricos, os pobres, mais pobres não podem ficar e a classe média, lixa-se sempre,

 

tudo intercalado com o Prince Vladimir da Kusmi, à base de citrinos e baunilha, que é fantástico e recomendo muito,

 

 

e terminou-se em grande a visionar o Tangled, numa eloquente tradução, Entrelaçados, também muito bom, apesar de lhe descartar na boa as cantilenas, que não lhe acrescentam absolutamente nada, mas isto sou eu que não gosto de operetas, ou é opera pura e dura, ou não é, agora cá coisas com solta trinado agora, daqui a bocado já há diálogo, volta a trinar, não é de todo a minha praia.


 

28
Jan11

509 - A VIDA EM AZUL CUECA


Mac

 

 

 

 

 

Para este fim-de-semana vou-me ataviar em Scones [adquiridos no de Janeiro a Janeiro, lailailai, que é bom para a saúde familiar que sejam muito piores do que os meus, que não vou fazer, porque estou armada em maricas], beberricar uns Kusmi muito chiques, enquanto actualizo as falhas cinematográficas, depois vou-me armar em fina e rever mais uns conceitos de arquitectura de interiores nos recentemente descobertos [not] Taschen da vida, ainda me quero amandar ao IKEA, Zara Home, Oito e Oitenta, Octógono, Area, Bo Concept, Dimensão e quejandos, porque estou com muita vontade de adquirir coisas e borrifar para a maldita da constipação - estou cá desconfiada que quanto mais confiança lhe dou, mais ela me toma - e decidir o tamanho da sapateira naquele espaço enorme lindo todo dedicado a albergar as minhas roupas lindas, na casa nova linda, ou seja, quantos varões lhe quero para sapatos, o que me vai obrigar a fazer uma contagem das existências e fazer um calculo dos que ainda hão-de vir, não sei se me sinto preparada para a tarefa, quer dizer, o que eu não sei é se quero saber quantos pares de sapatos tenho, não vá alguém extremamente próximo da minha pessoa concluir muito erradamente que não preciso de sapatos até aos 101 anos, mais por aí. Se bem que isto é só o adiar de uma questão, porque quando for da mudança, vou dar de caras com a sapataria toda [e a pessoa muito próxima também], mas às vezes, bate em mim a cobarde e dá-me para aqui. Vou pensar.

 

Meus amigos, tenham um bom fim-de-semana, que eu cá vou fazer por isso também.

28
Jan11

78 - A DONA DE CASA PERFEITA


Mac

 

 

 

 

 

E o Mac Man está algures neste burgo a uns míseros dois centímetros de um Andy Warhol. Não é um poster. Não é uma fotocópia manhosa. Não é uma qualquer composição feita num qualquer photoshop. Não. É um verdadeiro. Daqueles feitos pelo próprio primo Andy em pessoa.

 

E eu aqui fechada. Vou ali gritar. Desta feita porque me puseram os sumos numa prateleira diferente da habitual. Parece-me bem.

28
Jan11

02 - OS MEUS LEITORES SÃO MELHORES QUE OS VOSSOS


Mac

 

 

 

 

Então vem uma pessoa para aqui a cair da tripeça, trémula das falanges, a tentar teclar com nexo, doente, quase a apagar-se para todo o sempre, vítima de uma constipação extremamente grave e o que fazem os mil novecentos e tal que aqui vêm por dia, sim, vocês leitores ingratos, é convosco que estou a falar, hein? Nem uma missiva de melhoras, nem uma mezinha para um chá [que eu não tomaria], um conselho de umas papas de linhaça [que eu não faria] nada, nadinha. Ai é? Olhem, vão-se encher de moscas.

28
Jan11

68 - SÓ UMA MULHER SABE


Mac

 

 

 

 

 

E parece que as franjas estão de volta. Bom, já estavam há um ano, mas está bem.

 

Já usei, mas já não volto a usar, porque dá imenso trabalho a manter, é preciso andar a apara-la constantemente, para ficar gira é preciso que não haja remoinhos na raiz junto à testa, o que não é o meu caso, é preciso ter um determinado formato de cara. E se há casos em que as caras ficam muito mais giras com franja, outros há que é melhor não. Na época em que a usei, adorava-a, no dia em que a resolvi abolir, gostei-me mais.

28
Jan11

35 - COISAS QUE ELAS VESTEM E QUE EU GOSTO MUITO


Mac

 

 

 

 

 

Gosto muito de camisolas às riscas azul e branco, tipo marinheiro. Sempre gostei e sempre que a moda regressa gosto muito.

 

Comprei a primeira, e que ainda perdura, aos dezasseis anos, em Paris. Associo sempre as camisolas de riscas a Paris. E foi Coco Chanel quem lançou a moda pela primeira vez, o que também ajuda à minha associação camisolas de riscas/Paris.

 

Só não achei muita piada à invasão da passada Primavera, mas sobreviveu-se. Ao que parece vai continuar e talvez volte a pôr a minha camisola, se não várias vezes, pelo menos uma.

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