


Senhora muito simpática da clínica veterinária: Já é cliente?
Senhora muito simpática da clínica veterinária: E qual é a situação?
Moi: Sim, ele está com oito meses e deverá estar a começar a fazer aquele chichi de demarcação de território, tipo essência, e que me vai deixar a casa toda a cheirar a urina.
Senhora muito simpática da clínica veterinária: Ah! Castrar, quer que o gato seja castrado!
Senhora muito simpática da clínica veterinária: Não é bem a mesma coisa…
E é oficial, amanhã o meu gato deixará de ser um macho a pensar em procriações e aventuras com o sexo oposto, se bem que ele não é lá muito macho, mas está bem. Vai mesmo ter de ser castrado e eu estou a moer-me de pena dele, muita pena mesmo.

Se há matéria de que posso falar com alguma propriedade, é sobre a fidelidade dos homens giros, não tivesse eu no meu passado namoradeiro, uma quota bastante significativa de giros, que se mostraram muito aplicados e, desconfio que fiéis, se bem que esta é uma das coisas para a qual nunca se pode pôr as mãozinhas no fogo, mas, ou me enganaram muito bem e aí dou-lhes todo o mérito, ou não enganaram de todo. Se bem que não sou dada a que me passem os ditos cujos, porque sou algo espaçosa, ou seja, ocupo-lhes tanto o tempo, que nem têm estofo para regabofes e como isto não é uma escola de gueixas, há que demonstrar muita dedicação masculina, ou temos a burra nas couves, que é como quem diz, tenho mais o que fazer do que estar só numa relação.
Existe por aí, sei lá eu onde, um estereótipo de que todos os homens giros são cabroezões e ah e tal fez-me e aconteceu-me e tal e coiso. Não é bem assim. Haverá sim, os que são mais dados a saltar fora à menor contrariedade, vá, a distraírem-se com espécimes femininos diversos, pois sim, mas é só uma questão da lei da oferta e da procura. Ora, se um giro é muito cobiçado, é lógico que quando as coisas não estão lá muito do seu agrado, vá procurar quem não o chateie. Mas, esta até é uma regra a aplicar ao geral dos homens. Se nós temos um estofo fora de série para viver climas de tensão, contrariedades, problemas e tal e coiso, os homens não. É assim. Mas isto não faz dos giros uns valdevinos, ah não faz não.
O que faz dos homens uns galinhas, é a falta de neurónios e isso, minhas amigas, pouco ou nada há a fazer, mas tanto são galinhas os giros, como os feios, a questão é só da tal oferta, mais nada. Enquanto os giros têm muito por onde escolher, os feios se não traem, é porque não têm com quem. Por estas e por outras é que até confio mais nos giros, ao menos dão-nos a garantia de que é só connosco que querem estar de livre e espontânea vontade, enquanto os feios, nem sempre se sabe o que ali está. Porque os há giros e centrados nas relações, como também os há feios. Só é preciso é que haja cérebro, o que muitas vezes parece difícil, mas não é impossível e nós até temos algumas culpas no cartório, pois temos, ora não perdoamos as divagações muito mais depressa a uns olhinhos lindos, do que a um estafermo, hein? Claro que sim.
Mas existe uma espécie quase nunca abordada, os tristes do saiu-me o Euromilhões, só que esta semana não joguei. São os que não se podem considerar no grupo dos giros, porque não o são, mas um dia, sabe-se lá bem porquê, lá conseguem apanhar uma mulher de fazer inveja aos amigos, ficam convencidos de que afinal são umas grandes coisas, amiúde assaltados pelo pensamento básico “Se esta me quer, então aquela e a amiga e a outra e a prima e a madrinha e a irmã e a colega, também cá podem vir”. Erro. Se havia algum interesse, que não era de certeza algo tão físico como isso e ainda surgem comportamentos, assim para o debeloide, a coisa morre logo ali, por isso o melhor é deixarem-se de alucinações, descerem na base da rapidez à terra e concluírem que tiveram foi uma grande sorte. Ponto.
Sim, numa relação há muito mais para além do que uma carinha laroca (mas lá que é um precioso auxiliar, é verdade) e idaiadaiadaiadaia, claro que sim, eu também o sei, mas hoje era disto que me apetecia falar.
E assim se deita nas calmetas com mais um mito urbano para a sarjeta, pois é.

Claudia Schiffer for Vogue
Quem tem olho vai à Zara
(Mac dixit)
Não gosto de contrafacções das ditas grandes marcas, para mim a coisa anda ali no querer parcer a low cost, o que não é bonito. Ou se é e tem, ou não se tem. Aquela coisinha de evidenciar marcas para parecer um status que não se tem, soa-me a imposturice. Acima de tudo o que procuro nas marcas é a qualidade dos materiais que lhe é inerente, coisa que é impossível encontrar num produto de imitação.
Mas admito que algumas peças são incomportáveis nos valores que atingem e desde que não exibam o logo da marca em grandes parangonas, se posso comprar a capa em creme, que vi da Tia Chloé, ou o cinto preto com taxas douradas do Tio Guy Laroche, que até estão muito bem feitinhos e em materiais muito bons, na Zara e com menos um zero no preço, pois que me agarro a elas que nem uma perdida.
Bem visto até embarco numas imitaçõezinhas, porque gosto do design, mas desde que não queiram parecer o que não são, acompanhadas de etiquetas e logos que não lhes pertencem.
(Ainda ando para perceber como é que a Zara copia descaradamente os criadores, sem que lhe caiam em cima, mas está bem. Eu já lá vi de todos um pouco, desde uns sapatos D&G, à tal capa Chloé, o cinto Guy, até uma mala Marc Jacobs, e ao questionar uma das minhas conhecidas por frequência na loja, ela confirmou-me que sim, que as peças eram muito parecidas. Muito parecidas é um epíteto, iguais é o que é).

Paulo Rocha

Diz que as chalocas estão com o regresso marcado para esta Primavera/Verão e eu cá não gosto delas, não, não.
E lá teremos todo o mulherio a chalocar com as tairocas pelas ruas, tloc tloc tloc. Ainda me lembro da moda, há cerca de quatro ou cinco anos, em que havia tairocas para todo o (des)gosto possível, que coisinha tão bera.
Disclaimer: Não afirmei que não usaria e como já vem sendo sabido, nunca profiro este género de afirmações, é que (again) nestas coisas da moda não tenho lá grande coluna vertebral e nunca se sabe para o que me irá dar.

Isla Fisher
Há lá coisa melhor do que chegar ao fim do dia e soltar os pés dos apertos dos sapatos e lavar a cara, seguida do melhor estilo algodão não engana, até lhe arrancar toda a (pouca) maquilhagem. Haver, até há, mas hoje é só isto que me interessa. Porque eu vi um dia lindo do céu mais azul às oito da manhã e vesti-me assim, e à hora do almoço chovia e eu não estava vestida para águas, não se faz.

Adoro acessórios, gosto de os usar, mas com conta peso e medida. Os exageros ao melhor estilo árvore de natal não fazem bem o meu género, já o tinha dito aqui. E para além de brincos, anéis e pulseiras, amo de paixão cintos e perco-me completamente por óculos de sol e relógios.
Só que eu tenho uma cara muito difícil para óculos, nem tudo quanto vejo e acho lindo, me fica bem, a maior parte faz-me um escaravelho da batata, uma desolação, é o que é, por isso quando encontro uma marca que me faz parecer um ser normal, adopto-a perdidamente. E como sou dada a picuinhices tenho sempre de ter uns óculos de sol com metais em dourado, para os dias que me apetecem brincos em dourado, e com pormenores em prateado, para os brincos e relógios prateados. É que cá nos meus conceitos, óculos a dourados com brincos prateados e vice-versa não vão, não, não. Mas já não embarco na máxima, mala, sapatos e cinto da mesma cor, ui vai de retro coisa pirosa do demo, mas nos óculos tenho estas manias.
Oras, como prefiro ter muito bom e pouco, a muito e de má qualidade, pois sim, existem aí quatro marcas em que adoro o design dos óculos de sol, para além da qualidade das lentes, que é fantástica, a Prada, Gucci, Chanel e Dolce & Gabanna, o que me faz pensar muito sobre os óculos a usar, é que querendo pelo menos dois pares em rotação, a coisa não fica simpática.
Agora ando com os Prada, estes

mas até já os comprei há um ano e tal, o que vendo bem, abatendo os valores de compra pelo tempo de uso, até acabam por sair baratos e aqui para nós, o que é bom e genuíno, nota-se à légua (não arranjei uma desculpa melhorzinha).

Vera Farmiga and George Clooney (Up in the Air)
Visionou-se o “Up in the Air”, nomeado para seis Oscares. Não achei nada de especial, confesso. A história não me cativou e aquela Alex (Vera Farmiga) foi uma cabra do piorio com o muito querido, aprazível e lindo George Clooney. Os ambientes também não são lá essas coisas, muito entre o micro apartamento desabitado do (brasa) Ryan e aeroportos, assim como o guarda-roupa e não lhe encontrei banda sonora, que lhe valesse. Tudo espremido, serve para lavar as vistas, mais nada.

A Julianne Moore, aos 50 anos, é a cara da campanha Primavera/Verão 2010 da Bulgari e se já a achava uma mulher muito bonita, agora ainda me parece mais. Há mulheres a quem idade as põe assim.

Todas sabemos que aquilo que muitas vezes aparece nas passagens de modelos, não pode ser levado ao pé da letra, afinal tudo não passa de um show e é preciso saber entrever-lhes as tendências, muitas vezes, quase sempre, através de puros disparates.
Mas, depois das leituras todas, haverá sempre peças que não têm grande linterpretação possível, o que ali está é o que é. E se o Tio Louis já se tinha passado, assim um bocadinho, com os sacos que levamos à lavandaria carregados de roupa suja e passou-os a malas com o logotipo escarrachapado, claro está, mas não deixaram de ser o que parecem, agora, desconfio que se passou de vez. Para esta Primavera/Verão, Marc Jacobs criou os sacos de lixo (as Louis Vuitton Trash Bags). Como até sou dada a aderir a coisas estranhas, desde que me caiam cá nos gostos, nem critico muito, mas até para mim, andar com um saco de lixo a tira colo, pela módica quantia de € 1.500,00, é de mais.
O que se segue? Os sacos dos enjoadinhos (para bolsar) em aviões, é? Pffff!

Houve um tempo em que gostei qualquer coisa do Carnaval. Foi o tempo em que tinha os anos que o meu filho conta agora. Afinal era a única época do ano em que podia dar largas à imaginação, daquilo que considerava ser uma mulher já crescida: deixavam-me pintar a cara e usar batom e isso era extremamente importante para mim.
Só que a minha vida de Carnavais foi algo atribulada. Aos meus dois anos, a minha mãe resolveu mascar-me de vaca, e o que para ela teve um piadão, com o devido registo fotográfico colocado em álbuns, assim mesmo coisa para ficar para toda a gente ver, para mim, será sempre uma vergonha a abater. É que aos meus dois anos, eu já tinha a minha dignidade, mas está bem. Depois mascarou-me de Cinderela e eu dei largas à minha imaginação, acessorizando-me de todas as bugigangas que encontrei, além de uma maquilhagem digna de um quadro de Toulouse Lautrec, o que descambou numa Cinderela, algo aprostiturizada. Ainda num outro ano, tentou travestir-me numa jovem burguesa do séc. XIX, com máscara e chapéu, feitos à minha medida e mais uma vez, os nossos conceitos de Carnaval divergiram, fiquei muito parecida com as profissionais do Conde Redondo. É que a minha mãe fazia isto tudo às filhas, nos intervalos em que tratava das depressões dos outros e ainda se dava ao trabalho de nos inscrever num horrível concurso de máscaras, que decorria num Monumental, à cunha de gente sequiosa de ver criancinhas a fazerem figuras apalermadas.
Quando me vi livre das máscaras, atirei-me às bombas de mau cheiro e aos estalinhos, que eram feitos de uma areia qualquer, misturada com um bocadinho de pólvora e embrulhados em papel de cor, mas como as queixas de sustos, incómodos e apoplexias por parte de terceiros eram mais do que muitas, fomos proibidas de usar aquelas coisas, mediante ameaças algo assustadoras.
Depois, já com o meu filtro crítico anti pirosadas, sobejamente desenvolvido, surgiram em pleno as Escolas de Samba (!!??) e pronto, não se gosta do Carnaval. Se era para andarem com imitações, ao menos imitassem o de Veneza, que além de ser mais adequado ao nosso clima frio de Fevereiro, sempre tem aquela coisa de Europa.

E como estava com as mãos todas na massa, literalmente, também fiz umas waffles, que já foram muito bem consumidas, amplamente besuntadas com compota de amoras silvestres e com outra, a de abóbora com bocadinhos de amêndoas. Tudo acompanhado do cházinho Oriental Mist da Rituals, um dos meus preferidos, além dos da Mariage Fréres e os Kusmi.
Viveu-se um domingo muito inimigo da mulher light, mas com o dia chuvoso que fez e continua, também não nos podem exigir todos os desconfortos e eu cá sinto-me a modos que afável com coisinhas assim. É o que se arranja.


Cozinhar não é serviço meu neto, disse ela.
Cozinhar é um modo de amar os outros.
(Mia Couto in O Fio das Missangas)
Deu-me uma de Nigella Bites, que adoro, e fui comprar umas taças para misturar massas para bolos, mas daquelas bastante fundas e redondas. Sim, a esta altura da vida já se tem tudo quanto é recipiente de culinária, não fosse cozinhar uma das minhas actividades preferidas, mas daquelas tão redondas e com tanta capacidade para misturar a meu belo prazer, não tinha.
Além de práticas, são hiper decorativas, em terracota da Toscânia, muito condizentes com o ar de que gosto na minha cozinha, qualquer coisa entre o rústico, com móveis e acessórios, que herdei e usados noutras épocas, mas que passaram a decorativos, e os auxiliares dos tempos modernos.
Gosto de cozinhas com as memórias que me levam aos espaços das minhas avós e bisavós, por isso na minha cozinha habitam formas de bolos, que enferrujadas pelo tempo, passaram a decorativas; frascos de farmácia para bolinhos, farinhas, açúcares, nozes e outros frutos secos; cestos para fins diversos; quadros com facas, colheres e rendas de outras épocas; latas de chás e chocolates, agora com outros chás e chocolates; terrinas e bules perdidos de serviços que se foram partindo em gerações de uso e panos de linho bordados à mão, a par com os confortos de um frigorífico americano, microondas e outras modernices muito auxiliares em minimizar tempos e tarefas. Não gosto de cozinhas tipo laboratório, impessoais e de linhas direitas. Gosto das que têm vida, vivências e passados, a minha. Bom, verdadinha que gosto eu, não fosse a minha cozinha o terror das limpezas das prestadoras de serviços domésticos, parece que não é lá muito fácil, dizem. Tivesse ela mais espaço e ainda lhe tinha uns sofás e um fogão a lenha no género do que tenho nos meus Alentejos.
E agora vou fazer uns scones (só) para estrear uma das taças.

Friends
Ontem, após o jantar em casa da C., a ala feminina moveu-se em bando para o sector de roupas que a C. comercializa. A A. depois de muito adquirir, resolveu escolher um camisolão Pepe Jeans para o marido “Acho que o N. vai adorar este meu acto de puro altruísmo”.
E eu cá desconfio de que, nós mulheres, quando queremos muito um qualquer trapo, somos capazes de nos metermos em dietas só para cabermos num tamanho que não é o nosso, aturamos sapatos (ligeiramente) apertados e camisas desconfortáveis, se o resultado ao espelho for aquele que queremos muito. Eles não. Nada a fazer.

Já me encontro possuidora da quarta e quinta temporada do Weeds, para além do Boston Legal e segunda do Californication. E, assim de repente, nem desconfio quem vai embarcar em grandes orgias cinematográficas, mas está bem.
Por acaso, em relação ao Weeds, há uma coisinha que me suscita alguma curiosidade, ora se toda a história anda à volta de uma mãe de família que trafica droga, como é que a série conseguiu passar por entre as malhas do puritanismo (bastante) hipócrita norte-americano, hein?

Anne Hathaway (The Devil Wears Prada)
E lá se conseguiu ir à depilação e não passar nem mais um dia qual urso panda (não suporto pêlos). É que ainda por cima, desde que me veja obrigada a vestir calças, porque não posso mostrar as pernas, só me apetecem vestidos e saias. Escusado será dizer que não me cheira nadinha que vá andar de pernoca ao léu em dias de descanso, mas está bem.
E como já estava cansada do gel encarnado sangue arterial, aproveitei e mandei pôr por cima o verniz encarnado sangue venoso, que é como quem diz cerise escuro, para outras bordeau não muito escuro. Estão lindas as minhas unhas.
Também se tratou da máscara de Carnaval do Mac Kid que, como já visto, não agradou à primeira, e ainda se foi trocar.

Mãe: Comprei a máscara do Homem Aranha, porque não há de Batman.
Mac Kid: Ó mãe gosto nos filmes e nos jogos, mas não para me vestir!
Mac Kid: Pois, mas o Homem Aranha usa collants e os homens não usam collants
E assim se decidiu que seria melhor eu ir trocar pela máscara de Tartaruga Ninja, que também é de collants, mas vá-se lá saber porquê está mais bem cotada nos parâmetros da gente pequenina.

Em 2011, o Musée des Arts Décoratifs, vai apresentar uma exposição sobre os vinte anos de carreira da Kate Moss. Afinal só 62% da vida dela foram como modelo, coisa pouca, e o mais fantástico é que não enveredou pelo cinema, música e não chegou a primeira dama.
Aos 36 anos continua como modelo e para mim é uma das mulheres mais bonitas e, diga-se de passagem, com imensa pinta.

Rachel Zoe
Muito melhor que o Project Runway de que já estou farta, as Amerca’s Nex Top Model e afins, de que não gosto, é o Rachel Zoe Project, na Sic Gaja, no qual a conceituada personal stylist americana Rachel Zoe expõe o seu dia-a-dia às câmaras de televisão. Adoro. Gosto das roupas dela, do que escolhe para vestir clientes como Demi Moore, Anne Hathaway, Jennifer Garner, Cameron Diaz, Kate Winslet, Keira Knightley, Liv Tyler, Kate Hudson e Eva Mendes, para os maiores eventos de Hollywood, e aquela vida assim para o alucinada de tempo.

Kate Moss
Não gosto de homens que não sabem gostar das mulheres e as desamam em maus tratos, ausências e mutismos. Não gosto de mulheres que não gostam dos homens e os generalizam e padronizam em defeitos mil. Não gosto de mulheres que não gostam das mulheres e as corroem em defeitos mil. Não gosto de gente que não gosta de crianças. Não gosto dos que não gostam de velhos. E dos que não gostam de animais. Não gosto dos que não respeitam os outros, as diferenças e opções. Dos que criticam sem objectivo. E dos que olham para o lado e nunca para a frente e jamais para trás. Não gosto que me fujam ao olhar.

Magdalena Frackowiak
Sou só eu que tenho todas as contas de mail a serem invadidas por missivas estrambólicas, em que querem dividir comigo 30% de vários milhões de dólares e me pedem o nome, telefone, idade e país, hein?
É que pelas minhas contas já não estou milionária, nem bilionária, a coisa já me atira para os quintiliões, férias no Dubai, Maldivas e assins. E para que querem eles a minha idade, será a percentagem maior, quanto menos forem os anos?

. Comprar máscara de Carnaval do Mac Kid: este ano quer ser o Batman
. Comprar meias: mais um problema, rasgo-as por tudo e por tudo.
. Modista: para me fazer bainhas a três pares de calças e levantar uns centímetros a dois vestidos (não os gosto abaixo dos joelhos).
. Sapateiro: mais umas capas arruinadas pela meretriz da calçada portuguesa.
E não cumpri uma só para amostra. Nada como enchermos a nossa agenda de tarefas e objectivos impossíveis de concretizar num só dia, sempre é a melhor forma de terminarmos o dia a abarrotar de cansaço e com a sensação de que não fizemos nada. Isto sim, é stressar com estilo.

Sarah Jessica Parker for Harper's Bazaar


Esta nova onda de vampiros em filmes e novelas, cheira-me que é das maiores idiotices da história da humanidade, vá, do cinema. Não tenho pachorra nenhuma para o género, então a novela da Sic “Lua Vermelha” é do piorio e lá por o Twilight parecer uma fórmula de sucesso, não quer dizer que a produção nacional resulte, acho eu. Qualquer dia temos uma adaptação do Harry Potter no Ramalhão, ou quem sabe o Avatar na Porcalhota.
Flashada! O mercado dos alhos e dos crucifixos, está em baixo, é?
E a campanha também está gira.

E que vi eu, hein? Muitas coisas giras, porque o que é nacional é bom, ah pois é!







Chove, pois chove, mas eu estive a ver a colecção da Lanidor Primavera/Verão 2010 e que é bem mais gira nas lojas do que o foi na passagem, mas enfim.


Harper's Bazaar


Isla Fisher

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Anne Victorino D'Almeida
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